spacer

ISSN 1678-8419         última atualização em: quarta-feira, 07 de maio de 2008 21:11:32                                               

 
  Principal
 Agenda
 Artes e Artesanato
 Colunistas
 Cultura
 Crônicas
 Econotas
 Editorial
 Educação
 Em Questão
 Em Rhede
 Entrevistas
 Humor
 Política e Cidadania
 Reportagens
 Mirim
 Notícias
 Outras edições
 Poesia e Contos
 Reflexão
 Expediente
 Sócio Ambiental
 Terceira Idade
 Terceiro Setor
 Turismo
   Participe
 Cartas
 Blog
 Fale Conosco
   Especiais
 Igrejas
 Meio Ambiente
 SP 450 anos
 Memória Sindical
 Assédio Moral
 Vitrine do Giba
 Nosso Dáimon
 O Grito do Ipiranga
 Mirim
 Feiras e Mercados
 Em RHede
 Econotas
 Ambientais
 Agenda
.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COLUNISTAS

Nosso sagrado feminino

   

Adilson Luis Gonçalves

publicado em 07/05/2008

 

 

As relações familiares têm sofrido tal processo de distanciamento e resfriamento, que, mórbida ironia, algumas mães nem percebem que seus filhos “moram” no porão, enquanto outras os colocam no “freezer”.

Coisas do materialismo econômico que, coerente com o projeto de desagregação da família, celebra de forma fragmentada cada um dos elementos da família.

Mas essas datas, apesar do forte apelo comercial, têm seus méritos. Um deles é lembrar alguns filhos de que têm pais e mães, e alguns pais e mães, de que têm filhos.

É certo que o mundo mudou de forma avassaladora. As relações humanas tornaram-se mais liberais e furtivas.

Essas mudanças eram necessárias, mas alguns as levaram aos limites do egoísmo e da inconseqüência. O “amor-livre” teve efeitos tão devastadores quanto as rígidas convenções morais, machistas, que o antecederam. Ambos geraram, com raras exceções, legiões de filhos do desamor, muitos dos quais descontam suas frustrações no mundo.

Nesse contexto, a figura materna permaneceu como um dos últimos baluartes na luta contra a desumanização da sociedade. A diferença é que hoje as mães também são profissionais arrojadas, especialistas na alquimia da competência com a sensibilidade. Sempre foram, aliás!

O mundo exige isso delas, embora alguns ainda as queiram ignorantes, submissas a regras antigas, que as culpam e punem pela fraqueza moral e estupidez dos homens. Homens que só querem delas prazer e descentes, muitas vezes para deixarem morrer em guerras imbecis.

Dar à luz é um dos atributos do “sagrado feminino”! Mas existem mães adotivas capazes de amar muito mais do que as naturais. O sagrado está, sim, na possibilidade de gerar vida; mas o divino está em criar e educar um ser humano. E muitas o fazem sozinhas, às vezes esquecendo de si próprias.

Não é fácil conciliar tantas cobranças e desejos. É preciso dar e receber muito amor para isso, o que explica a dificuldade em encontrar mulheres que consubstanciem esse misto de humano, sagrado e divino! Homens, então: Normalmente somos um caso perdido.

Mas às vezes a gente dá essa sorte; e é, até, muito fácil encontrar essas qualidades na mãe da gente. Mas eu também as encontro em outra mãe, mulher que também consegue fazer e ser essa mágica, antiga e moderna, que para ela não tem segredos.

Bonita, inteligente e dinâmica, ela concilia mil atividades pessoais complexas com a educação do filho; e ainda mantém, sem o menor esforço, o marido apaixonado.

Para seus dois homens ela é divina, sagrada e maravilhosamente humana. Apenas sua presença já é luz, carinho e bálsamo, que eles tentam merecer e retribuir.

Assim é Cecília, esposa de Adilson e mãe de Guilherme: caras de sorte!

Para eles, todo o dia é das mães, pois todo dia é dia, quando a gente ama.

Mas, já que fixaram um: Feliz Dia das Mães para quem, de fato, o é!

 
  

spacer
::sobre o autor::

Adilson Luiz Gonçalves é escritor, engenheiro, professor universitário (UNISANTOS e UNISANTA). Cursando Mestrado em Educação (UNISANTOS).
 

::contato com o autor::

Fale com o autor clicando aqui.

 
::anuncie::

Saiba como anunciar no site clicando aqui.

 
   ::participe::
 Cartas
 Blog
 Fale Conosco
 
 

::outros textos do autor::

Mais que nada
publicado em 10/04/2008

Ele está vivo
publicado em 17/03/2008

Memória curta
publicado em 14/03/2008

Tapetes vermelhos
publicado em 06/03/2008

Questão de tempo
publicado em 26/12/2007

Pinheiro de Natal
publicado em 15/12/2007

Causa e efeito
publicado em 02/12/2007

Sonho meu?
publicado em 21/11/2007

Questão de razão e proporção
publicado em 15/11/2007

Tropa de Elite
publicado em 30/10/2007

Capital a qualquer preço
publicado em 11/10/2007

Bilhões de sóis
publicado em 07/10/2007

Sobre Preconceitos
publicado em 04/04/2007

 

 

 

 

::apoiadores::






© copyright Revista P@rtes 2000-2008
Editor: Gilberto da Silva (Mtb 16.278)
São Paulo - Brasil
spacer