Por Nair Lucia de Britto

Segundo o Jornal da TV Tribuna ao meio-dia de hoje (06 de setembro de 2014), várias adolescentes entre 11 e 13 anos deram entrada no Hospital Municipal de Bertioga/SP, com supostas reações à vacina contra o HPV.
O Jornal A TRIBUNA, de Santos, tomou conhecimento dos fatos porque recebeu a denúncia de que uma menina deu entrada no hospital numa cadeira de rodas. “Ela estava tremendo bastante.”, contou a denunciante. Ao apurar os fatos, o jornal constatou que outras meninas não estavam sentindo os membros inferiores. O pai de uma dessas meninas, bastante contrariado, fez um Boletim de Ocorrência.
Segundo o site da BBC Mundo (Brasil), nos últimos dias , os médicos de El Carmen de Bolívar (uma cidade no Norte da Colômbia) já atenderam cerca de duzentas meninas com sintomas de desmaios, tonturas, dor de cabeça, dormência e formigamento em várias partes do corpo, depois de terem tomado as vacinas.
O motivo dessas reações ainda é um mistério para os colombianos. Uma das autoridades locais, apoiada pelo parecer de especialistas, revelou à Imprensa que o problema ocorreu devido à uma resposta psicogênica em massa. Uma espécie de sugestão de medo coletivo. Mas a população não está convencida e aguarda o resultado definitivo das investigações que estão sendo feitas em relação ao ocorrido.
O Papiloma Virus Humano é um dos maiores responsáveis pelo câncer de colo de útero nas mulheres e os médicos dizem que o número de adolescentes infectadas é alarmante . Daí a opinião médica da necessidade da prevenção através da vacina.
Aqui, no Brasil, as supostas reações decorrentes da mesma também estão sendo investigadas pelos médicos, que acreditam ser importante tomar a vacina, muito embora possa causar alguma reação o que seria difícil.
Segundo pesquisa, a transmissão do virus ocorre no ato sexual. O vírus, que se instala no pênis dos rapazes, é completamente invisível a olho nu e não apresenta nenhum sintoma. Sem saber, o portador vai espalhando-o, durante o ato sexual promíscuo, isto é, com várias parceiras.
Minha opinião é contrária à essa vacina porque existe uma infinidade de doenças (algumas bem graves), que são sexualmente transmitidas. Se a vacina for eficaz, previniria apenas uma delas.
Além disso, o adolescente terá a falsa impressão de estar totalmente protegido, quando não estará. E, o que é pior: julgar que fazer sexo na adolescência é normal; o que, na verdade não é. O sexo na adolescência é fruto da deseducação cultural e da negligência aos bons princípios.
No passado, as moças se resguardavam até o dia do casamento. Antes, os noivos faziam o que se denominava, na época, “Exame Pré-Nupcial”, para prevenir doenças. E, antes de engravidar, a então esposa fazia o exame “Pré-Natal”, para garantir um filho saudável.
Hoje, com o retrocesso cultural, a população se expõe a todo tipo de doenças e as crianças nascem desprotegidas tanto sob o ponto-de-vista da Saúde como no Social.
O ideal seria transformar a Cultura atual, refletindo sobre o Ontem, o Hoje e o Amanhã para corrigirmos os exageros do passado e coibir a decadência do presente.
A fim de que sejam valorizadas não somente a Saúde, a Sociedade e, principalmente, os filhos inocentes que estão pagando caro pela irresponsabilidade dos pais.

Compartilhe esse texto

Share to Google Buzz
Share to Google Plus
Share to LiveJournal
Share to Yandex