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Num mundo
em que a
devastação e a degradação
ambiental provoca a cada
dia que
passa efeitos
desastrosos para a
humanidade é importante
destacar o papel da
mídia como
ator efetivo da
educação ambiental.
Devemos considerar que
a falta de
informações sobre
meio ambiente
e educação ambiental é
um dos três
principais problemas
ambientais brasileiros. São dados de uma
pesquisa divulgada
recentemente pelo
Ministério do Meio
Ambiente e o Instituto
de Estudos da
Religião (ISER). Vale a pena ficar
ligado.
No caso
do Brasil, destaca-se a
problemática do
desmatamento e dos recursos
hídricos, e também, a
questão dos resíduos
sólidos.
É de suma
importância que
os meio de
comunicação - aqui digo da mídia das
grandes corporações- abram seus
espaços para o
debate e o esclarecimento das
questões ambientais.
Os
jornalistas devem estar
atentos a esta temática
desde a sua
formação. As universidades
precisam preparar os
futuros profissionais
de comunicação para
serem atores na
construção de sociedades
sustentáveis. A falta de
visão sistêmica,
ou seja, da percepção
do movimento integrado
entre o meio
ambiente e o homem,
distancia o jornalismo do
seu compromisso
com a cidadania.
Não
é uma questão de ter
ou não uma
editoria específica
de meio
ambiente nos
veículos de comunicação,
mas sim de
tratar, de forma
sistêmica, o tema
ambiental em todas as
editorias.
Devemos ter
em mente
que em
muitos aspectos
os meios de
comunicação assumiram os papéis
antes reservados
às escolas.
Há muito
espaço na mídia
para catástrofes e
tragédias, mas
nenhum bom
trabalho de diagnóstico
das crises e
nem um
mapeamento das causas.
Esperamos
com este
espaço contribuir
para a mobilização da comunidade
em torno da
construção de sociedades
sustentáveis. |