Linguística, Língua e Ensino: o livro didático adotado pelo MEC e as novas perspectivas para o ensino de Língua Portuguesa

Linguística, Língua e Ensino: o livro didático adotado pelo MEC e as novas perspectivas para o ensino de Língua Portuguesa

 

Silvio Profirio da Silva*

RESUMO: Com o desenvolvimento das investigações linguísticas, a língua passa a ser concebida como recurso de interação social. Assim, o objeto de ensino de Língua Portuguesa abrange a competência comunicativa do aluno. Com base nas contribuições teóricas de Albuquerque (2010), Alkmim (2003), Bezerra (2010), Cunha (2008), Fávero & Koch (1983), Santos (2002), Silva (1995), entre outros, este trabalho tem por objetivo abordar as mudanças didático-pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa e seus reflexos nos livros didáticos.

PALAVRAS CHAVES: Linguística; língua; linguagem; ensino.

RESUMEN: Con el desarrollo de las investigaciones linguísticas, la lengua se concibe como um médio de interación social. Así, el objeto de la enseñanza de la Lengua Portuguesa comprende la competencia comunicativa del estudiante. Con base en las contribuciones teóricas de Albuquerque (2010), Alkmim (2003), Bezerra (2010), Cunha (2008), Fávero & Koch (1983), Santos (2002), Silva (1995), entre otros, este trabajo tiene como propósito estudiar los cambios didácticos y pedagógicos en la enseñanza del portugués y su reflejo en los libros de texto.

PALABRAS CLAVE: Linguística; lengua; lenguaje; enseñanza.

 

INTRODUÇÃO 

Segundo Santos (2002, p. 30), “nos últimos 30 anos, surgiu uma ampla literatura na qual se discutiu o modo como vinha se processando o ensino de língua materna no Brasil. Havia nestes trabalhos a preocupação de não apenas criticar as práticas[1]de ensino de língua portuguesa presentes na escola, mas, sobretudo apontar questões de nível conceitual e metodológico na direção de uma nova forma de se conceber o ensino”. Dentro dessa perspectiva, percebe-se, nas últimas décadas, uma substancial mudança nos paradigmas norteadores do ensino de Língua Portuguesa e, por conseguinte, na metodologia de ensino dessa disciplina. A década de 80 foi palco de intenso desenvolvimento e divulgação dos estudos da Linguística Contemporânea, o que culminou em uma nova concepção de língua e, acima de tudo, em um novo ensino de língua (ALBUQUERQUE, 2006).

“A década de 1980 assistiu a um amplo desenvolvimento de pesquisa na area de Língua Portuguesa. Pesquisadores de diferentes campos – Psicologia, História, Sociologia, Pedagogia, etc. – tomaram como temática e objeto de estudo a leitura e a escrita buscando redefini-las” (ALBUQUERQUE, 2006, p. 11).

Esses estudos ocasionam a mudança na concepção de língua, que passa a ser concebida como recurso de interação social. Com isso, o objeto de ensino de Língua Portuguesa transcende a perspectiva do desenvolvimento das práticas da escrita e da leitura apenas. Em outras palavras, ele não se restringe ao ensino da leitura e da escrita, mas, sobretudo, abrange o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno, levando-o a utilizar a língua [de forma heterogênea] nas mais diversas situações comunicativas, o que está em sintonia com (CUNHA, 2008, p. 157-158). Essa nova proposta didática oriunda dos estudos linguísticos tem sido aceita e, sobretudo, adotada por diversos livros didáticos. Mas, será que essas mudanças têm sido aceitas pela sociedade?

No mês de maio deste ano, um livro adotado pelo MEC [Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender] tornou-se objeto de inúmeras discussões, causando muita polêmica e recebendo críticas de diversos setores da sociedade. As críticas devem-se ao fato de as autoras abordarem um fenômeno linguístico que todas as pessoas fazem uso, a variação linguística. Dito de outra forma, o fato de adequar a fala ao momento comunicativo [situação comunicativa] (CUNHA, 2008). Com base nas contribuições teóricas de Albuquerque (2010), Alkmim (2003), Bezerra (2010), Cunha (2008), Fávero & Koch (1983), Santos (2002), Silva (1995), entre outros, este trabalho tem por objetivo abordar as mudanças didático-pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa e seus reflexos nos livros didáticos.

