Por Ewerson Matos, Diretor de Negócios, Epson do Brasil  

Ewerson Matos

Ewerson Matos, Diretor de Negócios, Epson do Brasil

Para a geração millenial, as telas são as interfaces do dia a dia. Eles estão acostumados desde muito cedo com a interatividade. É a forma como se engajam com novas informações: seguindo links, avaliando informações complementares, conhecendo através de imagens, gráficos, mapas. No entanto, para essa geração conectada, o quadro negro continua a ocupar uma posição central na sala de aula. Sem interação, essa forma de exposição de conteúdo dispersa a atenção dos estudantes.

Com tecnologia e acessibilidade, a informação circula com grande agilidade e chama mais atenção de crianças e adolescentes quando apresentada de formas que comunicam na mesma linguagem de sua geração. O quadro negro foi uma inovação que contribuiu muito para o processo de aprendizado no momento em que os estudantes tinham, sobretudo, acesso ao conteúdo em livros. Desde então, o projetor de transparências, a copiadora e o videocassete também trouxeram novas formas de engajamento com o conhecimento.

A sala de aula é um espaço dinâmico pela necessidade de seus usuários. Por isso, educação e tecnologia sempre andaram de mãos dadas. O foco das inovações tecnológicas nas escolas sempre foi a busca por melhores formas de apresentação da informação.

Hoje, a tecnologia ajuda a tornar o aprendizado mais colaborativo e ágil. Os professores têm mais recursos pedagógicos para ajudar o jovem a compreender o conteúdo, recursos que aproximam a escola dos millenials. Para as escolas, a era do quadro negro está dando lugar às telas interativas.

A tendência BYOD (traga o seu dispositivo) está ganhando corpo no mundo da escola. Os educadores precisarão abraçar a tendência, incluindo o novo comportamento tecnológico de seus alunos para manter o conteúdo relevante. À medida que o número de dispositivos em sala de aula se multiplica, é função da escola se modernizar e integrar todos os estudantes em um único ambiente digital.

E a tecnologia já existe para criar a conexão 2.0 entre estudante e professor. Os projetores interativos são ótimos exemplos. Eles não traduzem a disciplina em imagens, mas permitem conectar diferentes dispositivos em uma única apresentação, criando o ambiente de colaboração necessário para gerar maior interesse. Assim, é possível interagir com a projeção, fazer anotações, edições, copiar e compartilhar conteúdos.

Tecnologia deixou de ser sinônimo de distração em sala de aula. Cada vez mais vem facilitar a vida e aproximar professor e estudante. Interatividade via dispositivos e sem fios é o que há de mais moderno inclusive na escola. Transformando as atividades de sala de aula em atividades digitais e conectando o dispositivo do professor ao do estudante, a geração millenial se engajará com a disciplina com a mesma facilidade que se engaja com a própria tecnologia.

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