negroolhar

Quantos mistérios cabem no negro olhar teu
Para Vanessa Martins DA Maia



Quantos mistérios…
Cabem no magnânimo…
No negro olhar teu?
O que tu escondes?
No cair da negra noite!
E todos foram dormir tranquilamente.
***
Amanheceu um novo dia
É hora de ganhar as ruas
Experimentar a luz do dia
Minha querida divinal musa
***
Mas quantos mistérios…
Podem caber…
No negro olhar teu?
Por quantos tortuosos caminhos…
Percorresses até chegar até aqui?
***
Quantos mistérios podem caber…
No magnânimo olhos teu?
Samuel da Costa é poeta em Itajaí

Compartilhe esse texto

Share to Google Buzz
Share to Google Plus
Share to LiveJournal
Share to Yandex