Linguística Textual, Sociolinguística e suas implicações para o ensino de Língua Portuguesa 

Conforme dito anteriormente, nas últimas três décadas, o ensino de Língua Portuguesa passou por diversas mudanças no que tange à metodologia de ensino. Tais mudanças são respaldadas pelos estudos das mais diversas correntes da Linguística. Esses estudos respaldam uma concepção de língua (gem) como atividade social, o que ocasionou inúmeras alterações no objeto e na metodologia de ensino de língua.

“Inúmeras são as teorias que, de formas variadas e em níveis diversificados, influenciam a metodologia de ensino de Língua Portuguesa. No entanto, nas duas últimas décadas do século XX e primeiros anos de século XXI, algumas têm – se destacado: a teoria sociointeracinista vygotskyana de aprendizagem, as de letramento e as de texto/discurso, que possibilitam considerar aspectos cognitivos, sociopolíticos, enunciativos e linguisticos envolvidos no processo de ensino/aprendizagem de uma língua.” (BEZERRA, 2010, p. 40)

Diante desse cenário, surge uma ampla fundamentação teórica que norteia novas práticas docentes para o ensino de LP. Dentre as mais diversas contribuições da Linguística [contribuições estas teóricas e metodológicas], nesta escrita, destacam-se, os aportes da Linguística Textual e da Sociolinguística.

Fávero & Koch (1983) ressaltam o fato de a Linguística Textual, dentre suas diversas contribuições, ter contribuído de forma significante para a distinção entre a fala e a escrita, o que acarretou a percepção de diversos fenômenos relacionados à oralidade [linguagem oral, seja ela formal ou informal]. Alkmim (2003) enfatiza o fato de a Sociolinguística ter contribuído de forma significante para a percepção da perspectiva variável da língua, ou seja, da variação linguística e seus tipos [Variação Dialetal e variação de Registro]. O surgimento desses conceitos colocou em xeque a dicotomia certo/ errado [ou também correto/ incorreto], na medida em que descreve e, principalmente, explica as escolhas do falante (ALKMIM, 2003). O que está em sintonia com Foltran (2011, p. 1-2), que diz,

“Outra constatação que merece destaque é o fato de que as línguas variam num mesmo tempo, ou seja, qualquer língua (qualquer uma!) apresenta variedades que são deflagradas por fatores já bastante estudados, como as diferenças geográficas, sociais, etárias, dentre muitas outras. Por manter um posicionamento científico, a linguística não faz juízos de valor acerca dessas variedades, simplesmente as descreve”.

Diante desse quadro, surgem, também, inúmeras discussões acerca do papel do ensino de língua no que concerne à formação de falantes competentes (CEZARIO; VOTRE, 2008). Diante disso, o ensino de língua passa a ter como objeto de ensino o desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos, levando – os a usar a língua de forma heterogênea e, principalmente, adequada ao contexto comunicativo de uso, conforme sinaliza Cunha (2008, p. 157-158).

De acordo com Fonseca & Fonseca (1977, p.153), “a aula de língua visa o desenvolvimento e a estruturação da competência comunicativa do aluno que o tornará apto a usar melhor a sua língua, obtendo sucesso na adequação do ato verbal às situações comunicativas”. No entanto, e conforme dito anteriormente, durante muito tempo, o ensino de Língua Portuguesa centrou-se, exclusivamente, nas práticas de leitura e escrita. Com o desenvolvimento dos estudos linguísticos e, acima de tudo, com sua disseminação, a oralidade e seus diversos aspectos [dentre os quais destacamos a diferenciação entre a fala e a escrita] passam a ganhar espaço nos recurso didáticos, entre eles, os manuais didáticos. Dito de outra forma, a disseminação dos resultados dos estudos sobre a linguagem ocasiona mudanças significativas no tratamento dado ao texto (compreensão e produção), à análise linguística e, sobretudo, à variação linguística. Este último contrapõe-se à visão puramente normativa do ensino de LP, isto é, transcende a perspectiva normativa.

Nessa perspectiva, todos esses estudos refletiram-se não só na metodologia de ensino, mas também nos manuais didáticos. Um exemplo que ilustra esse fato é o livro didático adotado pelo MEC, Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender. Apesar de esse livro ter sido aprovado pelo Plano Nacional do Livro Didático – PNLD, ele foi alvo de diversas críticas por parte de diversos setores da sociedade. Conforme sinaliza Foltran (2011, p. 1), que diz “o livro acata orientações dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) em relação à concepção de língua/linguagem, orientações que já estão em andamento há mais de uma década”. Os títulos e subtítulos abaixo evidenciam algumas matérias expostas na mídia durante o período da polêmica.

