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RESUMO: Pautado
em uma experiência pedagógica, o Festival Municipal Nossa Arte,
realizados na Escola Especial CENAPE, traz um breve resgate
histórico de sua origem, desenvolvimento e contribuição do
mesmo para a formação do portador de necessidades especiais sob
uma perspectiva pedagógica teórica e curricular em transição,
visando a inclusão social.
Palavras-chave: Portador
de necessidades especiais, arte, inclusão.
ABSTRACT:
Basing in a pedagogic experience, the Municipal Festival Our Art,
carrical out at the Special School CENAPE, brings a brief
historical ransom of its origin, development and contribution of
the same for the formation of the carrier of special needs under a
theoretical pedagogic perspective and curriculum in transition,
seeking for the social inclusion.
Keywords:
Carrier of special needs, art, inclusion.
A arte aplicada
à educação exige constante trabalho de pesquisa, espaço de
estudo e reflexão e é neste contexto que apresentamos uma das
atividades realizadas na Escola Especial CENAPE, discutindo sobre
a importância da mesma no processo de formação, integração e
inclusão social dos portadores de necessidades especiais (PNEs).
Para fins de delimitação de conceitos entendemos integração
como no proposto pelo Ministério da Educação e do Desporto e
Secretaria de Educação à Distância (1994: 18) o qual é
concebido como:
"um
processo dinâmico de participação das pessoas num
contexto relacional, legitimando sua integração nos
grupos sociais (...) implicando em reciprocidade. Automaticamente
a integração escolar é um processo gradual e dinâmico
que pode tomar distintas formas de acordo com as
necessidades e habilidades dos alunos. A integração
educativa –escolar refere-se ao processo de
educar-ensinar, no mesmo grupo, a criança com e sem
necessidades educativas especiais, durante uma parte ou na
totalidade do tempo de permanência na escola".
Neste sentido a
pessoa portadora de necessidades especiais ainda conforme o
Ministério da Educação e do Desporto e Secretaria de Educação
à Distância (1994: 22) é definida como sendo aquela que :
"apresenta,
em caráter permanente ou temporário, algum tipo de
deficiência física, sensorial, cognitiva, múltipla,
condutas típicas ou altas habilidades, necessitando, por
isso, de recursos especializados para desenvolver mais
amplamente o seu potencial e/ou superar ou minimizar suas
dificuldades. No contexto escolar, costumam ser chamadas
de pessoas portadoras de necessidades educativas
especiais".
Integrar o PNE à
escola e à sociedade é entendido como um processo que envolve um
conceito parcial e neste aspecto corre-se o risco de ser entendido
somente como o fato de estar fazendo parte fisicamente de um
determinado grupo, mas sem participar efetivamente do mesmo em
condição de tratamento igual. A inclusão social envolve então
uma proposta maior, ampliando os horizontes de reflexões e
ações no trato com o PNE. Souza Pan (2001: 177-8) considera que
o processo de inclusão social.
"não
deve restringir-se à dimensão intra-escolar, ou
técnico-pedagógica uma vez que a escola reflete os
valores e atitudes de nossa sociedade como um todo. É
preciso entender a inclusão como um movimento da própria
sociedade, como apelo identitário que revela a tentativa
de individuação de indivíduos e grupos que foram
excluídos da esfera política, que tiveram sua ‘diferença’
circunscrita a esfera privada (...) apontando para a
necessidade de formas democráticas de participação, a
fim de que o sentido simbólico da inclusão direcione
novas praticas discursivas e sociais."
Esperamos com
esta atividade contribuir para a reflexão dos profissionais da
educação que com a LDB – Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (1998: 24) nº 9394/96, artigo 58 e 59 se
vêem às voltas da necessidade de adaptar a organização escolar
nos âmbitos físico, curricular, métodos, recursos educativos
entre outros, além de rever posicionamentos e ampliar
conhecimentos sobre os PNEs para que se cumpra a referida lei e
que a inclusão social verdadeiramente possa passar a ser uma
prática cada vez maior entre os diferentes atores sociais e
educacionais.
