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Revista Partes ano II dezembro de 2002 n.28

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Comportamento
A Violência dos Juros
por Fernando Marrey Ferreira

Os economistas palacianos utilizam-se da política de juros para induzir recessão, com finalidade de controle da inflação, a troca dirigente poderá interromper este uso legal, contudo moralmente indecente: juros altos conduzem os investimentos produtivos à improdutividade do setor financeiro, deprecia-se a atividade econômica, gera desemprego, cerceia o consumo, desta forma controla-se os preços via indução à pobreza da sociedade, oferta de produtos maior que a capacidade da procura. É um processo legal mas imoral pois a estabilidade em padrões miseráveis é indigno.

A maior taxa de juros do mundo praticada no Estado Brasileiro, hoje em 22%, atrai capitais estrangeiros apenas para usufruir deste ganho fácil, pago a peso de ouro pelo Estado paradoxal - pois pobre, outra atrocidade desta política nefasta é a incidência na dívida pública dos entes federados: as dívidas do Estados e Municípios crescem exorbitante, redirecionam os impostos arrecadados das áreas sociais e de infra-estrutura ao mero pagamento das dívidas, potencialmente elevadas pelos economistas da corte. Ao Partido dos Trabalhadores detentor do poder à partir de (01 ou 07) de Janeiro de 2002, deve elevar ao cargo econômico "Homens de Estado", capazes de estorvar fissuras indignas.

A recessão imposta debilita o ar social - o desemprego; a fome alastra-se; a violência urbana e rural avultam-se, a pobreza, se não a única sua maior causa. Toda a sociedade emerge neste processo, a parte dos famintos violentos amedrontam os abastados, a insegurança atinge a todos indiscriminadamente. O ideal não seria conviver com um pouco de inflação e crescimento econômico, sem utilizar de políticas de juros para empobrecimento geral, independente dos aplausos dos FMI (Fundo Monetário Internacional) - Cai Fora!

 

 

Cérebro, a engrenagem.

A História dos homens, em grande parte é construída pela conjunção de pensamentos, acumula-se múltiplos conhecimento desde o nascimento com vida, o grande desafio é processar o aprendizado de acúmulo, transformando em novas inovações criadas pelo ser Humano; a maturidade cerebral, propicia a engrenagem do pensar e escrever, e como tudo que se escreve é relevante, partindo de um ponto qualquer, inicia-se uma nova História.

O Estado do Contrato Social organiza o entrelaçar de idéias, busca-se solver pendências inadiáveis: Comércio. Solicitar reunião, junto à OMC (Organização Mundial do Comércio) - parceria indispensável à solver pendências na orbita interna, não custa solicitar. Trabalho. Gerar emprego em larga escala, através do agregar inovações industriais com criação de postos - como? Inadiáveis as Reformas Tributária, Judiciária, Política, da Previdência, do Trabalho, entre outras. Saúde. Os enfermos, tombados pelo HIV, padecem - sem ajuda humanitária da própria sociedade interna e externa. Educação. A cultura local deve prevalecer frente a internacional, valorizando-a,. educando o povo desde o início da vida - dia, após à fecundação. Alimentação. Política Agrícola de valia escalar, variedade com qualidade, desde o preparar da Terra, até a merenda escolar na manhã, no lanche, no almoço, no lanche, o brinde. Religião. Harmonia na Paz de todos, perdoar e aceitar o perdão, esquecer magoas. E assim caminha a humanidade - solidariedade, com amor.

O fim da história dos homens - conjugando bons pensamentos, redunda na primeira conclusão: caminho positivo. De outra forma, outros rumos, o Cérebro do Contrato Social. Musica. A dança contagia o espírito e o cantar a alma.


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Fernando Marrey Ferreira

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