| Terceira Idade |
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Algumas
dicas para impor respeito
Por
Redação
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Respeito é bom e o idoso gosta. O aposentado deve
contribuir com as despesas da casa, se achar necessário.
É importante guardar o suficiente para os gastos
pessoais e, se possível, economizar para o lazer.
O idoso
não deve ficar sofrendo e reclamando de atividades. Deve
participar de eventos, fazer cursos, se associar a
grupos de pessoas com os mesmos interesses estes fatores
aumentam a auto-estima em qualquer idade.
O
Estatuto do idoso deve ser de seu conhecimento, pois ele
é muito importante para poder reivindicar os seus
direitos.
A família é muito importante se possível ajude a cuidar
da casa, realizando pequenas tarefas como auxiliar os
netos e anotar recados. A melhora das relações
familiares ajuda em todos os outros setores da vida.
Deve-se
valorizar as coisas boas de cada idade Nada de viver do
passado.
Pratique esportes físicos regularmente, com
acompanhamento médico e de profissionais da área.
Reduza
a quantidade ingerida de sal e açúcar e evite o efeito
sanfona (engorda e emagrece).
Para uma vida mais saudável é necessário, também, manter
horários de rotina; evitar bebidas alcoólicas, frituras
e beba muita água (dois litros por dia).
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Vivendo mais
Dados divulgados no dia 1 de dezembro de 2004 pelo
Instituto Brasileiro de Estatística (IBGE) mostram que,
em 2003, a expectativa de vida dos brasileiros, de ambos
os sexos, atingiu 71,3 anos. Um aumento de 0,8 anos em
relação à taxa de 2000, que era de 70,5 anos.
Esse indicador poderia ser superior em 2 ou 3 anos, não
fosse o efeito das mortes prematuras de jovens pela
violência. As mortes por causas externas refreiam
elevação da esperança de vida, principalmente entre os
homens. Eles vivem, em média 7,6 anos menos que as
mulheres, que tem uma expectativa de vida de 75,2 anos.
Segundo o IBGE, o Brasil só deve alcançar o patamar de
80 anos de esperança de vida por volta de 2040.
A Tábua Completa de Mortalidade de 2003 mostra ainda que
a mortalidade infantil caiu 8,6% em relação 2000 e foi
estimada em 27,5 óbitos de crianças menores de um ano
por mil nascidos vivos. O número ainda é alto, mas
representa um grande crescimento em relação a 1970,
quando a taxa estava próxima de 100 por mil nascidos
vivos. Entre 1980 e 2003 e entre 1991 e 2003 as quedas
foram de, respectivamente, 60,2% e 39,0%.
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