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No ano um de gestão federal petista, partido
no qual sou filiado, o presidente da República,
nordestino corintiano que tanto elege o futebol nos
discursos, convive como todos os brasileiros, com a
queda para segunda divisão do Bahia e do Fortaleza.
A falta de investimento público em canalização de açudes,
em novas descobertas dos milhares de poços artesianos
que podem pipocar por todo SERTÃO, é retórica
centenária de campanha, contudo é passada a hora de
transmutação Social-Cultural desenvolvimentista,
imperativo, portanto, investimento em qualidade de
vida, priorizando o Nordeste, como forma de
desconcentrar a renda da nação, viabilizando o
potencial de criação de novos jogadores, assim
formando times capazes de elevar o futebol nordestino.
A seca deve ser combatida de forma contundente, múltipla
investidas, inclusive desenvolvendo e propagando
energia eólica, capaz de mover a engrenagem de captação
d’água proveniente dos inúmeros lençóis freáticos.
As crianças nordestinas quando ingerirem quantidade e
qualidade de alimentos, superiores ao recomendado como
padrão de qualidade de vida, deterão sobras calóricas,
capaz de serem gastas com Esporte, desta forma
motivando, através das Escolas, a prática esportiva,
massificando o futebol, por exemplo.
Que em 2004 canalizem-se os projetos constitucionais
originários, irrigando novo florescer de vida em
desenvolvimento sustentável, culturalmente
viabilizado inclusive a re-estruturação da
cartolagem esportiva, que tanto desagrega a coesão da
seleção brasileira em múltiplos esportes. Priorizar
a formação de crianças, novas gerações investidas
de mais moral e ética, assim sem tantos estímulos
criminosos negativos provindos do sistema neoliberal
esportista. De CPI em CPI, o Brasil paradoxo é
PentaCampeão, que o desenvolvimento convergente ao
uniforme, possa conduzir cada vez mais atletas do
Nordeste às Seleções brasileiras. |