O Festival Nossa
Arte
O projeto de
organização e apresentação dos Festivais Municipais, Festivais
Estaduais e Festivais Nacionais Nossa Arte vêm crescendo dentro
do Movimento APAE (Associação de Pais e Amigos dos
Excepcionais), onde as apresentações de artes cênicas, artes
musicais, folclore, dança e exposições de artes visuais são de
alto nível no que se refere a coreografias, temas, visual, etc.,
podendo competir com festivais destinados a pessoas comuns. Nas
escolas especiais temos artistas a nível nacional que já se
apresentaram no Chile, Espanha e França. As apresentações são
realizadas em diferentes categorias, de acordo com o grau de
deficiência e faixa etária, possibilitando assim a
participação do todos os artistas especiais em forma de
igualdade na competição.
Segundo Saldanha
(1999: 10) em 1995, com a criação da Coordenaria de Artes pela
Federação Nacional das APAEs, houve um fortalecimento dos
programas de Arte-educação nas escolas mantidas pelas APAEs.
Nasce então o I Festival Nacional Nossa Arte, realizado em julho
daquele ano, na cidade de Salvador – BA, durante o XVII
Congresso Nacional das APAEs, sem caráter competitivo. Em outubro
de 1996, aconteceu o II Festival Nacional Nossa Arte, na cidade de
Vitória - ES, já com caráter competitivo, tendo a
participação de grupo artísticos das APAEs de todo os Estados
do Brasil. Seguiu-se a este em 1999, o III Festival Nacional Nossa
Arte realizado na cidade de Belo Horizonte - Minas Gerais, e no
ano de 2001 o IV Festival realizado em São Paulo capital.
A cada biênio, o
evento vem mostrando eficácia, obtendo resultados que vão da
promoção da auto-estima dos artistas à geração de emprego e
renda pela profissionalização por meio da arte. Hoje, são
realizados eventos artísticos-culturais em todo o Brasil,
acontecendo em nível municipal, nas 2.000 APAEs, e o Festival
Nacional Nossa Arte onde cada Estado é representado pelos
números vencedores nos Festivais Estaduais.
Em 2002, no
Estado de Rondônia, aconteceu os Festivais Municipais Nossa Arte
selecionando peças para apresentação no V Festival Estadual
Nossa Arte, em Ariquemes, contando com a participação de doze
entidades entre APAEs e co-irmãs (entidades que não tem o nome
de APAE mas são filiadas a Federação das APAEs). A Escola
Especial CENAPE é uma delas.
É baseado em
todo este trabalho freqüentemente repensado em prol do
desenvolvimento dos PNEs que concebemos o aprendizado de arte não
apenas como uma atividade de produção artística da pessoa
portadora de deficiência, mas também, a conquista da
significação do que fazem pelo desenvolvimento da percepção
estética, alimentada pelo contato com o fenômeno artístico,
visto como objetivo de cultura, através da história e como
conjunto de relações formais.
Ao fazer e
conhecer arte, a pessoa portadora de deficiência percorre
trajetos de aprendizagem que propiciam conhecimentos específicos
sobre suas relações com o mundo. Além disso, desenvolvem
potencialidades que pode alicerçar a consciência do seu lugar na
sociedade. As pessoas portadoras de deficiência devem conviver
com a sociedade não deficiente, visto que a diferença entre elas
está apenas no ser físico e não no ser social. Suas igualdades
passam pelos mesmos direitos garantidos a todos os cidadãos, nos
preceitos constitucionais. Procuram através da Arte orientação
para uma melhor qualidade de vida e adquirir autoconfiança ligada
no processo produtivo. Tratado pela sociedade como um subgrupo,
através da arte colocam-se em evidência para mostrarem suas
potencialidades ao público presente. Este posicionamento
confirma-se através do pensamento de Costa (2000:16) onde relata
que:
"ao
adentrar-se na complexidade do universo da arte, o
indivíduo com necessidades educacionais especiais pode
trabalhar os seus sentimentos em relação à sociedade,
que, na maioria das vezes, o discrimina ou segrega, devido
aos preconceitos e ao estigma. O trabalho com arte é
capaz de transforma-lo em um ser humano socialmente ativo,
com uma auto-estima positiva e uma função social
determinada".
