A idéia de
reunir num livro, relatos de leitores ou ouvintes de Zíbia
Gasparetto,
contando suas experiências espirituais deu tão certo, que a Editora Vida e
Consciência lançou recentemente o volume 2
do livro, contando
os novos relatos que foram chegando às mãos da escritora.
A seriedade
dessas narrativas, feitas com tão boa vontade e simplicidade, colaboram para
provar que existe uma outra vida espiritual, em continuidade à vida
terrestre.
A
conscientização dessa grande verdade significa um novo alento e esperança
para humanidade. Mostra inclusive a importância de buscar o aprimoramento da
alma, juntamente com os cuidados com o nosso corpo físico que abriga essa
alma, durante a nossa permanência no globo terrestre.
Zibia
Gasparetto aprendeu a ler aos quatro anos de idade. Aos oito já escrevia
histórias, mas ao chegar na adolescência deixou esse hábito de lado. Só
voltou a escrever na vida adulta, quando começou a psicografar.
Como foi
isso? Foi assim:
Zíbia e o esposo
costumavam estudar Allan Kardec. Uma vez por semana liam um livro de autoria
dele. Percebeu, então, que sua mão doía e se movimentava contra a vontade
dela. Tomando o papel e o lápis, à sua frente, começou a escrever
rapidamente.

Ambos
frequentavam a Federação Espírita, onde Zíbia trabalhou como médium de
incorporação (uma das formas de mediunidade que consiste em emprestar seu
corpo físico para que um espírito possa se manifestar e solicitar ajuda).
Também psicografava e, algumas vezes, praticava o dom da xenoglossia (faculdade
de escrever ou falar outros idiomas). Ocasião em que também recebia contos,
orientação espiritual, histórias; e foi assim que passou a escrever os
romances que veio a psicografar logo a seguir.
Passou a
estudar sobre Psicografia. Esse estudo foi a porta que se abriu à sua
sensibilidade; pois começou a entender vários mistérios que antes não
compreendia; e que existem muitos outros a serem desvendados. E assim
prosseguiu estudando para saber mais.
Seus estudos
e sua experiência fizeram com que percebesse a importância de dominar nossos
medos e se proteger de energias alheias (nem sempre benéficas) às nossas
próprias energias. E que, sob a influência positiva dos espíritos evoluídos,
a mediunidade pode ser uma fonte de luz, de conhecimento e saúde.
A vida
espiritual abre as portas do futuro; derrotando a morte, mostrando que somos
seres imortais, diz a escritora.