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Consciência ambiental, praticidade e remuneração.
Estes são os itens que
contribuem, dia-a-dia, para o aumento dos índices de coleta
seletiva,
através dos equipamentos automatizados da 3R Ambiental. Subsidiária
do grupo
internacional Envipco, líder mundial na fabricação de
equipamentos
automatizados de coleta seletiva, a empresa atingiu na última
semana de
junho a coleta de 3.109.246 (três milhões, cento e nove mil e
duzentos e
quarenta e seis) garrafas plásticas e de 2.388.383 (dois milhões,
trezentos
e oitenta e oito mil e trezentos e oitenta e três) latas de alumínio,
na
Região Metropolitana de São Paulo, num total de 5.397.529 (cinco
milhões,
trezentos e noventa e sete mil e quinhentos e vinte e nove)
embalagens.
Estes números correspondem às embalagens coletadas somente no
período de
janeiro a junho de 2002. Em 2001, a empresa foi responsável pela
coleta de
mais de 11 milhões de embalagens.
Criada em 1998, a 3R Ambiental é responsável pela distribuição
das máquinas
conhecidas como "Reverse Vending Machines", que foram
criadas há mais de
vinte anos nos Estados Unidos. Através de sensores ópticos, os
equipamentos
identificam embalagens plásticas de refrigerantes, latas de alumínio,
vidro
e aço. A cada embalagem de plástico tipo PET depositada no
equipamento é
emitido um bônus no valor de R$ 0,01. Já a cada latinha de alumínio
depositada é emitido um bônus no valor de R$ 0,02. No Brasil, os
equipamentos estão instalados na Rede Extra de Hipermercados e,
mais
recentemente, chegou a duas lojas dos Supermercados Carrefour. No
total,
existem hoje 41 equipamentos instalados em dez lojas da Rede
Extra, três
equipamentos em uma loja da Rede Barateiro e nove equipamentos em
três lojas
do Carrefour.
Segundo o diretor de marketing da 3R Ambiental, Mozart Tomazetti,
o
crescimento mensal dos números de embalagens coletadas incentiva
os planos
da empresa em expandir ainda mais o número de equipamentos.
"Nossa
expectativa é que até o final do ano tenhamos mais 150
equipamentos
funcionando na Região Metropolitana de São Paulo",
antecipa.
Além do aspecto econômico e ambiental, a instalação dos
equipamentos tem
também um caráter social, afirma Tomazetti. "Constatamos
que nos lugares
onde os equipamentos foram instalados diminuiu o número de
moradores de rua
que ficavam pedindo dinheiro. Agora, ao invés de depender da boa
vontade das
pessoas, eles vão atrás de embalagens e colocam nas máquinas",
revela
Tomazetti. Ele cita o exemplo de um senhor chamado Joaquim, que
sem
oportunidade de emprego por ter sido submetido a um transplante de
coração,
passou a recolher embalagens e hoje retira mais de R$ 400,00 em bônus
por
mês. |