Fada Consciência, uma amiga muito especial

Nair Lúcia de Britto

publicado em 15/05/2009

Nair Lúcia de Britto é Comentarista de Cinema, jornalista e poeta.

Qual é a mamãe que não se preocupa com sua prole? com sua saúde, com sua alimentação, com o asseio; se estão bem na Escola, se fizeram a lição direito ou que presente comprar em alguma data especial…

Tudo isso é muito importante, sem dúvida; mas e quanto aos sentimentos das crianças… Será que está tudo bem?

Foi com essa preocupação que A Editora Vida e Consciência lançou um livro de literatura infantil “FADA CONSCIÊNCIA, uma amiga muito especial”. A autora é Silvana Gaparetto, filha de Zíbia e Aldo Gasparetto.

Desde cedo Silvana acompanhou o trabalho espiritual dos pais junto a pessoas carentes e frequentando aulas de moral cristã na Federação Espírita de São Paulo.

Ainda adolescente passou a ministrar aulas de educação espiritual no “Centro Espírita Os Caminheiros”. Lá, ela escrevia histórias e realizava apresentações para as crianças.

Formou-se em assistência social e, hoje, trabalha ao lado de sua mãe e de seu irmão, Luiz Gasparetto, como diretora executiva da Editora Vida e Consciência.

“FADA CONSCIÊNCIA, uma amiga muito especial”, é sua primeira obra publicada, dedicada ao universo infantil; lindamente ilustrada por Daniel Pegly.

O livro conta a história de uma menina chamada Celinha que vivia sempre alegre e feliz, brincando com seus dois irmãos. Eles adoravam passar o dia na casa da vovó, que morava num sítio cercado de plantações e animais e onde tinha um lago muito bonito!

Mas um belo dia Celinha não quis brincar! Apesar de todas as belezas que cercavam o sítio, não via graça em nada…

Será que era isso que os adultos chamavam de tristeza? Mas como fazer para mandar essa tristeza embora?

Eis que surge a Fada Consciência, envolta por uma nuvem de lindas borboletas azuis, para explicar à menina.

A escritora ressalta em seu livro que é muito importante para as crianças descobrir a força interior que existe nelas; capaz de ajudar a resolver suas dificuldades de forma natural.

“Podemos chamar essa força interior, com a qual todos nós nascemos, de Essência Superior, Deus, Intuição, Alma… O nome não é o mais importante”, diz Silvana. O mais importante é auxiliar a criança a se identificar com sua força interior e ensiná-la como se conduzir, através de atitudes inspiradas num conjunto de valores éticos e sociais, que levam à realização e ao progresso.

Ao seu final, o livro consta de algumas páginas para a criança colorir os personagens da história; e ainda de um CD para brincar, no computador, com os jogos. É uma graça, ao movimento do cursor, ver as borboletinhas azuis voarem de um lado para o outro…

NAIR LÚCIA DE BRITTO

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