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A
prevalência no comando do Brasil, na Era Real, emanou dos
monetaristas da corte, vetaram nossa integridade cerceando as
verbas direcionadas à solvência social, contudo avalizaram o
emprego de escassos recursos públicos direcionados à banqueiros
através de via dupla: pagamento de juros estratosféricos
canalizando o fluxo financeiro para a ciranda, além de injetar
recursos públicos propriamente ditos para solver falidos. A globo
cabo recebeu fábula em período pré eleitoral, Governo
retém verba do saneamento. A estratégia é adiar a maior parte
dos investimentos para o ano seguinte e garantir o equilíbrio das
contas públicas. Jornal do Brasil 29-03-02. O povo na lama e
garantida a trucagem. Vivemos
tempos indecentes nas trocas de favores entre o poder público e
privado, uns respaldando os outros, para a qualquer custo garantir
a manutenção do poder de mando, e utilização ou não dos
poderes instituídos na ingerência
privada conjunta.
O
artigo sexto da Constituição Social prescreve São
direitos sociais a educação, a saúde,... A falta de
investimentos em saneamento básico afeta diretamente a saúde do
povo, a dengue sai de controle, além da propagação de inúmeras
doenças pois 70% vêm da água contaminada. 68,5%
dos resíduos das grandes cidades vão para lixões e alagados.
Revista ISTOÉ 3-4-02. Investimentos públicos no subsolo não
redunda em visibilidade eleitoral, dentro deste enfoque de falta
de estadista no poder o povo sucumbe na lama. Pesquisa
do IBGE traça um quadro dramático da situação do saneamento básico
no País, também na ISTOÉ.
Como impor ex. Ministro da Saúde, como futuro presidente
da República, dentro deste desleixo federal, incabível no senso
comum de cidadania popular, respalda a cidadania empresarial
localizada. A programaticidade, positivada e normatizada
nos princípios Constitucional Fundamentais não podem
receber um tratamento do poder discricionário inverso. Será que
políticas públicas reinteradamente contrárias ao ideal da Carta
Política é passível de ser admitida? Pelo Poder Judiciário,
avalista incondicional do transgredir ideológico constitucional não
podemos esperar guarida, trata-se de abstração demasiada e
talvez de impossibilidade de ingerir no Poder Executivo vinculando
a execução no mando. Eleições para viabilizar outra corrente
de poder, voltada para o cumprimento social e humanitário dentro
das regras postas, mera ilusão, proliferam candidatos na oposição,
todos incapazes de relevar o interesse particular ou partidário,
em prol do efetivo caminho da alternância no poder, propiciando o
administrar rateado entre os Estadistas Progressistas, visando aprimorar as instituições
via implementação
das Reformar Estruturais, desaguando no resgate da vilipendiada
cidadania. Direcionar todas as ações e política públicas,
através do coletivismo administrativo para a solvência do artigo
terceiro da Constituição Federal Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades
sociais e regionais; independe
do cabeça, do nome presidencial no administrar popular
participativo, o que realmente interessa é viabilizar a vitória,
simultaneamente preparar a governabilidade, tarefa complexa. Os
erros de hoje, perpetuam o que está ai, a arrogância impositiva
da inversão de valores.
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