MATÉRIA 1: 1Livro adotado pelo MEC causa polêmica ao não conjugar verbos

FONTE: http://www.band.com.br/jornalismo/educacao/conteudo.asp?ID=100000431179

MATÉRIA 2: Livro adotado pelo MEC defende erros gramaticais.

Autora de livro didático afirma ser aceitável uso de expressões como “nós pega o peixe” ou “os livro”.

FONTE: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2011/05/12/livro-adotado-pelo-mec-defende-erros-gramaticais-4302.php

MATÉRIA 3:  Deputado repudia livro adotado pelo MEC

FONTE: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/deputado-repudia-livro-adotado-pelo-mec_112303/

MATÉRIA 4: Livro adotado pelo MEC defende ‘erro’

FONTE: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110513/not_imp718533,0.php

MATÉRIA 5: Livro adotado pelo MEC defende falar errado.

A obra foi distribuída pelo Programa Nacional do Livro Didático para 4484.195 alunos

FONTE: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/livro-adotado-pelo-mec-defende-falar-errado-20110513.html?question=0

Essas são apenas algumas das inúmeras reportagens que tecerem críticas ao manual didático em foco. No entanto, a maior parte delas tecia críticas sem ter acesso ao livro, baseando-se em pequenos trechos divulgados em outras reportagens e, sobretudo, sem a fundamentação teórica necessária para analisar o capítulo do livro que divulga os trechos causadores dessa polêmica. Em virtude disso, busca-se apresentar neste trabalho o trecho por completo.

Parte do Capítulo do Livro Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender.

É importante saber o seguinte: as duas variantes [norma culta e popular] são eficientes como meios de comunicação. A classe dominante utiliza a norma culta principalmente por ter maior acesso à escolaridade e por seu uso ser um sinal de prestígio. Nesse sentido, é comum que se atribua um preconceito social em relação à variante popular, usada pela maioria dos brasileiros”.

“‘Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado’. Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar ‘os livro?’.’ Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico. Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas. O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião”.

“Na variedade popular, contudo, é comum a concordância funcionar de outra forma. Há ocorrências como:

Nós pega o peixe.

nós – 1ª pessoa, plural

pega – 3ª pessoa, singular

Os menino pega o peixe.

menino – 3ª pessoa, ideia de plural (por causa do “os”)

pega – 3ª pessoa, singular

Nos dois exemplos, apesar de o verbo estar no singular, quem ouve a frase sabe que há mais de uma pessoa envolvida na ação de pegar o peixe. Mais uma vez, é importante que o falante de português domine as duas variedades e escolha a que julgar adequada à sua situação de fala.”

“É comum que se atribua um preconceito social em relação à variante popular, usada pela maioria dos brasileiros. Esse preconceito não é de razão linguística, mas social. Por isso, um falante deve dominar as diversas variantes porque cada uma tem seu lugar na comunicação cotidiana.”

“A norma culta existe tanto na linguagem escrita como na linguagem oral, ou seja, quando escrevemos um bilhete a um amigo, podemos ser informais, porém, quando escrevemos um requerimento, por exemplo, devemos ser formais, utilizando a norma culta. Algo semelhante ocorre quando falamos: conversar com uma autoridade exige uma fala formal, enquanto é natural conversarmos com as pessoas de nossa família de maneira espontânea, informal.”

FONTE: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5138860-EI8266,00-Confira+trechos+do+livro+de+portugues+que+causou+polemica.html

Nesse trecho do capítulo do livro didático em tela, as autoras abordam a plasticidade da língua, ou seja, suas variantes [formal e informal]. Mas, acima de tudo, elas focalizam a forma como a língua varia em função da situação comunicativa.  Tal temática seria o que a Linguística, mais especificamente, a Sociolinguística, conceitua como variação situacional [ou também variação estilística ou de registro], por meio da qual o falante usa a língua de acordo com o ouvinte ou com o momento comunicativo (ALKMIM, 2003). Por exemplo, a linguagem que utilizamos em momentos informais [conversas com parentes, vizinhos, amigos, etc.] não é a mesma que utilizamos em momentos que requerem os usos formais da língua [apresentação, entrevista de emprego, etc.] (ALKMIM, 2003). Em geral, os momentos informais permitem construções que fogem da Gramática Normativa. São exemplos desse fenômeno: “o tá [em detrimento do está], o pra [em detrimento do para], o uso de marcadores conversacionais, etc. Todos esses fenômenos surgem da informalidade do momento comunicativo. Essas são as SITUAÇÕES e OCASIÕES a que a autora faz alusão no trecho do livro didático em questão.

