|
(PARTE II)
6º)
o cuidado e o zelo em prol da comunicação - é através da comunicação que
alcançamos sinergia , uma vez que a comunicação nos permite unir forças,
promover a integração e o inter-relacionamento entre pessoas e
departamentos, permitindo que, todos além de conhecer, atuem de maneira
a cooperar e a colaborar, somando forças e caminhando de forma
interagida em prol dos objetivos organizacionais, procurando alcançar
sempre a obtenção da maximização dos resultados, por meio de um trabalho
em equipe. Fazer com que a comunicação flua de maneira satisfatória
dentro de uma organização é de suma importância, uma vez que esta poderá
determinar o sucesso ou o fracasso das organizações e negócios,
influenciando no comportamento dos consumidores e nas relações de
trabalho, gerando impacto positivo ou negativo na vida organizacional,
quanto aos valores, à política e a cultura organizacional existente.
7º)
a preocupação em fazer com que as ações sejam pautadas na ética e na
transparência - para as organizações do séc. XXI a ética não é mais uma
opção e sim uma exigência de mercado. Através da ética, a organização
realiza seu diferencial, ganhando respeito, confiança e credibilidade,
portanto, tornou-se uma questão de sobrevivência. No mercado atual, o
gestor deverá adotar sempre o
comportamento ético, uma vez que
este, além de render bons resultados, agrega valor à imagem da
organização, portanto, ter
consciência, tomar a decisão em ser ético e internalizar dentro da
organização tais valores, trabalhando em prol da ética, constitui então,
mais que um diferencial, constitui um compromisso que deverá assumir o
gestor com a organização, enxergando a relevância da ética dentro
de quaisquer organizações, comprometendo-se com os preceitos morais e
preocupando-se cada vez mais com a questão dos valores, das condutas,
dos princípios, dos comportamentos e do respeito, tornando-se
imprescindível a ética dentro de uma organização, uma vez que o mercado
está cada vez mais exigente e imagem é tudo. Torna-se necessário rever
alguns princípios impregnados ainda em algumas organizações, que ainda
existem e norteiam ações, tais como, a corrupção, o desejo de alcançar
mais e mais não se importando com o como, a ausência do respeito mútuo,
a individualidade, o egoísmo ainda enraizado em muitas organizações e
que servem como erva daninha para as mesmas.
8º) a preocupação com o comportamento e
com a atitude - com a competitividade cada vez mais acirrada, diplomas e
mais diplomas não conta tanto, como no século anterior, o que se avalia
muito, é, se o funcionário faz jus de fato ao titulo de colaborador, ou
seja, se é realmente um intra-empreendedor, um colaborador pró-ativo,
que possui iniciativa, visão do cenário de mercado, sempre preocupado
com seus comportamentos e atitudes, enfim, se é um profissional que
cuida da organização e executa ações como se o empreendimento fosse seu,
enxergando-o com olhos não vendados e sim bem abertos, procurando agir
sempre com ousadia, criatividade, inovação, se antecipando aos fatos,
buscando mais e mais conhecimentos para alcançar eficiência e eficácia,
procurando assim, fazer o diferencial. Por outro lado, é preciso que as
organizações propiciem e incentivem um clima organizacional, onde possam
implementar o empreendedorismo e o intra-empreendedorismo.
9º) a humildade , ousadia e energia - em
meio a este cenário competitivo, humildade, ousadia e energia se
tornaram a trilogia do momento, pois é preciso que se tenha humildade
para reconhecer os erros e realizar os acertos; humildade para
reconhecer que não somos o dono da verdade e que precisamos atuar dentro
da organização de forma mais amena, realizando parcerias com todos os
envolvidos no processo, procurando sempre realizar o trabalho em equipe,
pois assim teremos um resultado grandioso. É preciso que se tenha
ousadia para alcançar as realizações, para fazer de fato acontecer, e é
preciso também que se tenha energia, disposição e muito fôlego para
atuar com afinco, dedicação e muita sabedoria, e assim alcançar a
eficiência e eficácia; caso contrário, correr-se-á sério risco de ser
literalmente esmagado pelo mercado, degolado e engolido pelo cenário que
aí está. Torna-se imprescindível ser excelente no que se propõe a fazer.
É preciso romper com o passado e se predispor a mudar.
10º) a conscientização de que cooperação,
colaboração e confiança se tornaram palavras de ordem no séc.XXI - para
que a organização alcance um diferencial no mercado, é preciso que
funcione como um ser humano, além de viva e atuante, funcione de forma
integrada, interagida e interligada, de modo que, todos os envolvidos no
processo organizacional realizem de fato cooperação e colaboração.
Torna-se imprescindível somar forças. Torna-se imprescindível realizar a
descentralização de ações, bem como de responsabilidades, através de uma
relação de confiança entre todos os envolvidos.
11º) a preocupação com o clima
organizacional, procurando manter o equilíbrio emocional- equilíbrio
emocional se tornou palavra de ordem e manter-se neste estado, em
momentos de conflito e tensão, constitui um dos quesitos indispensáveis
para se fazer uma ótima administração. As tribulações, que porventura
surgem, no decorrer da caminhada, dentro de qualquer organização,
contribuem e muito no que tange ao crescimento pessoal, pois, ensina-nos
a vencer nossas próprias limitações e a continuar vivendo com
determinação e coragem, melhorando muito enquanto pessoa e enquanto
profissional.
12º) a implantação da política do
“ganha-ganha” -valorizar a organização, o ambiente de trabalho,
valorizar todas as pessoas envolvidas, primar pela ética, pela boa
convivência e pelo respeito mútuo,
realizando sempre a política do “ganha
–ganha”, ou seja, a organização satisfaz as reais necessidades do
colaborador e este satisfaz as reais necessidades da organização,
portanto, de suma importância neste mundo globalizado. |