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ISSN 1678-8419         última atualização em: sexta-feira, 04 de março de 2011 21:35:59                                               

 
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CULTURA  CINEMA

O amor pode dar certo

Nair Lúcia de Britto

publicado em 12/01/2011

(EUA – 2006)

Às vezes a vida conduz as pessoas a uma situação muito difícil e tão sofrida que, ao passar por esses momentos de angústia, elas ficam perdidas, sem saber o rumo que devem seguir...

Mas deixar-se levar pelo desespero é o pior caminho. Pois os resultados tornam o sofrimento maior ainda...

O Amor pode dar Certo não é simplesmente um filme romântico. Embora conte uma história triste, traz uma mensagem muito positiva.

A história começa quando Griffin (Dermot Mulrone) encontra-se numa clínica médica e, enquanto aguarda ser atendido, ele brinca com uns peixinhos que nadavam dentro de um aquário.

Sentado diante da médica, ele recebe friamente a notícia de que lhe resta pouco tempo de vida. Intimamente ele sente que o mundo desabando sobre sua cabeça. Não se desespera, e reflete sobre o que poderia fazer no pouco tempo que tinha para viver. A primeira idéia que lhe vem à mente são os filhos que moravam com sua ex-mulher.

Mas quando chega até eles, a recepção da mãe dos garotos é péssima. Ele deixa, então, a visita para um outro dia.

Depois, procura ler livros que tratam sobre o problema que vivencia e assiste palestras que podem ajudá-lo a enfrentar seu destino.

É justamente numa dessas palestras na Universidade de New York que ele conhece Sarah Phoenix (Amanda Peet), uma moça bonita pela qual se sente imediatamente atraído. Sabe que não tem direito algum a um envolvimento mais sério, pois não seria justo para com ela.

Mas a atração é mútua e o envolvimento é inevitável...

Como essa relação se desenrola é uma lição de vida e revela que, quando o amor é verdadeiro, o tempo não existe e esse sentimento supera as situações mais complicadas.

A trilha sonora acompanha o filme com a mesma delicadeza e doçura... Uma dessas lindas canções, do incrível e magnífico Bob Marley, aquece o coração e só traz lembranças bonitas...

I can see clearly, the rain is gone

I can see all obstacles in my way

Gone are the dark clouds that had my blind

It's gonna be a bright, bright, bright

Sun-Shiny day...”

Eu posso ver claramente, agora que a chuva se foi

Eu posso ver todos os obstáculos no meu caminho

Foram-se as nuvens escuras que não me permitiam ver

Vai ser um brilhante, brilhante, brilhante

Dia de sol...

 

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::sobre o autor::

Nair Lúcia de Britto
Eu, Nair Lúcia de Britto nasci em Joanópolis (SP). Meu primeiro contato com as letras foi através do meu pai, que também era poeta, Arthur José dos Reis Britto.

Passei toda minha infância em Santos(SP), o que talvez explique minha paixão pelo mar... Em vez de me contar histórias, meu pai declamava versos dos poetas clássicos, e eu adorava...

Quando cursei o Clássico, eu me sobressaía em Literatura e aprendi muito com a minha professora: Sara Capellari.

Formei-me em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, em 1977, em São Paulo (SP.) E meu primeiro emprego foi na revisão da Folha de São Paulo. Posteriormente trabalhei na Editora Nova Cultural, preparando textos de livros e revistas.

Escrevi vários textos infantis, publicados na Folhinha de S. Paulo; comentários de livros e filmes para a revista “Contigo”; e crônicas, publicadas na Folha da Tarde (SP) na coluna do jornalista Mário de Morais.

Ao escrever meu primeiro conto “A Virgem Marina”, fui muito incentivada pelo jornalista e escritor Wladir Duppont, que na década de 80 era o editor da revista “Nova”. Escrevi então outros contos de amor, publicados em várias revistas da Editora Abril.

Em São Vicente(SP) fui repórter e cronista do jornal “Primeira Cidade”, onde recebi o estímulo do ex-prefeito da cidade, Antonio Fernando dos Reis, dono do jornal. A partir daí eu fui em frente... Além de prosas, passei a escrever também comentários de filmes de arte; publicados, atualmente, na revista virtual Partes.

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