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ISSN 1678-8419         última atualização em: segunda-feira, 04 de outubro de 2010 22:19:59                                               

 
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CULTURA  CINEMA

Moscou, Bélgica

Nair Lúcia de Britto

publicado em 04/10/2010

(Bélgica – 2008)

A história do filme transcorre num bairro da periferia, na Bélgica. O bairro tem o nome de Moscou e os moradores que ali predominam são da classe trabalhadora.

A personagem principal é Matty, uma mulher de 41 anos e mãe de três filhos. Certo dia, quando vai a supermercado, bate seu carro contra um caminhão, dentro do estacionamento.

O dono do veículo é doze anos mais jovem que ela. Rapidamente, ele salta da cabine e constata, enfurecido, que o seu pára-choque dianteiro estava todo amassado.

Volta-se para Matty aos gritos. Ela, a princípio, mostra-se chocada; mas, depois, responde com sarcasmo. A discussão fica tão acalorada que a Polícia aparece Assim que retorna a casa, Matty procura recuperar-se do mau-estar causado pelo episódio desagradável, debaixo do chuveiro. Nisto, o telefone toca... era Johnny pedindo desculpas pelo seu comportamento agressivo, mas Matty não quer conversa...

Ele, porém, não deixa por menos e, passado alguns dias, vai até à casa dela, já com o caminhão consertado.

Este filme, que tem sua estréia programada para o dia 24 de setembro, em São Paulo, tem a direção de Christophe Van Rompaey e foi premiado no Festival de Cannes, em 2008.

 

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::sobre o autor::

Nair Lúcia de Britto
Eu, Nair Lúcia de Britto nasci em Joanópolis (SP). Meu primeiro contato com as letras foi através do meu pai, que também era poeta, Arthur José dos Reis Britto.

Passei toda minha infância em Santos(SP), o que talvez explique minha paixão pelo mar... Em vez de me contar histórias, meu pai declamava versos dos poetas clássicos, e eu adorava...

Quando cursei o Clássico, eu me sobressaía em Literatura e aprendi muito com a minha professora: Sara Capellari.

Formei-me em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, em 1977, em São Paulo (SP.) E meu primeiro emprego foi na revisão da Folha de São Paulo. Posteriormente trabalhei na Editora Nova Cultural, preparando textos de livros e revistas.

Escrevi vários textos infantis, publicados na Folhinha de S. Paulo; comentários de livros e filmes para a revista “Contigo”; e crônicas, publicadas na Folha da Tarde (SP) na coluna do jornalista Mário de Morais.

Ao escrever meu primeiro conto “A Virgem Marina”, fui muito incentivada pelo jornalista e escritor Wladir Duppont, que na década de 80 era o editor da revista “Nova”. Escrevi então outros contos de amor, publicados em várias revistas da Editora Abril.

Em São Vicente(SP) fui repórter e cronista do jornal “Primeira Cidade”, onde recebi o estímulo do ex-prefeito da cidade, Antonio Fernando dos Reis, dono do jornal. A partir daí eu fui em frente... Além de prosas, passei a escrever também comentários de filmes de arte; publicados, atualmente, na revista virtual Partes.

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