O Parque Massairo Okamura como instrumento de educação ambiental: algumas trilhas ecológicas interpretativas

Rodolfo José de Campos Curvo; Carolina Joana da Silva e Lucimar Rodrigues Vieira e Carlos Eduardo Toniazzo Pinto

publicado em 11/11/2009 como www.partes.com.br/socioambiental/parquemassairookamura.asp

 

RESUMO

Rodolfo José de Campos Curvo
Professor do IFET – Instituto Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso, campus Cuiabá/MT – Doutorando em ecologia e Recursos Naturais, pela Universidade Federal de São Carlos/SP, Professor de sociologia e filosofia ambiental do Curso de Pós-graduação em Gestão Ambiental do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Membro do Conselho consultivo do Parque Nacional de Chapada dos Gumães/MT, Mestre em educação ambiental pela UFMT – Universidade Federal de Mato Grosso.
CURVO, Prof. MSc. Rodolfo José de Campos Curvo
Doutorando do PPGERN-UFCar
Professor do IFMT – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Campus Cuiabá/MT – Doutorando em ecologia e Recursos Naturais, pela Universidade Federal de São Carlos/SP
rodolfo@inclusao.cefetmt.br
SILVA, Profª Drª Carolina Joana da
UNEMAT/UFSCar
Professora da UNEAMT – Universidade do Estado de Mato Grosso e Co-orientadora junto ao Programa de Pós-graduaçaõ em Ecologia e Recursos Naturais, pela Universidade Federal de São Carlos/SP
ecopanta@terra.com.br
VIEIRA, Profª Esp. Lucimar Rodrigues
Professora do IFMT – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Campus Cuiabá/MT
lucimar.curvo@gmail.com
Carlos Eduardo Toniazzo Pinto

 

 

 

O Parque Estadual Massairo Okamura é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral com permissão para visitação e que possuí verdadeiro potencial para uso pedagógico e para a promoção de Programas de Educação Ambiental através da utilização de Trilhas Ecológicas Interpretativas. Localiza-se entre, situado Avenida Rubens de Mendonça (Avenida do Centro Político Administrativo – CPA), no Município de Cuiabá, no estado de Mato Grosso – Brasil. Objetivamos identificar temas ambientais para a elaboração de Programas de Educação Ambiental, a partir da caracterização in locus de Trilhas Ecológicas Interpretativas. Identificamos e caracterizamos estas como temas potenciais para Programas de Educação Ambiental, entre eles: Impactos Ambientais, Caracterização e Interpretação da Biodiversidade (Fauna e Flora), Espaços Culturais, Recursos Hídricos e Lazer. Pensamos ser de extrema relevância realizar estudos sobre o uso humano das Unidades de Conservação, tendo em vista a possibilidade de aumentar o número de impactos sobre os ecossistemas naturais destinados a conservação e preservação. As Trilhas Ecológicas Interpretativas vão de encontro com os objetivos da proposta de criação do referido. Através de estratégias previamente elaboradas, estas são verdadeiras “salas de aula” ao ar livre para a execução da Educação Ambiental e consequentemente a conservação da natureza, no Parque e no seu entorno.

I – INTRODUÇÃO 

O conceito de Unidade de Conservação (UC) surgiu com a criação do Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, em 1872. Os objetivos que levaram à criação desse Parque foram: a preservação de atributos cênicos, a significação histórica e o potencial para atividades de lazer. A partir da criação do Parque Nacional de Yellowstone houve uma racionalização no processo de colonização do oeste americano, quando inclusive, ocorreu à criação de diversas outras unidades de conservação.

No Brasil a primeira iniciativa para a criação de uma área protegida ocorreu em 1876, como sugestão do Engenheiro André Rebouças (inspirado na criação do Parque Yellowstone) de se criar dois parques nacionais: um em Sete Quedas e outro na Ilha do Bananal. No entanto, data de 1937 a criação do primeiro parque nacional brasileiro: o Parque Nacional de Itatiaia.

Um momento histórico e importante para as questões ambientais brasileiras foi a regulamentação do Artigo 225 da Constituição Federal de 1988, que através da Lei nº 9985/2001 cria o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC. Nesse contexto muitos foram as criações de UsC no Brasil.