Tendo em vista
que a arte contribui para o desenvolvimento do potencial de nossos
alunos em âmbitos diversos do ser, o projeto do Festival Nacional
e Estadual Nossa Arte apresenta em seu regulamento (2002:1) cinco
artigos que dispõem sobre os objetivos a que se propõe,
destacando-se aqui os que vêm de encontro a formação do aluno e
sua inclusão social:
"Art.
1º - Promover a arte através de apresentações e
exposições nos diversos gêneros artísticos despertando
o gosto pelas atividades artística com fins educacionais
e formativos.
Art. 4º
- Incluir e integrar, através da arte, o portador de
deficiência na sociedade.
Art. 5º
- Conscientizar a sociedade que a pessoa portadora de
deficiência com suas habilidades é capaz de se expressar
através da arte, atingindo a sua auto realização."
É por meio
destes objetivos que constatamos o reconhecimento da Federação
Nacional das APAEs quanto a pessoa portadora de deficiência como
um ser produtivo, inteligente e criativo e o investindo no
desenvolvimento das várias potencialidades nas áreas da
educação, esportes, lazer, cultura e artes tanto junto aos APAEs
como as entidades co-irmãs e comunidade em geral. São através
desses esforços desenvolvidos ao longo de vários anos que hoje
é possível falarmos sobre a integração e principalmente
inclusão social dos PNEs.
O Festival Nossa
Arte na Escola Especial CENAPE
A participação
do CENAPE no Festival Nossa Arte começou no ano de 1996 quando
convidados a participar de uma reunião de coordenadores
pedagógicos em Ji-Paraná, o presidente estadual das APAEs
abordou sobre o assunto, sua importância, objetivos e frisando
também que o festival já era um acontecimento Apaeano a nível
nacional com o objetivo de promover, na época, a integração dos
PNEs. O assunto foi então trazido para discussão em reunião na
instituição que contou com a aprovação de todos, uma vez que
era uma boa oportunidade de mostrarmos para a comunidade local e
estadual, quiçá nacional, o potencial dos nossos alunos. Foi
escolhido entre os professores um coordenador de artes da escola o
qual passou a discutir nesta e em outras reuniões como o trabalho
seria desenvolvido.
A princípio
trabalhou-se com atividades/modalidades obedecendo tão somente
aos critérios estabelecidos pelo regulamento da APAE, de uma
forma aleatória, sem nenhum desenvolvimento com as atividades
pedagógicas realizadas em sala de aula. Os professores paravam
todas as atividades e ensaiavam com os alunos peças teatrais,
danças, músicas, etc, escolhidos anteriormente por eles.
Através de avaliações realizadas ao final do processo e também
reuniões de coordenadores pedagógicos das APAEs e da
instituição, foram surgindo questionamentos e reclamações
importantíssimas para revisão e significação das atividades
desenvolvidas. Algumas avaliações apontavam para a visão de que
o Festival Nossa Arte veio para "atrapalhar" o
desenvolvimento das atividades pedagógicas realizadas nas escolas
especiais, não somente no CENAPE. Em decorrência desta realidade
onde o processo era visto de forma segmentada e não
contextualizada, portanto uma visão tradicional de currículo,
ocorreu que muitas instituições já não queriam mais
participar. Foi então que em 2000 após reunião pedagógica no
CENAPE, estando no momento surgindo a proposta de trabalho com
projetos e início de discussões sobre a elaboração de um
projeto político pedagógico, que surgiu a idéia de que as
atividades do Festival Nossa Arte fossem trabalhadas em sala de
aula podendo até, se fosse o caso, ser o seu ponto de
culminância. A esta somaram-se outras tais como: contar com a
participação dos alunos juntamente com os professores na
pesquisa de dados, informações e construção/elaboração das
atividades a serem desenvolvidas no festival; os pais e
voluntários seriam chamados a participar da confecção dos
vestuários e cenários para as apresentações e
estabelecer-se-ia ainda parcerias com a comunidade em geral para a
compra de artefatos a serem utilizados.
Atualmente o
Festival Nossa Arte realizado pela Escola Especial CENAPE, apesar
das dificuldades que ainda surgem, além de ser um evento de
relevância na comunidade local, favorece a inclusão social dos
PNEs, hoje seu maior objetivo, e ainda contribui ao amadurecimento
da equipe com maior espírito de cooperação, aumento da
qualidade das relações interpessoais entre os profissionais da
escola e do processo ensino-aprendizagem dos alunos.
