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ISSN 1678-8419         última atualização em: segunda-feira, 13 de julho de 2009 21:57:16                                               

 
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CRÔNICAS

Bandido e herói

Nair Lúcia de Britto

publicado em 04/08/2008

 

 

Nos noticiários vistos pela televisão sobre uma moça que foi refém de um “bandido”, na praia do Guarujá, ouvi alguns depoimentos declarando que o caso teve um “final feliz”.

Realmente, a jovem agiu com inteligência e tranquilidade e acabou se salvando, graças a Deus!

Mas e o rapaz? Que triste fim para um garoto de apenas dezenove anos!

Mais um “Pixote” da vida...

Nem por um momento ele destratou sua refém; ao contrário, procurou tranquilizá-la avisando-a de que nada lhe aconteceria; que queria apenas se proteger e que, no fundo, estava tão apavorado quanto ela.

Foi um verdadeiro herói quando preferiu voltar a arma contra a própria cabeça do que matar alguém.

Como a refém, ele também era era uma vítima, fruto do caos social em que vivemos.

Demonstrou que era uma pessoa de boa índole; tinha tudo para ser regenerado e ser feliz...

Por isso eu acho que esse caso foi feliz por um lado, mas muito desastroso por outro. Creio que nem os próprios policiais se vangloriaram com esse triste desfecho, porque o papel da Polícia é promover a paz, a segurança e a ordem; e não a crueldade.

Essa história teria tido um final realmente feliz, se o rapaz tivesse se entregado à Policia; sido recuperado e conquistado, por seus próprios méritos, uma nova oportunidade.

Claro que eu fiquei contente pela jovem que teve sua vida preservada pela competente ação policial e por uma luz que iluminou a mente do rapaz; que, afinal de contas, provou que tinha um bom coração.

Mesmo assim, ninguém chorou por ele...

Mas eu chorei!...  

 
 
 
  

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