ISSN 1678-8419        Ano IV n.44 -abril de 2004

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::Política::

Salário Mínimo Indigente
por Fernando Marrey

            As intenções da politicalha que se hospeda na corte, historicamente lutou por elevação dos valores do salário mínimo, no primeiro ano da gestão Lula desculpas esfarrapadas e concessão irrisória, em 2004 o engessamento acordado pelo Fundo Monetário Internacional não permitirá reposição da inflação quanto mais honrar as calças que veste cumprindo promessas esfarrapadas eleitorais, o que parece prevalecer na corte são métodos de abafa corrupção e especialidade em engambelar um Povo desesperançado nesta democracia autoritária e discriminatória. REBELIÃO Popular Ininterrupta. GOLPE.

         Outra desculpa para manter um SALÁRIO MÍNIMO indigente é o efeito cascata incidente nos Estados e Municípios, além da previdência social não suportar, aliás, repete-se às desculpas da gestão anterior encampada pela atual, ou seja, tudo farinha do mesmo saco, e pior as reformulações previdenciárias e tributárias de 2003, na realidade prática mais representou ajuste fiscal imposto pelo FMI, em nada contribuiu para criar BASE de elevação sustentável neste segundo ano de mandado que deve ser interceptado pela convulsão social-militar. Fora Lula!

         No Estado de São Paulo o salário base do servidor é irrisório, as gratificações uma forma de camuflar surrupiando aumentos legítimos na BASE, um exemplo é a insalubridade calculada levando em conta o salário mínimo nacional, desta imperfeição a BATALHA dos servidores públicos estaduais em 2004 deve objetivar pressão contra o Governador de São Paulo – ‘CERCO aos PALÁCIOS’. O país deve parar em protestos ininterruptos. REVOLUÇÃO requer grande engajamento de setores insatisfeitos. Melhor seria convocar metade dos desempregos do País localizados na Grande São Paulo a avolumar a convulsão em curso. 2.000.000 de desempregados.         

::educação::

Ensino de leitura em língua estrangeira : a contribuição do modelo sociointeracional na construção do conhecimento e do sentido dos textos.  por Sandra Kezen

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Fernando Marrey Ferreira, Líder Golpista

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