Sol, Céu Azul e Caminho

Nair Lúcia de Britto

publicado em 03/11/2011

Foto: Caminho de Santiago de Compostela -Espanha
fotógrafo: Carlos Azevedo
http:// cfazevedo.multiply.com

 

SOL, CÉU AZUL E CAMINHO

Às vezes o coração da gente pena

Com as injustiças, as inverdades

E as atitudes levianas

Que independem da nossa vontade…

A dor então dilacera por dentro

Sem deixar transparecer as chagas

Mas de nada valem as mágoas

Que só servem para derrubar…

Deus é luz e sabe o que faz

Quem faz o bem está em paz

Tudo que acontece tem uma razão

Que não sabemos explicar…

 

Tudo passa na vida

E a vida é a nossa estrada

Cada passo é um aprendizado

Com o qual podemos melhorar…

A consciência é a bússola

Que nos aponta o caminho certo

E o caminho certo é o que traz a paz

Aqui mesmo na Terra é que se paga
Todo mal que se faz…

 

Por mais árdua a trilha

Por mais longo o caminho

Sempre haveremos de chegar

O céu sempre fica mais azul

Depois da chuva…

E o sol sempre voltará a brilhar!

 

Nair Lúcia de Britto é jornalista e poeta.
Eu, Nair Lúcia de Britto nasci em Joanópolis (SP). Meu primeiro contato com as letras foi através do meu pai, que também era poeta, Arthur José dos Reis Britto.
Passei toda minha infância em Santos(SP), o que talvez explique minha paixão pelo mar… Em vez de me contar histórias, meu pai declamava versos dos poetas clássicos, e eu adorava…
Quando cursei o Clássico, eu me sobressaía em Literatura e aprendi muito com a minha professora: Sara Capellari.
Formei-me em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, em 1977, em São Paulo (SP.) E meu primeiro emprego foi na revisão da Folha de São Paulo. Posteriormente trabalhei na Editora Nova Cultural, preparando textos de livros e revistas.
Escrevi vários textos infantis, publicados na Folhinha de S. Paulo; comentários de livros e filmes para a revista “Contigo”; e crônicas, publicadas na Folha da Tarde (SP) na coluna do jornalista Mário de Morais.
Ao escrever meu primeiro conto “A Virgem Marina”, fui muito incentivada pelo jornalista e escritor Wladir Duppont, que na década de 80 era o editor da revista “Nova”. Escrevi então outros contos de amor, publicados em várias revistas da Editora Abril.
Em São Vicente(SP) fui repórter e cronista do jornal “Primeira Cidade”, onde recebi o estímulo do ex-prefeito da cidade, Antonio Fernando dos Reis, dono do jornal. A partir daí eu fui em frente… Além de prosas, passei a escrever também comentários de filmes de arte; publicados, atualmente, na revista virtual Partes.
Quanto às poesias… eu as escrevo desde a adolescência, mas somente agora comecei a divulgá-las em sites de literatura. Não tenho nenhum livro publicado… mas ainda chego lá!

 

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