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ISSN 1678-8419         última atualização em: sexta-feira, 15 de maio de 2009 22:55:35                                               

 
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CULTURA  Livros

Fada Consciência, uma amiga muito especial

 

Nair Lúcia de Britto

publicado em 15/05/2009

 

 

Qual é a mamãe que não se preocupa com sua prole? com sua saúde, com sua alimentação, com o asseio; se estão bem na Escola, se fizeram a lição direito ou que presente comprar em alguma data especial...

Tudo isso é muito importante, sem dúvida; mas e quanto aos sentimentos das crianças... Será que está tudo bem?

Foi com essa preocupação que A Editora Vida e Consciência lançou um livro de literatura infantil “FADA CONSCIENCIA, uma amiga muito especial”. A autora é Silvana Gaparetto, filha de Zíbia e Aldo Gasparetto.

Desde cedo Silvana acompanhou o trabalho espiritual dos pais junto a pessoas carentes e frequentando aulas de moral cristã na Federação Espírita de São Paulo.

Ainda adolescente passou a ministrar aulas de educação espiritual no “Centro Espírita Os Caminheiros”. Lá, ela escrevia histórias e realizava apresentações para as crianças.

Formou-se em assistência social e, hoje, trabalha ao lado de sua mãe e de seu irmão, Luiz Gasparetto, como diretora executiva da Editora Vida e Consciência.

FADA CONSCIÊNCIA, uma amiga muito especial”, é sua primeira obra publicada, dedicada ao universo infantil; lindamente ilustrada por Daniel Pegly.

O livro conta a história de uma menina chamada Celinha que vivia sempre alegre e feliz, brincando com seus dois irmãos. Eles adoravam passar o dia na casa da vovó, que morava num sítio cercado de plantações e animais e onde tinha um lago muito bonito!

Mas um belo dia Celinha não quis brincar! Apesar de todas as belezas que cercavam o sítio, não via graça em nada...

Será que era isso que os adultos chamavam de tristeza? Mas como fazer para mandar essa tristeza embora?

Eis que surge a Fada Consciência, envolta por uma nuvem de lindas borboletas azuis, para explicar à menina.

A escritora ressalta em seu livro que é muito importante para as crianças descobrir a força interior que existe nelas; capaz de ajudar a resolver suas dificuldades de forma natural.

“Podemos chamar essa força interior, com a qual todos nós nascemos, de Essência Superior, Deus, Intuição, Alma... O nome não é o mais importante”, diz Silvana. O mais importante é auxiliar a criança a se identificar com sua força interior e ensiná-la como se conduzir, através de atitudes inspiradas num conjunto de valores éticos e sociais, que levam à realização e ao progresso.

Ao seu final, o livro consta de algumas páginas para a criança colorir os personagens da história; e ainda de um CD para brincar, no computador, com os jogos. É uma graça, ao movimento do cursor, ver as borboletinhas azuis voarem de um lado para o outro...

NAIR LÚCIA DE BRITTO

 

  

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::sobre o autor::

Nair Lúcia de Britto é jornalista e poeta.

Eu, Nair Lúcia de Britto nasci em Joanópolis (SP). Meu primeiro contato com as letras foi através do meu pai, que também era poeta, Arthur José dos Reis Britto.

Passei toda minha infância em Santos(SP), o que talvez explique minha paixão pelo mar... Em vez de me contar histórias, meu pai declamava versos dos poetas clássicos, e eu adorava...

Quando cursei o Clássico, eu me sobressaía em Literatura e aprendi muito com a minha professora: Sara Capellari.

Formei-me em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, em 1977, em São Paulo (SP.) E meu primeiro emprego foi na revisão da Folha de São Paulo. Posteriormente trabalhei na Editora Nova Cultural, preparando textos de livros e revistas.

Escrevi vários textos infantis, publicados na Folhinha de S. Paulo; comentários de livros e filmes para a revista “Contigo”; e crônicas, publicadas na Folha da Tarde (SP) na coluna do jornalista Mário de Morais.

Ao escrever meu primeiro conto “A Virgem Marina”, fui muito incentivada pelo jornalista e escritor Wladir Duppont, que na década de 80 era o editor da revista “Nova”. Escrevi então outros contos de amor, publicados em várias revistas da Editora Abril.

Em São Vicente(SP) fui repórter e cronista do jornal “Primeira Cidade”, onde recebi o estímulo do ex-prefeito da cidade, Antonio Fernando dos Reis, dono do jornal. A partir daí eu fui em frente... Além de prosas, passei a escrever também comentários de filmes de arte; publicados, atualmente, na revista virtual Partes.

Quanto às poesias... eu as escrevo desde a adolescência, mas somente agora comecei a divulgá-las em sites de literatura. Não tenho nenhum livro publicado... mas ainda chego lá!

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