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Na noite de ontem (10/07/2010), no JORNAL
NACIONAL, da Rede Globo, foi assustadora a estatística apresentada nos casos
de violência à mulher.
Os motivos que estão em maior evidência são
"pensão alimentícia" e o "machismo" ainda presente na população masculina
quando o homem não aceita o término do relacionamento amoroso por iniciativa
da mulher.
Os casos de violência aumentam a cada dia
não só quando o homem é agressor como também quando não existe a devida
cautela por parte da mulher, ao se envolver intimamente com um parceiro que
mal conhece.
Psiquiatras e médicos ginecologistas têm
feito vários alertas às mulheres através da mídia sobre o grave perigo num
envolvimento imaturo...
Quanto à saúde, o resultado são doenças que
se alastram. A falta de cuidado em relação à própria saúde leva a vários
tipos de enfermidades; e a irresponsabilidade e o desrespeito para com o
outro leva à proliferação dessas mesmas doenças.
Sob meu ponto de vista, para se previnir da
violência, a mulher deveria, antes de se envolver num relacionamento,
procurar saber os antecedentes do rapaz pelo qual se interessa.
Como ele se porta com os amigos? E com a
mãe dele, ele é um filho carinhoso, protetor e amigo? Como ele se comportou
com suas antigas namoradas? Soube enfrentar bem as frustrações que todos nós
temos na vida?
É uma pessoa de hábitos higiênicos e que
valoriza a saúde? Que tal ambos checarem se estão devidamente imunes de
algum problema de saúde antes de se relacionarem e, depois, manter
fidelidade mútua?
Ter filhos com um homem com quem você não
tem nenhum vínculo afetivo e nem a menor chance de um dia poder constituir
uma família... Depois exigir pensão propicia muitas desavenças que quase
sempre acabam em violência, com muitos prejuízos emocionais para uma criança
inocente.
Na minha opinião, quando o homem não assume
a paternidade, o melhor a fazer é desistir da "pensão", oferecer à criança
um ambiente de paz e criá-la com o fruto do próprio trabalho.
Mas isso não é justo! Não, não é. É
difícil! Bastante. Por isso a mulher deve escolher muito bem o pai do seu
filho.
Para o bem dele e da própria mulher que o
gerou.
Nair Lúcia de Britto.
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