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ISSN 1678-8419         última atualização em: segunda-feira, 01 de março de 2010 21:53:40                                               

 
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CRÔNICAS

De mulher para mulher II

Nair Lúcia de Britto

publicado em 01/03/2010

Fisicamente, a mulher é mais fraca que o homem porque Deus destinou a ela tarefas mais suaves e mais sublimes. Em vez de força física a mulher ganhou sensibilidade, generosidade, paciência e o poder sublime de gerar uma vida.

 

Além de inteligência e maior praticidade, Deus deu ao homem a força física, para cumprir as tarefas mais árduas, proteger a mulher e os filhos que gerou com ela.

 

As diferentes aptidões atribuídas respectivamente ao homem e à mulher não são, de forma alguma, para criar rivalidade entre os sexos.

 

Foi para que, juntos, homens e mulheres unam suas forças e sejam capazes de grandes realizações; tendo, indiscutivelmente os mesmos direitos.
 

O homem que usa da sua força física para dominar a mulher está infringindo uma lei natural que é não fazer ao outro aquilo que não quer que lhe façam.

 

É um retrocesso em termos de evolução, é retornar ao comportamento do homem das cavernas ou à barbárie.

 

Por sua vez, a mulher que usar de seu poder de sedução para satisfazer interesses pessoais também comete uma agressão ao homem; igualmente peca contra a mesma lei natural que é a de respeitar seu próximo.

A igualdade de direitos entre os sexos é uma lei humana que deve se fazer valer para que ocorra o progresso da civilização. Uma luta mais do que justa na qual a mulher já conquistou o direito de votar, de estudar, de trabalhar, de escolher o seu marido, de romper com um casamento que não deu certo; de participar da política, de ter opinião própria, de escolher seu destino e conquistar seu espaço.

 

Contudo, igualdade de direitos não significa ter a mesma “liberdade sexual” da qual os homens tanto se envaidecem, sem motivo algum.

 

Isto porque o maior erro está em confundir liberdade sexual com sexo promíscuo.

 

Liberdade sexual é ter o direito de escolher o seu parceiro de forma racional, quando existe sentimento, quando se respeita a própria saúde e a de terceiros; e quando se está capacitado para criar e educar um filho, caso ele venha!

Se o homem pratica sexo aleatoriamente porque nele o instinto fala mais alto; ou porque a carne é fraca (como dizem eles), a mulher que tiver o mesmo comportamento não está conquistando nada. É pura ilusão!

 

Além disso, não pode dar a desculpa do instinto porque o que sobra nela é sensibilidade.

 

Com a prática do sexo irresponsável nem o homem e nem a mulher estarão construindo nada, muito menos colaborando para o progresso da humanidade. Mais provavelmente estarão arranjando muitos problemas.
 

 

Cabe às mulheres usar de sua sensibilidade para darem mais juízo aos homens; e não cometer os mesmos erros deles!

 

NAIR LÚCIA DE BRITTO
Jornalista

 
 
  

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