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ISSN 1678-8419         última atualização em: sexta-feira, 03 de setembro de 2010 19:43:27   

 
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CULTURA - TEATRO

Não tem nem nome

   

Por Nair Lúcia de Britto

publicado em 03/09/2010

 

Perguntas sem respostas, todo mundo tem. Sobre as angústias da vida, do amor e da morte. Sentimentos inexplicáveis que não têm nem nome. Esse é o mote da peça NAOTEMNEMNOME, uma criação conjunta de duas novas cias. de teatro – Inutilezas e Pangéia, com dramaturgia de Diego de Angeli e Emanuel Aragão, responsáveis também pela direção.

A estréia será dia 11 de setembro, na sala Multiuso, do Espaço SESC.

A peça é uma experiência cênica pouco comum e instigante. Propõe a participação e um comprometimento real entre o público e a dramaturgia.

NAOTEMNEMNOME divide-se em duas partes distintas: são dois momentos, em dois encontros.

Às terças, quartas e quintas feiras das 15h30 às 19h00 o diretor e dramaturgo Emanuel Aragão se encontrará no teatro para atender individualmente cada espectador. Essa conversa prévia será posta em cena de sexta a domingo num segundo encontro, entre o público e os atores.

Talvez o público tenha em cena respostas às próprias perguntas; ou não. O mais importante é a participação do espectador.

Se isso vai dar certo não se sabe, vai depender de mil detalhes.

Vai depender dos acontecimentos durante o ensaio; do que acontecer no dia; dos atores, dos espectadores, do tempo; se chover ou não; se os encontros acontecerem mesmo! Enfim, não há como saber se vai dar certo!

É essa a razão de ser desse trabalho. Não ter como saber, declara Emanuel Aragão, diretor da peça.

 

Serviço:

Espaço SESC - Sala Multiuso

10 a 26 de Setembro

Os primeiros encontros terão início em 7 de Setembro

Rua Domingos Ferreira, 160 - Copacabana

Espetáculo em dois momentos:

Primeiro encontro: Terça a Quinta, 15h e 19h

Duração: 30 minutos

Segundo encontro (apresentação da peça): Sexta e Sábado, 20h e Domingo, 19h

Duração: 2 horas

Tel.: (21) 2547- 0156

Vendas antecipadas, de terça a domingo, 15h às 19h

www.sescrio.org.br

Classificação etária: 16 anos

R$ 10 (inteira) / R$ 5 (estudantes e idosos) / R$ 2,50 (comerciários)

capacidade de público: 15 pessoas

FICHA TÉCNICA:

Daniel Kristensen - Atuação e Assistência de Produção

Diego de Angeli - Dramaturgia

Emanuel Aragão - Direção e Dramaturgia

Liliane Rovaris - Atuação e Produção

Maria Clara Horta - Atuação

Ramon de Angeli - Atuação

Rossini Viana Jr. - Atuação e Produção

Aurora dos Campos - Cenário

Cláudia Elias - Fotografia

Fernando Britto - Programação Visual

Tarsila Takahashi - Figurino

Tomás Ribas - Iluminação

Cia das Inutilezas e Pangéia Cia. de Teatro - RealizaçãoMais informações: www.naotemnemnome.com.br

 
  

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::sobre o autor::

Nair Lúcia de Britto
Eu, Nair Lúcia de Britto nasci em Joanópolis (SP). Meu primeiro contato com as letras foi através do meu pai, que também era poeta, Arthur José dos Reis Britto.

Passei toda minha infância em Santos(SP), o que talvez explique minha paixão pelo mar... Em vez de me contar histórias, meu pai declamava versos dos poetas clássicos, e eu adorava...

Quando cursei o Clássico, eu me sobressaía em Literatura e aprendi muito com a minha professora: Sara Capellari.

Formei-me em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, em 1977, em São Paulo (SP.) E meu primeiro emprego foi na revisão da Folha de São Paulo. Posteriormente trabalhei na Editora Nova Cultural, preparando textos de livros e revistas.

Escrevi vários textos infantis, publicados na Folhinha de S. Paulo; comentários de livros e filmes para a revista “Contigo”; e crônicas, publicadas na Folha da Tarde (SP) na coluna do jornalista Mário de Morais.

Ao escrever meu primeiro conto “A Virgem Marina”, fui muito incentivada pelo jornalista e escritor Wladir Duppont, que na década de 80 era o editor da revista “Nova”. Escrevi então outros contos de amor, publicados em várias revistas da Editora Abril.

Em São Vicente(SP) fui repórter e cronista do jornal “Primeira Cidade”, onde recebi o estímulo do ex-prefeito da cidade, Antonio Fernando dos Reis, dono do jornal. A partir daí eu fui em frente... Além de prosas, passei a escrever também comentários de filmes de arte; publicados, atualmente, na revista virtual Partes.

Quanto às poesias... eu as escrevo desde a adolescência, mas somente agora comecei a divulgá-las em sites de literatura. Não tenho nenhum livro publicado... mas ainda chego lá!


 

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publicado em 20/03/2009

 

 

 
 
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