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Todo indivíduo particularizado detém
capacidade e necessidade de Trabalho, o tempo dispensado no
processar a força produtiva é ingrediente indispensável ao
bem-estar mundano. Alguns utilizam pouco tempo para maximizar as
tarefas, o grau da produtividade é absolutamente elástico,
dependendo das condições metabólicas corporais e mentais. A
inserção física material influi sobremaneira no resultado de
abundância ou de escassez, numa fábrica fechada neutraliza
influencias naturais que a agricultura está sujeita. Nas fábricas,
limitadas em espaços determinados, indispensável o detalhamento
organizacional; no campo, a vastidão espacial impõe a organização
flexível, também o é pela maleabilidade das condições da
fertilidade do solo e climáticas flutuantes. Na fábrica mede-se
a produtividade do Trabalho com facilidade, sua divisão
particularizada é propícia em operações determinadas; no campo
o trabalho de equipe coletiva floresce irrefutável, inviável em
contexto capitalista competitivo o trabalho em pequenas
propriedades, executadas pela força familiar, o trabalho coletivo
no campo maximiza a produção e o gerar lucros, aniquilando a
concorrência dos pequenos produtores, tendentes à inadimplência.
O Grande Estado Capital debilita o influenciar as catástrofes
naturais - não contém a emissão de poluentes - atingindo o
valor de tempo trabalhado, um desperdício miserável.
Num mar de improdutivos - a falta de trabalho, metaboliza
inversamente proporcional o bem-estar em mal-estar, agravando a
intensidade melancólica da natureza interna corporal e mental. No
sistema produtivo, a falta de trabalho é ingrediente indispensável
na depreciação do valor dos que detém Trabalho, desta forma a
economia é uma ciência abstrata e indeterminada, da análise dos
diversos fatores incidentes no objeto em estudo aproxima-se de sua
delimitação e explicação. O desemprego incide nas relações
Capital e Trabalho. O mar de improdutivos, neste tempo em São
Paulo - Brasil temos 20%, na Argentina vislumbra-se 30% a depressão
é coletiva, não a econômica, contudo a socioeconômica. O
mal-estar do metabolismo natural agrupado, a sensação do vago, o
sentimento de derrota particularizada debilita o tecido do todo,
quando avoluma-se a sensibilidade negativa individual contamina o
estado de espírito do conjunto social.
Socorrer a base desesperada é ingrediente de ação de
alavanca da força produtiva incluída, pensando a individualidade
como agente de modificação do corpo social total, o país é
composto pela particularização de seus membros, pensando o indivíduo
na abstração mundial deve também ser levado em consideração.
Se os Estados Nacionais perderam o poder salva - vida, o socorro
imperativo provem utopicamente da comunidade internacional. A glória
momentânea, do ego individual, aos olhos observadores dissolve-se
na inglória do todo, no desvirtuamento da moral, na falta de
integridade no comando, solapa-se a derrota individual de espírito
coletivo no metabolismo tendente à putrefação artificial. Inviável
o "salto alto"!
Fernando, pensador.
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