Diante das
definições estabelecidas e em consonância com os objetivos
propostos pelo regulamento do Festival Nacional e Estadual Nossa
Arte, a Escola Especial CENAPE definiu juntamente com os
profissionais da educação que nela trabalham, vários objetivos
pedagógicos a serem alcançados no decorrer do processo, dentre
os quais destacam-se:
- Oferecer
condições de participação ativa da família dos PNEs e da
comunidade local no que se refere à organização dos eventos,
confecção de fantasias, adereços, divulgação, presença etc.
- Desenvolver
através da arte o potencial criativo e as qualidades físicas,
sociais, psicológicas, intelectuais e artísticas da pessoa
portadora de deficiência.
- Incluir
através da arte, a pessoa portadora de deficiência na sociedade.
- Divulgar o
evento junto a comunidade motivando-a a participar.
- Proporcionar ao
portador de deficiência o desenvolvimento da observação,
sensibilidade, percepção e imaginação abrindo também
oportunidades para que sejam profissionais e mostrem seus dons
artísticos.
Ao longo de 16
anos de existência o corpo técnico-pedagógico e docente vem
trabalhando um misto de embasamento teórico tradicional e
construtivista de uma forma não sistematizada. A avaliação de
seu desenvolvimento cognitivo era pautada nas provas piagetianas e
a partir dos resultados organizavam-se ações pedagógicas para o
processo ensino-aprendizagem dos alunos, nem sempre
construtivistas, como pode-se observar no resgate histórico da
experiência do CENAPE junto ao Festival Nossa Arte.
Com a formação
continuada de alguns profissionais iniciou-se, já em meados da
década de 90, os primeiros contatos com a concepção teórica de
Vygotsky, percebendo que algumas das atividades pedagógicas
realizadas na Escola Especial CENAPE apontavam para a utilização
do conceito de zona proximal de desenvolvimento Davis
(1994: 53). Tendo uma prática de realizar grupos de estudo com os
docentes, mas em função da rotatividade dos mesmos devido a
cedência de profissionais do Estado e Município e não tendo uma
linha teórica definida, observou-se que, de uma forma empírica,
alguns se aproximavam mais da linha proposta por Piaget e outros
de Vygotsky.
Contribuições
do festival municipal nossa arte na formação dos alunos
portadores de necessidades especiais
Considerando-se o
acima exposto e analisando o registro visual da atividade
pedagógica citada, consideramos que a mesma proporcionou:
1. Valorização
as habilidades dos alunos incentivando a participação dos mesmos
nos próximos eventos, bem como dos alunos que se recusaram a
participar no atual. Esse aspecto é constatado quando se percebe
a presença de um grande número de pessoas de diversos segmentos
da comunidade e ainda os comentários tecidos com os diversos
servidores da escola antes das apresentações em relação a
exposição de telas, nos intervalos das apresentações quando
algumas pessoas versam sobre a admiração e surpresa quanto a
capacidade, habilidade e desenvoltura dos PNEs. Acrescenta-se
ainda o reconhecimento verbalizado por parte do público no que
tange a mudança de opinião sobre a potencialidade dos alunos em
relação às qualidades das apresentações.
2. Participação
da comunidade local (pais, familiares, diretores e alunos de
escolas estaduais e municipais, autoridades estaduais e
municipais, professores e alunos da Faculdade de Pimenta Bueno –
FAP e comunidade em geral).
A equipe de
profissionais da Escola Especial CENAPE se surpreendeu com o
grande número de participantes convidados e presentes no evento,
uma vez que se comparando o atual com anteriores, obtinha-se um
número reduzido de público participante. Isso mostra a
credibilidade da comunidade em relação ao trabalho realizado na
Escola com os alunos, as habilidades dos próprios alunos a
abertura da escola e comunidade para a organização e
participação em eventos culturais no município ampliando
inclusive o intercâmbio entre as diferentes instituições como
forma de incluir socialmente o PNE.
