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Revista Partes ano II março de 2002 n.20

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 Conduta ética num mundo corrompido
 por Gilberto da Silva

“Para que haja conduta ética é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre o bem e o mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício”,  Marilena Chauí, em “Convite à Filosofia”.  

Cada dia mais vemos nossos sonhos e nossos heróis morrendo de overdose. Já no alvorecer do novo milênio, apesar dos discursos de mudança, dos que pregam o advento de novos paradigmas e da revisão dos conceitos. Os desafios para a mudança de paradigmas e da construção da sociedade do conhecimento parecem parar diante da não inclusão das pessoas, do fim da cidadania e da afirmação do homem mercadoria, do homem consumidor.

A massa de aflitos, a massa de despossuídos sucumbem diante da permanência do não ético, da corrupção. 

A luta por uma sociedade igualitária parece não encontrar eco nas pessoas, o que vemos é o aprofundamento da crise ecológica, da opressão da mulher, do aumento do racismo e de toda forma de preconceito.

Mudanças no comportamento são solidificadas a passo de tartaruga, enquanto assistimos o velho filme da falta de educação, do aumento da pobreza. Tempo de incerteza e caos. Como sobreviver?

 

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Gilberto da Silva é jornalista e editor da revista Partes. E-mail gilberto@partes.com.br

"As coisas mais úteis, como o conhecimento, não tem valor de troca."
Karl Marx, em debate com Friedrich List, em 1845.

Linguagem

É a faculdade de que o homem tem de se exprimir e comunicar por meio da fala.
Cada povo exerce essa capacidade através de um determinado código em questão, ou seja, utilizando um sistema de signos vocais distintos e significativos, a que se dá o nome de língua e idioma.
A utilização da língua pelo indivíduo denomina-se fala. A fala nasce da inelutável necessidade humana de comunicação.

Domingos Paschoal Cegalla
Novíssima Gramática da Língua Portuguesa

 


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