ISSN 1678-8419  

Última atualização feita em:20-06-2005 17:56
 
  Principal
 Cultura
 Crônicas
 Editorial
 Educação
 Em Questão
 Em Rhede
 Entrevistas
 Política e Cidadania
 Reportagens
 Notícias
 Outras edições
 Poesia e Contos
 Reflexão
 Expediente
 Sócio Ambiental
 Terceira Idade
 Terceiro Setor
 Turismo
 
   Participe
 Cartas
 Blog
 Fale Conosco
 Institucional
 
   Especiais
 Igrejas
 Meio Ambiente
 SP 450 anos
 
   Blogs
 Artes e Artesanato
 Colunistas
 Econotas
 Humor
 Memória Sindical
 Mirim
 Assédio Moral
 Vitrine do Giba
 Nosso Dáimon
 O Grito do Ipiranga
 Mirim
 Feiras e Mercados
 Em RHede
 Econotas
 Ambientais
 Esportes
 Agenda
 Crônica

Não há violência e nem injustiça em meu Maceió
Por Maria do Socorro Farias Ricardo



 

As minhas últimas lágrimas eu deixei pra Maceió lavar Pajuçara, Ponta Verde, Ipioca, Paripoeira: um mundo de mar.

 

Meu Maceió não têm prédios altos habitados por príncipes e princesas, têm areias brancas e coqueiros gogós-da-ema; meu Maceió despossui favelas, casas feias, possuem sonhos ecológicos, casas mágicas; meu Maceió não existem analfabetos

nas ruas de Jorge de Lima, de Jorge Cooper; meu Maceió vende no supermercado bumbas-meu-boi, reisados e pastoris encantados.

 

Não há injustiça nem violência em meu Maceió:Pontes de Miranda não deixa, não permite rixa, não deixam as palavras do velho Aurélio Buarque.

 

As lagoas, os bairros cheios de ônibus espaciais que viajam entre as estrelas, as galáxias; meu Maceió tem um bairro cheio de sacis musicais, outro cheio de sereis e centauros marcianos; nas lagoas moram mães-dágua rendeiras com seus bilros que não deixam faltar roupas pros povos alagoanos; não há cemitérios, porque aqui ninguém morre. Fica encantado.

Homens caminham com seu pincinês; mulheres e crianças rezam;

há frutas em abundância na Palmeira herdada dos caetés

na casa defronte ao CAIC que comporta uma fábrica de sucos.  


 

 

 

O Natal do filho de um funcionário público
Por Maria do Socorro Farias Ricardo
publicado em 01/12/2006

 

Clique aqui e leia as últimas notícias
 

                        
 

 

 

 

Maria do Socorro Farias Ricardo

filha do maestro José Ricardo Sobrinho e Lu Ricardo Farias. Sua literatura recebeu elogios na Universidade de Blumenau, na Revista de Divulgação Cultural, foi assunto em dissertação de mestrado na UFAL, falando sobre uma pessoa importante do Estado, e em tese de doutorado por aluna Teresa Kleba Lisboa, da UFSC. Artigos no Jornal Barreiros, do jornalista Rogério Salgado, Belo Horizonte, no Jornal de Educação de Joinville, SC, no Jornal de Blumenau, no Jornal Tribuna de Alagoas, no Jornal de Santa Catarina e no Jornal Gazeta de Alagoas. Com elogios de Djalma Melo Carvalho e do jornalista Agamenon Magalhães Jr. Lançou seu primeiro livro JOSÉ RICARDO SOBRINHO UM MÁGICO DA MÚSICA, 1997, em Blumenau e Alagoas.
mariasricardo@gmail.com

 

© copyright Revista P@rtes 2000-2006
Editor: Gilberto da Silva (Mtb 16.278)
São Paulo - Brasil