Durante décadas, esses fenômenos linguisticos não obtiveram explicações. Por esse motivo, eram caracterizados como erros [e ainda são], apesar de os estudos da Linguistica, mais especificamente, da Sociolinguística terem propiciado esclarecimentos para diversos fenômenos linguísticos. O que está em sintonia com Foltran (2011, p. 2), “a linguística ao descrever esses fenômenos ajuda a entender melhor o funcionamento das línguas o que deve repercutir no processo de ensino”. Nesse contexto, a Linguistica não só descreve, mas também explica por qual motivo o falante de opta por determinada construção linguística. 

 

Sendo assim, não há como deixar de abordar esses fenômenos linguísticos nos manuais didáticos [gramáticas e livros escolares], na medida em que a plasticidade da língua consiste em um aspecto de fundamental importância e, como tal, não pode ser extinto da prática didático-pedagógica do ensino de língua. Por essa razão, a autora aborda esses usos linguísticos no livro didático em foco.

METODOLOGIA

 

Para realização deste trabalho, foi realizada pesquisa bibliográfica acerca da temática das correntes dos estudos linguísticos, como também da temática da diferenciação entre a fala e a escrita [o que abrange a temática da linguagem oral, seja ela formal ou informa]. Todavia, este trabalho está em fase de iniciação. Por esse motivo, pretende-se, posteriormente, analisar os livros didáticos adotados pela Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco – SEDUC/ PE [no ano de 2011], com a pretensão de como é trabalhada a temática da variação linguística nesses manuais didáticos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Com base nos estudos realizados, foi possível perceber como as investigações linguísticas contribuíram de forma substancial para uma nova maneira de conceber o que é ensino de Língua Portuguesa. Essa nova perspectiva ocasionou diversas modificações na prática pedagógica do ensino dessa disciplina e, sobretudo, acarretou sensíveis mudanças no que tange ao conteúdo e à estrutura organizacional dos manuais didáticos [o que abrange não só os livros, mas também as gramáticas escolares].

Destaca-se, sobretudo, o papel dos estudos das mais diversas correntes das investigações linguísticas para o surgimento de uma nova concepção de ensino sócio-interacionista da língua, o que “possibilita uma pratica pedagógica de língua portuguesa que contribua para o desenvolvimento linguístico efetivo de seus falantes”. (MELO; COELHO; SUASSUNA, 2006, p. 243)

REFERENCIAS 

ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia. Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino da língua portuguesa: apropriações de professores. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

ALKMIM, Tânia Maria. Sociolinguística. In: MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. (orgs.). Introdução à Linguística. São Paulo: Cortez, 2003.

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CEZARIO, Maria; VOTRE, Sebastião. Sociolinguística. In: MARTELOTTA, Mário Eduardo (org.). Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2008.

CUNHA, Angélica Furtado da. Funcionalismo. In: MARTELOTTA, Mário Eduardo (org.). Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2008. 

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FONSECA, Fernanda Irene; FONSECA, Joaquim. Pragmática Linguística e Ensino de Português. Coimbra: Almedina, 1977.

MELO, Iran Ferreira; COELHO, Wanderley Elias; SUASSUNA, Lívia. Projeto Didático como Espaço de Articulação entre Leitura, Literatura, Produção de Texto e Estudo Gramatical. In: BUNZEN, Clécio & MENDONÇA, Márcia. (Org.). Formação do Professor de Ensino Médio: Desafios e Perspectivas para o ensino de Língua Materna. São Paulo: Parábola, 2006, v., p. 227-244.

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OLIVEIRA, Mariangela Rios de. Linguística textual. In: MARTELOTTA, Mário E. (org.). Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2008.

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COMO CITAR

SILVA, Silvio P. Linguística, Língua e Ensino: o livro didático adotado pelo MEC e as novas perspectivas para o ensino de Língua Portuguesa. P@rtes. Disponível em: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. Junho de 2011.

 

* Aluno do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE. E-mail: silvio_profirio@yahoo.com.br

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