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A prática esportiva praticada como hábito popular
contribui intensivamente para melhora da qualidade de
vida, contudo, esta pretensão esbarra na falta de ingestão
de alimentos capazes de suportar a demanda corporal em
movimento esportivo, esta restrição corrói a intenção de
massificação esportiva no BRASIL, o povo faminto, portanto
enfraquecido fica cerceado pela própria condição, de
inserir no processo adequado para compatibilizar o corpo e
a mente em sintonia, desaguando em inação.
Os programas do governo federal para banir a fome
além de demagógicos são ineficientes, incapazes de
otimizar resultados práticos, carregados pela imoralidade
fisiológica no mesmo esquema da liberação de emendas
parlamentares, assim impede-se a população de ingestão de
calorias capaz de desencadear a prática esportiva salutar;
as crianças são os maiores interessados em receber um
aprendizado adequando capaz de propiciar condições ótimas
de assimilação e de desenvolvimento de raciocínio, o
cérebro em evolução assimilativa. A estrutura vigente quer
a morte e a destruição de educadores evoluídos, o povo em
fúria pela inversão de Poder – o esporte natural a ser
desenvolvido para limpeza ética do Estado desmoralizado
pela podridão institucional sistêmica.
O nascimento proporciona o perpassar para a
segunda fase da vida, no período que se estende de zero a
cinco anos de idade, o esporte praticado na natureza é de
grande valia e determinante para o desenvolvimento futuro
do ser humano, nos demais estágios do processo de
aprendizado que se finaliza com a morte carnal.
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