| Comportamento |
A
Violência dos Juros
por Fernando Marrey Ferreira |
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Os economistas palacianos utilizam-se da política de juros para
induzir recessão, com finalidade de controle da inflação, a troca dirigente poderá
interromper este uso legal, contudo moralmente indecente: juros altos conduzem os
investimentos produtivos à improdutividade do setor financeiro, deprecia-se a atividade
econômica, gera desemprego, cerceia o consumo, desta forma controla-se os preços via
indução à pobreza da sociedade, oferta de produtos maior que a capacidade da procura.
É um processo legal mas imoral pois a estabilidade em padrões miseráveis é indigno.
A maior taxa de juros do mundo praticada no Estado Brasileiro, hoje em
22%, atrai capitais estrangeiros apenas para usufruir deste ganho fácil, pago a peso de
ouro pelo Estado paradoxal - pois pobre, outra atrocidade desta política nefasta é a
incidência na dívida pública dos entes federados: as dívidas do Estados e Municípios
crescem exorbitante, redirecionam os impostos arrecadados das áreas sociais e de
infra-estrutura ao mero pagamento das dívidas, potencialmente elevadas pelos economistas
da corte. Ao Partido dos Trabalhadores detentor do poder à partir de (01 ou 07) de
Janeiro de 2002, deve elevar ao cargo econômico "Homens de Estado", capazes de
estorvar fissuras indignas.
A recessão imposta debilita o ar social - o desemprego; a fome
alastra-se; a violência urbana e rural avultam-se, a pobreza, se não a única sua maior
causa. Toda a sociedade emerge neste processo, a parte dos famintos violentos amedrontam
os abastados, a insegurança atinge a todos indiscriminadamente. O ideal não seria
conviver com um pouco de inflação e crescimento econômico, sem utilizar de políticas
de juros para empobrecimento geral, independente dos aplausos dos FMI (Fundo Monetário
Internacional) - Cai Fora! |
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Cérebro, a engrenagem.
A História dos homens, em grande parte é construída pela
conjunção de pensamentos, acumula-se múltiplos conhecimento desde o nascimento com
vida, o grande desafio é processar o aprendizado de acúmulo, transformando em novas
inovações criadas pelo ser Humano; a maturidade cerebral, propicia a engrenagem do
pensar e escrever, e como tudo que se escreve é relevante, partindo de um ponto qualquer,
inicia-se uma nova História.
O Estado do Contrato Social organiza o entrelaçar de idéias, busca-se
solver pendências inadiáveis: Comércio. Solicitar reunião, junto à OMC
(Organização Mundial do Comércio) - parceria indispensável à solver pendências na
orbita interna, não custa solicitar. Trabalho. Gerar emprego em larga escala,
através do agregar inovações industriais com criação de postos - como? Inadiáveis
as Reformas Tributária, Judiciária, Política, da Previdência, do Trabalho, entre
outras. Saúde. Os enfermos, tombados pelo HIV, padecem - sem ajuda humanitária da
própria sociedade interna e externa. Educação. A cultura local deve prevalecer
frente a internacional, valorizando-a,. educando o povo desde o início da vida - dia,
após à fecundação. Alimentação. Política Agrícola de valia escalar,
variedade com qualidade, desde o preparar da Terra, até a merenda escolar na manhã, no
lanche, no almoço, no lanche, o brinde. Religião. Harmonia na Paz de todos,
perdoar e aceitar o perdão, esquecer magoas. E assim caminha a humanidade -
solidariedade, com amor.
O fim da história dos homens - conjugando bons pensamentos, redunda na primeira
conclusão: caminho positivo. De outra forma, outros rumos, o Cérebro do Contrato Social.
Musica. A dança contagia o espírito e o cantar a alma. |
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