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ISSN 1678-8419         última atualização em: quarta-feira, 07 de maio de 2008 21:00:37                                               

 
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CRôNICAS

Zoodrama

   

 Roberto Carlos Simões Galvão

publicado em 07/05/2008

          

A cadela da Dona Zebrina não toma jeito; outro dia pude vê-la pulando a cerca a fim de encrencar com o cavalo do Leôncio, um fabricante de inseticidas.

Leôncio, morador antigo na cidade de Garça, sabia muito bem que, às vezes, de um simples acontecimento surge uma grande confusão; e foi assim que tudo se deu. O fabricante de inseticidas, aliás, nunca fez o tipo de quem se possa dizer: ele é incapaz de fazer mal a uma mosca.

João Lobato - que falava como um papagaio -, se incumbiu de espalhar o ocorrido entre os vizinhos, e logo todos estavam a par. Até a Maria Pinto, que só tem minhocas na cabeça, ficara sabendo. Considerando que esse tipo de coisas costuma dar bode, não faltou quem criticasse. A cascavel da Leonilda pôs-se logo a acirrar os ânimos, acrescentando à história fatos que comprometiam a todos.

A discussão foi feita e houve quem virasse uma fera. Alguns, entretanto, ouviam tudo, indiferentemente, como fossem bois de presépio.

Mantive-me afastado, pois em briga de vizinho quem diz estar com a razão quer mesmo é vender seu peixe. Sou macaco velho e não caio nessa. Fiquei de lado com minha gata, que está esperando a cegonha e não pode se enervar. Ademais, o domingo já lá vai e segunda-feira é, pois, amanhã, dia de esquecer os grilos e a preguiça.

 

 

 
  

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Roberto Carlos Simões Galvão, Bacharel em Direito. Especialista em Filosofia Moderna e Contemporânea pela UEL. Universidade Estadual de Maringá

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