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Quando pegamos de fato para analisar de fato obras de Jackson Pollock,
por diversas vezes leigos e pessoas não ligadas ao movimento
expressionismo, observam o seu trabalham e notoriamente dizem: Isto
qualquer um pode fazer. De fato, segundo filosofias e anedotas
universais, o que um faz, justamente o outro pode fazer. Eis a questão,
então, porque só Jackson Pollock teve a “coragem de mostrar ao mundo o
seu trabalho através de sua arte expressionista totalmente abstrata,
antes configurada como “ loucura ” e logo em seguida transformada em
arte? A pergunta fica , porém a resposta sempre configura como devaneios
e tempos em resposta e espera por uma linha de raciocínio mais
questionadora. A ligação entre a figura e a pintura abstrata no mundo
sempre gira um contexto enorme. Muitas pessoas não aceitam que o
abstrato de fato é uma arte.
O
pensamento humano configura-se de tal maneira. Arte é aquilo que podemos
analisar e compreender. Algumas pessoas não compreendem uma arte
abstrata por não parar e pensar o sentido literal de uma questão. Às
vezes arte, não significa que você precise dar sentido a algo, arte está
ligada a movimento, causas, rebeldia, inquietações, criatividade,
exposições, devaneios e conclusões sobre uma linha de pensamento, sejam
esta uma linha de pensamento reflexiva e plausível ou caótica e
perturbadora.

A sua forma categórica de trabalhar as suas telas era
justamente ficar em cima dela como o centro das atenções. Talvez sua
concepção fosse “ estou em cima das minhas obras ” , nelas, eu além de
criador sou o responsável por suas principais formas e pensamentos
expoentes. De fato, se analisarmos deve lá ter suas enormes formas
proeminentes de questionar alguns estilos de pensamentos sobre as
ligações de Jackson Pollock com o expressionismo abstrato tratar-se de
arte, deve-se muito a ele, em sentido literal e atemporal. Como é de
notar, Pollock literalmente estava sobre total controle sobre suas
obras. Nele, o ponto crítico e crucial era justamente ele mesmo.
Figurava como um maestro em uma orquestra ordenando tais conjuntos a
seguir e quais ligações as mesmas poderiam de fato estar de acordo com a
sua linha de pensamento. Tratando de movimento abstrato, muito analisam
se de fato a mesma possui algum tipo de linha de pensamento. Obviamente
que sim, nada parte do zero, assim vamos por dizer. Nem se for por ritos
culturais ou afins, Jackson Pollock tinha lá as suas razões para pintar,
expressar sua total criatividade, demonstrar angustias, a fim de
determinar suas depressões e devaneios próprios na qual a arte abstrata
configura sempre como uma forma expoente de funções relativas aos
movimentos de determinados analistas em questão.

Nota-se nitidamente como Jackson Pollock trabalhava suas formas de
exposição de pensamentos em uma linha bastante caótica assim vamos por
dizer. Suas telas não possuíam de fato um enquadramento exato. Era o que
digamos uma certa analogia de pensamentos conflitantes em questão.
Talvez para os mais brilhantes teóricos, Pollock de fato sabia lidar a
expressividade abstrata com êxito, para alguns, os quadros de Jackson
Pollock são telas pouco difundidas e com poucas importâncias culturais.
Certamente, quem pensa desta forma, na qual Jackson Pollock não
contribuiu para o movimento da arte em si, está mais enganado plenamente
possível
Jackson Pollock foi um bom aluno, foi crucial para um movimento
abstrato, foi expoente de uma linha de pensamento criada por Max Ernst ,
a tal arte tão contestada o 'dripping' (gotejamento). Os quadros de
Pollock eram pingos escorrendo de forma harmoniosa em suas telas, suas
dimensões e suas criações. Além de não possuir cavalete e nem pincéis,
podemos citar Jackson Pollock como referencia mundial ao abstrato
expressionista, na qual segundo suas próprias definições “A pintura é
uma autodescoberta. Todo bom artista pinta o que ele é “ – Jackson
Pollock.
Igor Chiesse Alves de Oliveira – Graduado em comunicação social / Pós
graduando em gerenciamento de projetos da tecnologia de informação /
Cursando MBA em gestão Administrativa e MKT. |