spacer

 

ISSN 1678-8419         última atualização em: segunda-feira, 13 de julho de 2009 22:42:30                                               

 
  Principal
 Agenda
 Artes e Artesanato
 Colunistas
 Cultura
 Crônicas
 Econotas
 Editorial
 Educação
 Em Questão
 Em Rhede
 Entrevistas
 Humor
 Política e Cidadania
 Reportagens
 Mirim
 Notícias
 Outras edições
 Poesia e Contos
 Reflexão
 Expediente
 Sócio Ambiental
 Terceira Idade
 Terceiro Setor
 Turismo
   Participe
 Cartas
 Blog
 Fale Conosco
   Especiais
 Igrejas
 Meio Ambiente
 SP 450 anos
 Memória Sindical
 Assédio Moral
 Vitrine do Giba
 Nosso Dáimon
 O Grito do Ipiranga
 Mirim
 Feiras e Mercados
 Em RHede
 Econotas
 Ambientais
 Agenda
.
Leia na Revista Partes
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CRôNICAS

Kryptonita e idéias do outro mundo

   

Antonio Brás Constante

publicado em 30/05/2007

 

            Depois que disseram haver no Brasil verdadeiros heróis atuando na área política a troco de míseros salários polpudos, começaram a aparecer artefatos capazes de combater esses seres (extra)ordinários. Foi o caso da kryptonita encontrada na Sérvia, que apesar de não emitir radiação ainda pode ser letal aos intitulados heróis. Para isto basta juntar uma grande quantidade do tal material (duas toneladas ou mais), e arremessar em cima de cada um deles, procurando garantir (para nossa própria sobrevivência) que eles não sobrevivam ao impacto.

           

Uma outra notícia divulgada foi sobre a descoberta de um planeta similar a Terra, com um habitat no qual a humanidade conseguiria viver. Em decorrência de tal fato poderíamos começar a pensar na criação de uma gigantesca nave ao estilo da arca de Noé. Dotada com compartimentos de criogenia para manter vivos seus ocupantes durante a viagem de alguns milhões de anos. E finalmente, encontrar alguém com boa pontaria que conseguisse lançá-la ao seu destino, de preferência sem bater em nada durante o percurso.

            Tal idéia seria ainda melhor se os passageiros escolhidos, fossem constituídos integralmente por corruptos de todas as espécies, déspotas de todos os níveis e nações, bem como de outros tipos indesejáveis, tais como: lideres de facções criminosas, integrantes de facções criminosas, aspirantes e simpatizantes de facções criminosas, etc.

            Algo assim já foi pensado pelo escritor Douglas Adams, na sua trilogia de “quatro” livros, conhecida como o guia dos mochileiros das galáxias. Conforme Adams, a raça humana não se originou dos macacos, da água, ou do barro, mas sim de um descarte feito por extraterrestres (quem sabe moradores do tal planeta recém descoberto), que enviaram uma parcela “pouco desejável” de sua sociedade rumo ao nosso planeta, iniciando assim uma colonização que começou mal e está ficando cada vez pior. O que estaríamos fazendo através do envio de nossa arca espacial, seria devolver-lhes na mesma moeda o presente de seus ancestrais.

 

            A humanidade uma vez livre de seus principais corruptores, algozes e similares, poderia finalmente aplicar de forma útil o dinheiro arrecadado dos impostos. Investindo em educação, saúde, moradia, etc. Com uma parte do dinheiro poderiam ser contratados grandes administradores de empresas. Gente com potencial e conhecimento, que caso não administrasse direito os recursos da humanidade, colocaria novamente o mundo em estado de risco e esta terrível visão provavelmente lhes manteria na linha (estou tentando ser otimista). Seria algo bom inclusive para os que fossem embora. Pois, trocariam um mundo cheio de poluição e com recursos naturais cada vez mais escassos, por um novo mundo, inexplorado e prontinho para ser conquistado.

           

Encerrando este texto desenvolvido com base nas notícias dos últimos dias, fica a lembrança da proposta do presidente americano, que teria sugerido (após a tragédia do estudante que assassinou várias pessoas e depois se matou) a criação de um sistema capaz de detectar pessoas com problemas mentais, e assim poder tirá-las do convívio da sociedade para tratamento. Se algo assim fosse criado, quem sabe com um pouco de sorte, ele também não acabasse sendo detectado e finalmente colocado em seu devido lugar, ou seja, em uma cela acolchoada com direito a camisa de força e choques elétricos, para que pudéssemos enfim descansar das insanidades provenientes de seu governo.

 

 
  

spacer
::sobre o autor::

 Antonio Brás Constante é  natural de Porto Alegre. Residente em Canoas RS. Bancário. Bacharel em Ciência da Computação. Membro da ACE (Associação Canoense de Escritores).

::contato com o autor::

Fale com o autor clicando aqui.

 
::uma foto::


 
   ::participe::
 Cartas
 Blog
 Fale Conosco
 
 

::outras crônicas::

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Normas para publicar artigosRevista Virtual Partes

::apoiadores::






© copyright Revista P@rtes 2000-2007
Editor: Gilberto da Silva (Mtb 16.278)
São Paulo - Brasil
spacer