logoespecialassedio.jpg (4564 bytes)

ISSN 1678-8419                                                                                                                   Ano III n.35 julho de 2003

  Principal
 Agenda
 Comportamento
 Cotidiano
 Cultura
 Econotas
 Editorial
 Educação
 Em Questão
 Esportes
 Humor
 Links
 Nossa Língua
 Notícias
 Outras edições
 Poesia e Crônicas
 Política
 Reflexão
 Serviços
 Sócio Ambiental
 Terceira Idade
 Turismo
   Participe
 Cartas
 Expediente
 Fale Conosco
   Especiais
 SP 450 anos
 Gilberto Freyre
 Igrejas
 Meio Ambiente
 Assédio Moral
::Econotas::
A Amazônia nua e os nossos lixos
por Gilberto da Silva
folhafossil.jpg (7436 bytes)
Desmatamento na Amazônia
A coisa vai mal lá para os lados de Manaus. Dados divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontam um aumento de 40% em 2002 no desmatamento da região amazônica.
A estimativa é que 25.500 km² na Amazônia Legal foram desmatados. É uma área superior ao Estado de Sergipe (21.910 km²). O índice de desmatamento é o segundo maior da história do monitoramento por satélite realizado pelo instituto.
Os dados foram calculados com base em 50 imagens de satélite obtidas entre julho de 2001 a junho de 2002, na região conhecida como "arco do desflorestamento", onde se concentra 75% da floresta alterada pelo homem.

Ação urgente
O ritmo do desmatamento é visível. O governo federal quer implantar uma série de medidas visando combater o desmatamento na região amazônica. Ele incluiria uma alteração na lei que regula as licenças para exploração de florestas -que hoje permite aos proprietários desmatar 20% de suas áreas. Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) apontam alta de 40% no desmatamento na região entre agosto de 2001 e agosto de 2002. Que não falte vontade política para enfrentar as forças devastadoras, políticas e latifundiárias e das grandes quadrilhas de salteadores de madeira da floresta amazônica.
Reduzir o desmatamento da Amazônia não é bicho de sete cabeça, sobra órgãos e leis afins para atuar.

Luz em Parintins
Alguns "defensores da natureza" criticaram o presidente Lula por este ter prometido energia e linha de transmissão ao povo de Parintins, no estado de Amazonas. Numa festa de Parintins, Lula prometeu uma linha de transmissão de energia elétrica de Tucuruí (PA) para Parintins.
Dizem esses "defensores" que com a chegada do telefone, do computador, da geladeira, da máquina de lavar e do banho quente chega a criminalidade, a miséria, a poluição a malária etc.

Menos!!!!
É preciso sim melhorar as condições de vida dos povos mais marginalizados e excluídos. Claro que ninguém quer o progresso a qualquer preço. O padrão urbano atual é insustentável. A saída para o governo é não seguir o modelo dominante. Ë investir em alternativas e em experiências eficazes e comprovadas de usos de fontes alternativas em modelos descentralizados de geração de energia.

O lixeiro e você
Recolher os sacos de lixos é dureza: exige preparo físico e um estômago de aço para suportar o cheiro. Você que coloca o seu lixo de qualquer forma na lixeira ou amontoado nas calçadas deveria pensar um pouco mais no ser humano que recolhe as suas sobras. Aliás, quem trabalha na limpeza urbana prefere ser chamado de "coletor".

Cuidados com seus dejetos
Em sua casa, coloque o lixo direito no saco. Se for jogar cacos de vidros coloquem numa caixa de papel ou embrulhe. Muito lixo de embalagens significa dinheiro jogado fora, pois a embalagem representa um custo para a empresa que a produziu e para o consumidor. Um grande desperdício.

Na rua, evite jogar lixo nas ruas, calçadas e becos. Nada de jogar sofás velhos nos rios, garrafas e plásticos nas praias etc.

Três erres
Reduzir, reutilizar e reciclar. Reduzir a produção de embalagens descartáveis é fundamental: que tal por exemplo apostar nos refrigerantes com garrafa de vidro no lugar do plástico? Devemos reaproveitar ou reutilizar papéis, jornais, revistas, latas e até alguns tipos de plásticos. Reciclar é aproveitar um material para nova utilização como as latas de alumínio que retornam para as fábricas e depois são novamente comercializadas.

Gilberto da Silva
gilberto@partes.com.br

::educação::
O Curso "TV na Escola e os desafios de hoje": reflexões de uma professora cursista
por Alessandra Bertasi Nascimento
sobreoautor.jpg (6467 bytes)
gilberto_silva_foto.jpg (15474 bytes)
Gilberto da Silva, jornalista e sociólogo. Professor universitário. Editor da Revista Partes.
gilberto@partes.com.br

institucional

ajude.jpg (10331 bytes)

© copyright revista partes 2000-2003
Editor: Gilberto da Silva (Mtb 16.278)
São Paulo - Brasil