OamordeHannaheMartin

 

Um vinho seco posto à mesa, sinais trocados para comemorar enlaces, oportunidade de realçar vínculos.

Flores e amor no campo. Primaveras,  outonos, qualquer estação está aberta à experiência.

Aquela paixão estancada, o beijo furtado.

Amou, amastes, amamos. Destinos em contraposição.

Manhãs, acordares em fantasia, correspondências, frases, filosofias e admiração.

Mergulho no Eu, divisões, biografias cruzadas.

Ser, tempo, encontro, despedidas.

Vazios, olhares, magia: amar não pede atestado, amar não esvazia a alma.

O que importou? Qual estética, qual metafísica?

Expressões de duas mentes inquietas.

Saibamos: “nenhuma palavra irrompe na escuridão.”

 

Por Gilberto da Silva – 2015

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