Especificamente em Mato Grosso, o Parque Massairo Okamura foi designado atualmente como sendo uma Unidade de Conservação e está de acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC – Lei 9985/2000). Baseado nesta Lei Federal e em seu Capítulo IV, Artigo 22 e § 5º a Unidade de Conservação foi criada pelo poder Público Estadual.

Segundo Guarim e Vilanova (2008 p.26) a primeira designação como Unidade de Conservação foi datada de 6 de julho de 1989, através da Lei Municipal Nº 2.681, sendo composta por terras de domínio público pertencentes ao Estado e ao Município.

Muitas mudanças foram efetuadas na sua categorização, entre elas, por meio da Lei Municipal Nº 3.351/1994, passando a ser denominada de Reserva Ecológica Massairo Okamura, neste momento com 86,14 hectares, e inserida definitivamente como Área de Proteção Permanente. Finalmente, em 21 de setembro de 2001 foi transformada em Parque Massairo Okamura, através da Lei Nº 7.506/2001, regulamentado pelo Decreto Nº 3.345/2001, e neste momento, com 53,75 hectares, destes em dois Setores: Setor Norte, aberto à população, abrangendo 11,93 hectares; e o Setor Sul que foi transformado em Área de Proteção Integral, com 42 hectares (GRUARIM E VILANOVA, 2008 p. 26-27).

Aberta em parte a visitação pública e ao uso indireto de sua área, apresenta-se como um importante tributo Socioambiental Municipal, Regional e Nacional. Muitos foram às alterações causadas pelo uso indevido e não permitido que levou a sérios impactos aos seus ecossistemas naturais. Na área propriamente dita e no seu entorno observa-se edificações e ações humanas que comprometeram a biodiversidade, os recursos hídricos e o solo. Fazem-se necessários estudos mais detalhados e um Plano de Manejo adequado para o uso indireto de seus “recursos”. Salientamos que neste breve histórico houve redução drástica de sua área e alterações significantes de seus “recursos naturais”.

Pensamos nesse sentido que através de Programas de Educação Ambiental neste Parque venhamos a contribuir, de forma significante, para a conservação da vida e um Manejo Sustentável para a área em questão.

Como instrumento pedagógico de Educação Ambiental sugerimos neste trabalho a utilização e definição de Trilhas Ecológicas Interpretativas. Definimos esta como sendo áreas, percursos ou caminhos pré-definidos em temas e com todo um plano de ações, com o intuito de promover a busca por informações, promovendo o aprendizado e sua compreensão. Entendemos que através dela, possamos estar contribuindo para a construção socioambiental, induzindo a sensibilização de usuários e consequentemente, atingindo os verdadeiros objetivos de sua criação.

As Trilhas Ecológicas Interpretativas não podem continuar sendo instrumento passivo de educação. Elas, nas Unidades de Conservação, devem ser percebidas pelos profissionais da educação, do turismo, do lazer, dos poderes públicos, como sendo mais valioso. Não um mero caminho a ser utilizado para caminhadas. Torna-se relevante haver uma programação e preparo e planejamento educativo. Assim, desse modo, estaremos de acordo com os objetivos e princípios da Legislação em vigor, que é normatizado pelos Artigos 4º e 5º da Lei 9985/2000.


II – OBJETIVOS

II.1 – Objetivo Geral

Definir e identificar áreas, caminhos, percursos ou trilhas ecológicas interpretativas potenciais a prática da educação ambiental no Parque Estadual Massairo Okamura e Cuiabá, no Estado de mato Grosso – Brasil.


II.2 – Objetivos Específicos

II.2.a – Identificar áreas potenciais para a prática educação ambiental;

II.2.b – Caracterizar e identificar possíveis Trilhas Ecológicas Interpretativas;

II.3.c – Propor temas específicos para cada Trilha Ecológica Interpretativa identificada.


III – Considerações a cerca da Prática de Educação Ambiental em Unidades de Conservação por intermédio da utilização de Trilhas ecológicas Interpretativas


Conforme Branco (1980:43) o meio ambiente é definido como o “conjunto de elementos e fatores indispensáveis à vida”. Logo, o meio ambiente é o local onde se desenvolve a vida, é nele que encontramos os elementos e as condições para o desenvolvimento de diversas espécies de organismos.

