|
Quem
tiver mais de 60 anos e disposição para freqüentar diariamente
as
aulas pode inscrever-se, a partir do dia 5, no Projeto
Universidade Aberta à
Terceira Idade, da Universidade de São Paulo . Os candidatos não
precisam
passar pela peneira do vestibular e podem candidatar-se aos mesmos
cursos
oferecidos aos alunos de graduação.
Para
cursar na maior parte dos institutos, o candidato não precisa ser
graduado, embora existam exceções.
A
Pró-Reitoria de Cultura e Extensão ainda não definiu quantas
vagas estarão
disponíveis em cada curso, já que isso depende do número de
vagas adicionais
que os professores aceitarem em suas classes. No ano passado,
foram aceitos
2,2 mil alunos enquadrados nessa categoria. Parte de cada
professor a
indicação de vagas adicionais para seus cursos. É possível,
entretanto, ter
uma estimativa: no ano passado, cerca de 2.200 alunos foram
atendidos. A
relação das disciplinas oferecidas no campus da USP na capital e
no interior
pode ser encontrada no site www.usp.br/prc/3idade.
Os
maiores de 50 anos também podem participar de cursos de atualização
de conhecimento na Universidade Federal de São Paulo (ex-Escola
Paulista de Medicina), mas não
dos cursos regulares. Na Unifesp, as aulas duram um ano e meio e
ocorrem
duas vezes por semana.
Entre
20 e 23 de outubro, a Universidade realiza o I
Congresso de Universidades Abertas à Terceira Idade e o I Fórum
de
Universidades Abertas à Terceira Idade do Estado de São Paulo
para discutir
a normatização das escolas que operam no setor. |