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ISSN 1678-8419         última atualização em: segunda-feira, 17 de março de 2008 22:00:47                                               

 
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Colunistas

Repense! Faça sua empresa diferente!

Marizete Furbino

publicado em 17/03/2008


"Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite". Peter Drucker

 

(PARTE II)

6º) o cuidado e o zelo em prol da comunicação - é através da comunicação que alcançamos sinergia , uma vez que a comunicação nos permite unir forças, promover a integração e o inter-relacionamento entre pessoas e departamentos, permitindo que, todos além de conhecer, atuem de maneira a cooperar e a colaborar, somando forças e caminhando de forma interagida em prol dos objetivos organizacionais, procurando alcançar sempre a obtenção da maximização dos resultados, por meio de um trabalho em equipe. Fazer com que a comunicação flua de maneira satisfatória dentro de uma organização é de suma importância, uma vez que esta poderá determinar o sucesso ou o fracasso das organizações e negócios, influenciando no comportamento dos consumidores e nas relações de trabalho, gerando impacto positivo ou negativo na vida organizacional, quanto aos valores, à política e a cultura organizacional existente.

7º) a preocupação em fazer com que as  ações sejam pautadas na ética e na transparência - para as organizações do séc. XXI a ética não é mais uma opção e sim uma exigência de mercado. Através da ética, a organização realiza seu diferencial, ganhando respeito, confiança e credibilidade, portanto, tornou-se uma questão de sobrevivência. No mercado atual, o gestor deverá adotar sempre o comportamento ético, uma vez que este, além de render bons resultados, agrega valor à imagem da organização, portanto, ter consciência, tomar a decisão em ser ético e internalizar dentro da organização tais valores, trabalhando em prol da ética, constitui então, mais que um diferencial, constitui um compromisso que deverá assumir o gestor com a organização, enxergando a relevância da ética dentro de quaisquer organizações, comprometendo-se com os preceitos morais e preocupando-se cada vez mais com a questão dos valores, das condutas, dos princípios, dos comportamentos e do respeito, tornando-se imprescindível a ética dentro de uma organização, uma vez que o mercado está cada vez mais exigente e imagem é tudo. Torna-se necessário rever alguns princípios impregnados ainda em algumas organizações, que ainda existem e norteiam ações, tais como, a corrupção, o desejo de alcançar mais e mais não se importando com o como, a ausência do respeito mútuo, a individualidade, o egoísmo ainda enraizado em muitas organizações e que servem como erva daninha para as mesmas.

8º) a preocupação com o comportamento e com a atitude - com a competitividade cada vez mais acirrada, diplomas e mais diplomas não conta tanto, como no século anterior, o que se avalia muito, é, se o funcionário faz jus de fato ao titulo de colaborador, ou seja, se é realmente um intra-empreendedor, um colaborador pró-ativo, que possui iniciativa, visão do cenário de mercado, sempre preocupado com seus comportamentos e atitudes, enfim, se é um profissional que cuida da organização e executa ações como se o empreendimento fosse seu, enxergando-o com olhos não vendados e sim bem abertos, procurando agir sempre com ousadia, criatividade, inovação, se antecipando aos fatos, buscando mais e mais conhecimentos para alcançar eficiência e eficácia, procurando assim, fazer o diferencial. Por outro lado, é preciso que as organizações propiciem e incentivem um clima organizacional, onde possam implementar o empreendedorismo e o intra-empreendedorismo.

 

9º) a humildade , ousadia e energia - em meio a este cenário competitivo, humildade, ousadia e energia se tornaram a trilogia do momento, pois é preciso que se tenha humildade para reconhecer os erros e realizar os acertos; humildade para reconhecer que não somos o dono da verdade e que precisamos atuar dentro da organização de forma mais amena, realizando parcerias com todos os envolvidos no processo, procurando sempre realizar o trabalho em equipe, pois assim teremos um resultado grandioso. É preciso que se tenha ousadia para alcançar as realizações, para fazer de fato acontecer, e é preciso também que se tenha energia, disposição e muito fôlego para atuar com afinco, dedicação e muita sabedoria, e assim alcançar a eficiência e eficácia; caso contrário, correr-se-á sério risco de ser literalmente esmagado pelo mercado, degolado e engolido pelo cenário que aí está. Torna-se imprescindível ser excelente no que se propõe a fazer. É preciso romper com o passado e se predispor a mudar.

 

10º) a conscientização de  que cooperação, colaboração e confiança  se tornaram palavras de ordem no séc.XXI - para que a organização alcance um diferencial no mercado, é preciso que funcione como um ser humano, além de viva e atuante, funcione de forma integrada, interagida e interligada, de modo que, todos os envolvidos no processo organizacional realizem de fato cooperação e colaboração. Torna-se imprescindível somar forças. Torna-se imprescindível realizar a descentralização de ações, bem como de responsabilidades, através de uma relação de confiança entre todos os envolvidos.

 

11º) a preocupação com o clima organizacional, procurando manter o equilíbrio emocional- equilíbrio emocional se tornou palavra de ordem e manter-se neste estado, em momentos de conflito e tensão, constitui um dos quesitos indispensáveis para se fazer uma ótima administração. As tribulações, que porventura surgem, no decorrer da caminhada, dentro de qualquer organização, contribuem e muito no que tange ao crescimento pessoal, pois, ensina-nos a vencer nossas próprias limitações e a continuar vivendo com determinação e coragem, melhorando muito enquanto pessoa e enquanto profissional.

 

12º) a implantação da  política do “ganha-ganha” -valorizar a organização, o ambiente de trabalho, valorizar todas as pessoas envolvidas, primar pela ética, pela boa convivência e pelo respeito mútuo, realizando sempre a política do “ganha –ganha”, ou seja, a organização satisfaz as reais necessidades do colaborador e este satisfaz as reais necessidades da organização, portanto, de suma importância neste mundo globalizado.

Leia mais: Outros artigos da autora
 
  

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::sobre o autor::

Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa  e Professora Universitária na UNIPAC-Vale do Aço.
 

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