|
|
| ::Editorial:: |
| Os sem nada |
|
Helio Santos, em artigo publicado na
página A12 do Diário de São Paulo, em 15 de agosto de 2003, ressalta que dificilmente o
país "deixará de viver uma experiência de revolta urbana, traumática e
contundente", os sem nada, segundo Santos, não tem nada a perder.
Quem são os sem nada? Basicamente masculino e jovem, cujas palavras já vêm sendo
gritadas pelo movimento hip-hop e por outros movimentos populares das favelas de São
Paulo, Rio, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e demais cidades importantes do
país."É a massa de excluídos, doida para botar seu bloco na rua. Os sem nada
querem ser ouvidos.
Sem escola, sem profissão, sem emprego, sem esperança. Nessa vida sem,
vai embora a a auto-estima positiva e os sonhos. Resta a revolta natural das massas.
O governo Lula - repleto de pessoas que já estudaram, estudam ou que vivenciaram estas
questões-, não poderá impedir esse levante popular. Mas pode amenizar seus efeitos com
políticas visíveis e eficazes para esses setores.
Pan. Os Jogos Pan-americanos de Santo Domingo foram sem graça. Faltou
a beleza de Maurren Maggi. A vaidade de Maurren e das belas mulheres deixou
o Brasil com menos ouro. |
|
|
Os
textos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a
opinião desta revista. É proibida a reprodução parcial ou total de textos, fotos e
ilustrações sem prévia autorização. |
 |
| ::Correspondência:: |
|
|
|
|
|