O meio ambiente sendo o conjunto de todas as condições e influências externas circundantes, que interagem com os organismos, as populações ou comunidades, pode ser considerado o espaço físico onde ocorrem as inter-relações entre o meio e os seres vivos.

Para Vidal (apud Oliveira, 1996:96) o meio ambiente é “constituído de inúmeros ecossistemas habitados por incontáveis organismos vivos, que vêm

Evoluindo há bilhões de anos, com milagroso equilíbrio sob a dinâmica de fluxos energéticos, em que usa e recicla moléculas de ar, dos solos, dos mares, das rochas”. Essa concepção de meio ambiente refere-se ao sistema natural que é denominado de primeira natureza, onde não há a intervenção humana.

Desde o seu aparecimento na Terra, o homem se apropria dos recursos

naturais para sua sobrevivência. Por isso existe uma estreita relação entre homem e meio ambiente.

Essa relação tem variado através do tempo e do espaço, bem como entre regiões e culturas. De acordo com Oliveira (1996 p. 96 apud Escolto, 2003) “as características ambientais, durante um prolongado processo histórico, condicionam a cultura, os costumes, os estilos de vida e os conhecimentos técnicos de uma sociedade”.

Dessa forma, o meio ambiente influencia o modo de vida de uma sociedade de diversas maneiras. No decorrer do processo histórico as atividades humanas produzem ambientes que são criados e recriados através do desenvolvimento tecnológico e dos diferentes modos de produção.

Assim as atividades humanas produzem um ambiente que no processo

histórico é criado e transformado, apresentando uma dinâmica como na natureza, a dinâmica sócio-política-econômica.

Diz Leis (1991 p. 7) que “com a ajuda dos grandes avanços tecnológicos, a civilização moderna foi gradualmente distanciando os seres vivos humanos do domínio real de seus meios de subsistência mais básicos, fazendo-os acreditar paradoxalmente que cada vez dependem menos do ambiente natural”. O constante aprimoramento tecnológico levou a exploração predatória dos recursos naturais ocasionando a escassez de alguns recursos. Deste modo o homem percebeu que a natureza é finita, mais ainda, que sua própria sobrevivência depende de uma relação sociedade/natureza mais equilibrada.

A modernidade, os avanços tecnológicos e a urbanização trouxeram a tona o problema da degradação ambiental. Diante disso, a sociedade despertou para um maior compromisso com a preservação e conservação dos ecossistemas. Inicialmente foi pensado o conceito de intocabilidade dos recursos naturais.

Depois descobriu-se que essa postura radical criaria outros problemas, surgindo assim, os conceitos de proteger e recuperar, culminando com os conceitos de preservação e conservação e da necessidade de se preservar determinadas áreas de interesse ecológico, como as unidades de conservação. E hoje, já se discute a questão do desenvolvimento sustentável.

Segundo Reigota (1994:10) a educação ambiental “deve ser entendida como educação política, uma vez que prepara os cidadãos para exigir justiça social, cidadania global e planetária, autogestão e ética nas relações sociais e com a natureza”. Com a finalidade de preparar cidadãos, conscientes de seus direitos e deveres, e de sua participação nas definições e soluções dos problemas ambientais, a educação ambiental perpassa a política. Política consciente e com uma nova ética, na qual a sociedade passa a ser ator do processo de definições das políticas públicas visando um desenvolvimento mais equilibrado e uma sociedade mais igualitária.

As atividades de Educação Ambiental (EA) podem cooperar no sentido de subsidiar a implantação e implementação de políticas públicas de ecoturismo na área da gestão ambiental participativa, no tocante aos programas de uso público das Unidades de Conservação (UCs), bem como propiciar estratégias de sustentabilidade para as diversas comunidades envolvidas.

As atividades que envolvem a sensibilização e conscientização sobre as diferentes realidades ambientais do entorno e de visitantes de uma Unidade de Conservação, enquanto trabalhadas como processos de interferência e modificação dos níveis de interpretação e compreensão ambiental, levam à evolução de um grau mais profundo da percepção ambiental. Ao provocarem um processo de estimulação da acuidade perceptiva, através da experiência direta ou indireta, podem proporcionar o desenvolvimento de condutas pró-ecológicas, de modo que as populações não somente sejam influenciadas, como também venham a influenciar positivamente nas mudanças cotidianas no âmbito da proteção ambiental.

