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Revista Partes ano II junho de 2002 n.23

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Las noches sin ti , Em ternos termos 
 
  De: Uzeyir Lokman CAYCI

Yo saboreo mi esclavitud
En las noches
Clavado estoy muy lejos sin ti.

Oculto los azules refrescantes
De  mis sueños
Hago fundir el tiempo en mis vasos
Con una canción que llora
Dibujo mis lágrimas
En mis poemas.

Y todas las noches
La gotas de lluvia sueñan conmigo
Para disipar mi sed de ti
Bebo... bebo hasta el infinito.

Los poemas que publicamos fueron traducidos por Yakup YURT
La traducción, del francés al español,
de estos poemas, es del poeta y narrador Leo Castillo

    

 

 

Em ternos termos
de
Júlio Bernardo Machinski

A voz que ecoa mágoas não me diz nada.
Tudo o que ouço, o que vejo,
Repete, reflete
As palavras que ouvi de ti,
As doces palavras que me disseste,
Naquele instante em que o tempo
Parou para fazer durar nosso sorriso,
Nossa alegria breve, instantânea;
Ao mesmo tempo eterna, porque dela não me esqueço.
Eterna lembrança que ainda me faz rir
Como um demente que expressa na face, muitas vezes,
O contrário do que traz em seu coração;
Palavras tão desejadas e que tu emprestastes a voz 
Para torná-las audíveis;
Palavras que transcenderam seu efeito
E atingiram o mais longínquo reduto do meu ser,
Onde nada havia antes alcançado,
Lugar virgem
Desvirginado por simples palavras, humildes palavras,
As mais preciosas que já ouvi.

 Júlio Bernardo Machinski
Guarapuava - PR.

 





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