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Este baianão, de Irará, quase um baiano anão, um bom baiano, quase todos os
baianos são bons baianos, creio eu. Tom, este sujeito lépido, trépido e musical, 65
anos bem vividos, 16 dos quais sem gravar um disco em sua terra natal.
O bom Tom, sobreviveu, des-nocauteou-se, longe da depressão. O
bom baiano é ídolo da garotada. (Não é Tia Anastácia?). Sua cotação está alta.
Aqui e lá fora. Um francês o chamou de "Zénial". A revista americana Rolling
Stone, colocou na manchete "Pai da Invenção", trocadilho com Mothers of
Invention, nome do grupo do roqueiro experimental Frank Zappa. Bom baiano a vida começa
aos 40. A despeito da igorância da mídia nacional.
Do sertão da Bahia para o mundo, a musicalidade sem
fronteiras, a criatividade. Byrne encantou-se com o Estudando o Samba. Nós precisamos
Estudar o Samba, deglutir o Tom, incorporá-lo ao nosso convívio, enquanto vivo.
Saiba mais sobre Tom Zé:visite o site oficial do artista: www.tomze.com.br |