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“Artigo
14o
b. Os
direitos do animal devem ser defendidos por leis, como os direitos do homem.
(Declaração proclamada em assembléia da Unesco, em Bruxelas, no dia 27 de
janeiro de 1978)”.
Com a crise do
transporte aéreo no Brasil, não só os animais humanos estão sofrendo, mas também
os bichanos, entre outros.
Com os
atrasos nos vôos, os gatos ficam presos em suas minúsculas jaulinhas, tratados
como bagagem, sem qualquer assistência.
Existem
leis e regras que impõem deveres aos donos de animais, mas ainda falta obrigar
as companias aéreas deixarem de tratar os bichanos como fazem com seus iguais.
Segundo a
Declaração da Unesco quanto aos Direitos dos Animais, tem-se:
“Artigo 2o
a.
Cada animal tem o direito a respeito.
b. O
homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os
outros animais ou explorá-los, violando esse direito. Ele tem o dever de colocar
sua consciência a serviço dos outros animais.
c.
Cada animal tem o direito a consideração, à cura e à proteção do homem.
Artigo 3o
a.
Nenhum animal será submetido a
mau trato e a atos cruéis”.
A vida, em geral, tem
ficado em último plano. Em detrimento a vida dá-se importância ao lucro
financeiro e ao conforto. Incita-se o desrespeito, a falta de humanidade (ou
animalidade?), o individualismo, a falta de qualidade – no servir o semelhante e
de vida - e a falta de segurança.
O transporte aéreo tem
características específicas e exige atenção especial.
Sedar animais muito
novinhos não é permitido. E levá-los no colo, mesmo na gaiolinha (como é
permitido nos ônibus), também é contra o que prima a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária, a ANVISA; uma das fiscalizadoras que funciona no País.
Mas falta tratar os
bichinhos como viventes e não como trecos: exigir vacinas e modos de transporte
específicos é como impor regras similares as de qualquer outra carga, com normas
para embrulho e selos de segurança ou qualidade.
E a ANAC? E os órgãos que
defendem o meio ambiente? Com o que têm se preocupado? Que responsabilidade
social é essa tão ecoada e pouco praticada?
Historicamente, várias
Convenções foram feitas para discussão do repartir espaços aéreos, por exemplo.
No século atual, as preocupações deveriam ter evoluído.
Cabe a nós, amigos da
natureza – incluindo as Organizações Não Governamentais, as ONG’s - miarmos
pelos direitos dos nossos gatos e não permitir que qualquer vida vá pelos ares
sem o mínimo de cuidados e de segurança.
Miaus! |