Assim ao conduzirem à gênese de outros níveis perceptivos, tanto o meio ambiente como suas paisagens não se restringem apenas ao que está em nosso redor, tendo em vista uma simples conotação de cenários ou de elementos componentes, mas lembram-nos de que somos suas partes integrantes e integradoras ao mesmo tempo. Por intermédio é de verdadeira interpretação ambiental é que se faz a Educação ambiental, onde o objeto passa a ser sujeito de suas relações sócio-ambientais. Há uma nítida Interpretação Ambiental.

Esta Interpretação Ambiental se fundamenta na captação e tradução das informações do Meio Ambiente. Contudo, não lida apenas com a obtenção de informações, mas com significados, buscando firmar conhecimentos e despertar para novos, exercitar valores cognitivos, criar perspectivas, suscitar questionamentos, despertar para novas perspectivas, fomentando a participação da comunidade e trabalhando a percepção, a curiosidade e a criatividade humana (Santo, s.d. p. 1)

Como instrumento da Educação Ambiental visa a integração socio-ambiental através do conhecimento dos recursos naturais e da valorização do meio ambiente, da transformação do ser humano em agente transformador e multiplicador das concepções obtidas e absorvidas e da melhoria da qualidade de vida.

Segundo Sofia Vilarigues, um dos meios divulgados na interpretação ambiental é o dos percursos interpretativos. Estes podem ser temáticos, com a predefinição de um tema antes da caminhada, ou de descoberta, ou turísticos e de lazer.

As trilhas ecológicas interpretativas se enquadram dentro dos percursos

interpretativos orientados metodologicamente e, não devem ser confundidas como meras picadas abertas na mata.

Trilhas, como meio de interpretação ambiental, visam não somente a transmissão de conhecimentos, mas também propiciam atividades que revelam os significados e as características do ambiente por meio do uso dos elementos originais, por experiência direta e por meios ilustrativos, sendo assim instrumento básico de programas de educação ao ar livre (Pádua & Tabanez, 1997)(Tilden 1967, Ashbaugh & Kordish 1971 apud Possas, 1999).

Assim, as trilhas constituem um instrumento pedagógico importante, por permitir que em áreas naturais sejam criadas verdadeiras salas de aula ao ar livre e verdadeiros laboratórios vivos, suscitando o interesse, a curiosidade e a descoberta e possibilitando formas diferenciadas do aprendizado tradicional.

São em geral estruturadas em Parques Urbanos e Unidades de Conservação

abertas a visitação publica. Seus grupos-alvos podem constituir de crianças a adultos no âmbito urbano e rural, nas escolas e Universidades, enfim, em qualquer segmento da sociedade.

As trilhas possibilitam uma grande diversidade de eixos temáticos e abordagens ecológicas tanto com finalidades acadêmicas (no ensino fundamental, médio e superior bem como em atividades de pesquisa e investigação científica); com finalidades de fornecer conhecimento e esclarecimento lúdico a comunidade em geral.

IV – PROCEDIMENTOS METODÓGICOS

IV.1 – Abordagens e universo da Pesquisa

A pesquisa tem uma abordagem qualitativa de acordo com os pressupostos de Lüdke e André (1986), onde procuramos identificar, definir e propor Trilhas Ecológicas Interpretativas para a prática de educação ambiental. Utilizamos de pesquisa bibliográfica especializada. O dados foram coletados e trabalhados através de três visitas in locus ao Parque Estadual Massairo Okamura. Procuramos acompanhar os trajetos de Trilhas já existentes, visando sua interpretação e os potenciais para propor temas sócio-ambientais para a prática da educação ambiental ativa. As Trilhas foram fotografadas e catalogadas de acordo com seu tema potencial.


IV.2 – Área de Estudo

A área de Estudo compreende o Parque Estadual Massairo Okamura, localizado no Centro Norte de Cuiabá, Mato Grosso – Brasil, sito a Avenida Rubens de Mendonça, também conhecida como Avenida do CPA. Veja foto abaixo.


Regulamentada pelo Decreto 3.345, de 8 de novembro de 2001, possuindo 53,75 ha.

