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Recentes
episódios colocaram o Brasil como segundo país de maior risco
para
os investidores atrás, apenas, da vizinha e destroçada
Argentina.
A fuga de capitais, a queda da bolsa e a disparada na cotação do
dólar têm
tido como desculpa a "ameaça Lula” como Adilson Luiz
Gonçalves afirma em seu texto.
Bruno
Machado, jovem estudante de jornalismo do interior paulista
questiona: onde está a democracia? E fala do papel dos meios de
comunicação em conjunto com os EUA e o governo federal provocam
o terrorismo ideológico.
As
eleições deste ano realmente prometem muita lavação de roupa
suja, dossiês, podridão.
Quem
vai pagar o pato, como sempre, é o povão.
FHC
quer fechar seu ciclo com chave de ouro: acabar com todos os
direitos dos trabalhadores, propondo mudanças na CLT,
flexibilizando as relações de trabalho e acabando com as
conquistas históricas do movimento operário, tais como, o
direito às férias, 13º salário, licença maternidade,
aposentadoria, descanso semanal remunerado e, vejam só, o
registro em carteira.
O
desemprego no Brasil durante a Era FHC atingiu números
alarmantes. Somente no Estado de São Paulo são quase 2 milhões
de desempregados.
A
política econômica do governo FHC nunca teve a geração de
empregos como compromisso real, efetivo. Pelo contrário, nestes
quase oito anos ela foi sempre caracterizada por uma macroeconomia
do desemprego
Por
outro lado o tucanato está entregando o país de bandeja para os
interesses do governo norte-americano ao aceitar a integração à
ALCA – que os americanos pregam como a chave do Paraíso - é
aceitar que os países ricos continuem a manter seus domínios
sobre nossa economia. Na verdade, é que o Brasil de FHC vai
terminar como começou, enlameado dos pés à cabeça de
denúncias de corrupção e entregando de bandeja o Brasil para as
multinacionais, privatizando Deus e o Mundo.
O
trabalhador, força motriz deste país, tem sido desrespeitado e
desvalorizado passando por um dos períodos mais difíceis dos
últimos tempos da história.
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