Desde os primórdios o homem revela nas suas relações sociais a necessidade de
expressar-se sob as mais variadas formas do pensar. Assim, com o desenvolvimento
alternativo da comunicação, bem como a globalização dos processos referentes à mesma,
a história "urgencifica" em cada processo sincrônico, o ato da comunicação,
pois, segundo Émile Benveniste, in: Citelli; op. cit. 1994, "... O homem
sentiu sempre... - o poder fundador da linguagem, que instaura uma realidade imaginária,
anima as coisas inertes, faz ver o que ainda não existe, traz de volta o que
desapareceu".Assim. Percebe-se que a comunicação sob os vários aspectos
sociais tem o poder de induzir, mistificar e até mesmo ditar regras nessa dimensão
verbal que nos cerca a todo o momento; (a linguagem).
Com as grandes invenções e descobertas
científicas e industriais as disposições sociabilizadoras para com o indivíduo nesse
meio obtenham um eixo pragmático, abrir-se-á um caminho para sua formação
psico-cultural-intelectual, observando a diversidade de informações que são interagidas
diariamente nas mentes humanas.
Hoje, no entanto, vivi-se uma era
informatizada que invade diretamente as empresas e residências em toda parte, porém
sabe-se também que o homem está enfrentando problemas na utilização dessa
informatização global, uma vez que, todo esse processo só terá uma vertente básica
para a continuação dessa pluralidade que a imprensa nos fornece a todo o momento, ou
seja, "ou me decifra ou te devoro"; como de práxis para o milênio.
Todavia, busca-se uma comunicação
semelhante que possa integrar-se cada vez mais o homem com o seu semelhante, descobrindo
seus mitos, medos, esperanças, embora que tardia seja realizada através dos
entendimentos constantes da interação com o outro, nesse universo da comunicação.
O homem por sua vez, estando ele inserido
nesse processo oriundo de sua vasta cultura, torna-se cada vez mais capaz de relacionar-se
com o outro através de suas diferenças culturais existentes na sociedade. Com isso,
aborda-se a concepção de cultura num âmbito comunicativo, pois, há uma característica
comum disponível em cada ser resultante do processo de colonização sofrido nas nações
colonizadas.
Percebe-se que essa diversidade traz
resultados gratificantes que contribuem cada vez mais no âmbito social para minimizar
tais desigualdades que são expostas a todo o momento.
Destarte, não basta passa somente
informação, é preciso que seu comunicador ou interlocutor nesse processo obtenha o
mínimo de conhecimentos específicos e genéricos para que o mesmo possa ser entendido no
limiar da comunicação como uma herança histórica todo esse pragmatismo social que ora
transplanta-se através de diálogos com o "leitor visual ou literário" esse
conflito de intermediação entre a ficção e a realidade social no mundo da
comunicação. |