Como partimos de Dr. Kildare e chegamos a … House?  Por Sonia Regina Rocha Rodrigues Todo médico de minha geração lembra-se do Dr. Kildare, que inspirou tantos entre nós. Admirado, amado mesmo, este jovem médico (ainda estudante) era apresentado como uma pessoa útil, atenciosa, dedicada, compreensiva, que escutava e consolava seus pacientes. Nos seus relacionamentos profissionais, havia um forte elo emocional. Humano, não se esperava dele que fosse infalível Neste, que é o primeiro seriado médico que assisti, já percebemos um certo tecnicismo, pois o supervisor de Kildare o adverte: ‘Nosso trabalho é manter as pessoas vivas, não dizer a elas como viver.’ Comentário cínico, cujo objetivo era garantir um distanciamento emocional que não perturbasse o raciocínio médico, que,...
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