3. Divulgação
da arte da comunidade nas categorias: arte musical, arte cênica e
folclore proporcionando lazer e ampliando timidamente a qualidade
de vida da mesma, já que residimos em uma cidade onde o
investimento em eventos culturais ainda não é uma constante para
todos. Decorrente deste fato, a comunidade vem despertando seu
interesse pela cultura, produções artísticas diferenciadas, a
sensibilidade, a percepção e imaginação através de atividades
realizadas pelos seus semelhantes ora ainda discriminados.
4. Valorização
dos profissionais da Educação Especial através do
reconhecimento da comunidade quanto à mudança de postura do
aluno frente ao convívio social, seu desenvolvimento físico,
potencial criativo, a superação de obstáculos, ampliação de
conhecimentos, adaptação a novas situações, entre outros
aspectos.
Essa avaliação
realizada pela comunidade demonstra que os profissionais da Escola
Especial CENAPE envolvidos direta ou indiretamente no processo
ensino-aprendizagem alcançaram objetivos no tocante ao
desenvolvimento cognitivo, afetivo, social e físico do educando.
Atualmente ao
avaliarmos a situação e atuação pedagógica da Escola Especial
CENAPE, detectamos que está havendo uma tendência a trabalhar a
linha pedagógica sócio-interacionista, uma vez que acreditamos
na capacidade do PNE sem enfatizar sua deficiência, fazendo com
que estas capacidades se destaquem em detrimento as dificuldades
reais. A exemplo disto, o Festival Municipal Nossa Arte.
Considerações
Finais
Faz-se mister
neste momento destacar a importância do estabelecimento de uma
linha teórica que venha nortear o processo dinâmico e contínuo
da prática de uma ação pensada no coletivo escolar, pois isso
virá a contribuir significativamente na modificação qualitativa
da ação de organizar e executar os projetos educacionais.
A mesma linha
teórica que modificará a forma de pensar as ações pedagógicas
diárias da escola destinadas aos alunos, também colaborará na
formação continuada do professor a fim de que sua prática
esteja impregnada de um mesmo fundamento teórico, favorecendo
ainda a resignificação da organização do ambiente físico e de
inter-relações pessoais.
Tematizar a
prática através de registros dos trabalhos desenvolvidos é uma
ótima oportunidade de repensarmos os rumos que o mesmo vem
tomando para que não se desvie de um contexto
teórico-metodológico pré-estabelecido, favorecendo um fazer
alienado ao invés da humanização do homem. A mesma
tematização da prática contribuirá ainda para o reconhecimento
de aspectos didático-pedagógicos a serem resignificados,
preservados ou ainda refutados.
Esperamos ter
contribuído com os leitores no repensar de suas práticas
pedagógicas com vistas a mediar a realização do desenvolvimento
potencial dos diferentes seres humanos os quais educacional e
profissionalmente, na escola, somos parcialmente responsáveis.
P.S.: Participaram
também na elaboração do presente artigo as professoras: Ana
Maria Fernandes de Oliveira Cecchin: graduada em Pedagogia e
pós-graduada em Formação para Gestores Escolares; Eliete Pontes
Ferreira Almeida: graduada em Pedagogia e pós-graduada em
Formação para Gestores Escolares; Eneida Gonçalves de Oliveira
e Silva: graduada em Pedagogia, pós-graduada em Psicologia
Educacional, Psicopedagogia e Formação para Gestores Escolares;
Geralda de Castro Francisco é graduada em Pedagogia,
pós-graduada em Visão Interdisciplinar e Formação para
Gestores Escolares; Joana Dark Ribeiro Braga de Farias é graduada
em Geografia e pós-graduada em Formação para Gestores
Escolares; Lucia Mara Lubiana Gonçalves é graduada em Pedagogia,
pós-graduada em Psicopedagogia Formação para Gestores Escolares
pela UNIR; Rosania Rodrigues de Oliveira Nascimento é graduada em
Pedagogia e pós-graduada em Formação para Gestores Escolares;
Rosimari Strabelli Freire é graduada em Pedagogia, pós-graduada
em Psicologia Educacional e Psicopedagogia e Formação para
Gestores Escolares.
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V FESTIVAL
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Coordenação Luciano Oliveira. Pimenta Bueno: Foto Kamar, 2002. 1
fita de vídeo (1 hora e 15 min), VHS, son., color.
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