Segundo Guarim e Vilanova está área está localizada em região de divisor de águas, entre os córregos barbado, Quarta-feira e Moinho. É drenada pelo alto curso do córrego Barbado e comporta parte da nascente dos córregos Barbado e Gumitá (GUARIM & VILANOVA, 2008 p. 27)

Ainda segundo Guarim e Vilanova (2008 p. 27) é caracterizada por espécies de cerrado e mata ciliar bem definida. Possuí grande diversidade de espécies de mamíferos, anfíbios e répteis. (GUARIM & VILANOVA, 2008 p. 27).

IV.3 – Definição dos temas x trilhas ecológicas interpretativas

Procuramos identificar, através da observação direta as possíveis trilhas ecológicas interpretativas com seus respectivos temas sócio-ambientais. Buscamos atender a necessidade de criação de temas relacionados a: Caracterização e Interpretação da Biodiversidade (Fauna e Flora), Espaços Culturais, Recursos Hídricos e Lazer.


V – APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Definimos como trilhas Ecológicas Interpretativas potenciais para a prática de Educação Ambiental as seguintes áreas (trajetos e espaços):

TRILHA 1 – Diversidade Biológica I (flora)

Trilha destinada à caracterização do bioma cerrado (espécies vegetais de cerrado e suas importâncias medicinais e para o uso humano com necessidade de conservação).


TRILHA 2 – Diversidade Biológica II (fauna)

Trilha que possuí potencial temático para a visualização e tradução (interpretação) dos recursos faunísticos e suas necessidades para a conservação.


TRILHA 3 – Impactos Ambientais pela Urbanização

Área propícia para a discussão do processo de urbanização e seus impactos sobre a Unidade de Conservação Parque Estadual Massairo Okamura, promovendo reflexões sobre as interferências e danos possíveis as condições naturais causados pela construção do bairro Morado do Ouro.

Trilha (espaço) 4 – Espaço Cultural

Área edificada no interior do Parque com características adequadas à promoção de atividades culturais e de lazer (recreação) – Arena cultural.

Trilha 5 – Recursos Hídricos – Nascente do Córrego Barbado

Local de nascente assoriada pela edificação de habitações e desmatamento da cabeceira. Muito interessante para resgatar a necessidade para definição de espaços destinados a proteção integral, sem permissão para usos diretos e indiretos.


VI – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DEL RIO, V. & OLIVEIRA, L. Percepção ambiental: a experiência brasileira. 2ª ed. São Paulo: Studio Nobel. 1999.


MILANO, M. S. Por quê existem as unidades de conservação? In: MILANO, M. S. (org.) Unidades de conservação: atualidades e tendências. Curitiba, PR: Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. 2002.

PADUA, S.M. 1997. Cerrado Casa Nossa: um projeto de educação ambiental do jardim botânico de Brasília. Brasília. UNICEF. 35pp.

ESPIRITO SANTO, A P.; GON ÇALVES, T. V. O; FERRARI, M. A L.; ALMEIDA, L. F.; ZORROM. C. 2001. A Interpretação Ambiental através de Trilhas Ecológicas e do estudo Ecológico dos Lagos Água Preta e Bolonha no Parque Ambiental de Belém. Projeto deEnsino, Pesquisa e Extensão (em implantação).

POSSAS, I. M. 1999. Programa GUNMA􀂴: Integrando Parque Ecológico e Comunidade nomunicípio de Santa Bárbara do Pará. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal doPará. 73pp.

TABANEZ, M. F. & PADUA, S.M. (orgs.) 1997. Educação Ambiental: caminhos trilhados no Brasil. Instituto de Pesquisas Ecol ógicas – IP Ê. Brasília. 283 pp.

TABANEZ, M. F. & PADUA, S.M. 1997. Uma abordagem participativa para a conservação de áreas naturais: Educação ambiental na mata atlântica. Anais do Congresso brasileiro de comunidades de conservação. Curitiba-Paraná. Vol.02.

Interpretação Ambiental. Texto de Sofia Vilarigues (Internet).

VASCONCELLOS, J. M. O. Educação e Interpretação Ambiental em Unidades de Conservação. Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. Cadernos de Conservação, ano 3, nº 4, 2006.

 

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