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Chegamos ao século XXI e finalmente estamos presenciando
uma nova geração se destacando frente aos novos desafios
que começam a surgir: é chegada a hora da Geração Y.
Antes
de tudo, é preciso explicar o que vem a ser esta nova
Geração. Bem, analisando objetivamente, essa nova geração
se caracteriza por uma nova dinâmica de aprendizado. Os
jovens desta geração possuem acesso irrestrito à internet;
possuem um conhecimento igual ou superior ao dos seus
pais; são conscientes frente aos problemas políticos e
ambientais.
É claro que não podemos generalizar, e aceitar que todo
jovem está com um sentimento de responsabilidade com o seu
país. Não, não é isso que quero dizer. O que eu quero
dizer é que estamos vendo nascer uma geração nova, estamos
vendo jovens empreendedores começarem a exigir o seu
espaço na sociedade. É isso que os torna diferentes. Eles
não querem participar do acaso, deixando a sorte decidir
seu futuro. O que eles querem na verdade é participar e
puxar para si a responsabilidade de ajudar a construir um
Brasil cada vez melhor. O “boom” da internet parece ter
passado. O uso indiscriminado desta ferramenta parece
estar aos poucos desaparecendo, e o jovem, atento às novas
tendências, está enxergando uma ótima possibilidade de
ascensão com a utilização deste meio. Sobre o
conhecimento, é indiscutível que a maioria dos pais está
ficando para trás com relação aos seus filhos. A
facilidade que os jovens possuem de se adequar a novos
ambientes não é a mesma de seus pais, o que às vezes chega
a provocar um choque entre as duas gerações. E por fim,
com relação à politização do “novo jovem”, é fácil
perceber que a situação do Brasil está crítica, e que as
nossas decisões hoje podem influenciar e muito o futuro do
nosso país. É esta realidade que os jovens estão vendo e é
esta realidade que os jovens querem mudar.
Para finalizar, gostaria de agradecer a todos os jovens que
se sentem inseridos na “Geração Y”. É de sua
responsabilidade lutar por um país mais democrático, mais
social e mais desenvolvido. Claro, não serei injusto em
jogar toda a responsabilidade em quem se mostra dedicado.
É este o erro que nós, brasileiros, muitas vezes
cometemos: jogamos os problemas para os que se mostram
prestativos, e esquecemos que também somos brasileiros e
que temos igual dever em proteger a nossa Nação dos
problemas que venham a surgir.
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