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Revista Partes - Ano V - dezembro de 2004 - nº 52 

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Algumas dicas para impor respeito
Por Redação

Respeito é bom e o idoso gosta. O aposentado deve contribuir com as despesas da casa, se achar necessário. É importante guardar o suficiente para os gastos pessoais e, se possível, economizar para o lazer.

O idoso não deve ficar sofrendo e reclamando de atividades. Deve participar de eventos, fazer cursos, se associar a grupos de pessoas com os mesmos interesses estes fatores aumentam a auto-estima em qualquer idade.

O Estatuto do idoso deve ser de seu conhecimento, pois ele é muito importante para poder reivindicar os seus direitos.
A família é muito importante se possível ajude a cuidar da casa, realizando pequenas tarefas como auxiliar os netos e anotar recados. A melhora das relações familiares ajuda em todos os outros setores da vida.

Deve-se valorizar as coisas boas de cada idade Nada de viver do passado.
Pratique esportes físicos regularmente, com acompanhamento médico e de profissionais da área.

Reduza a quantidade ingerida de sal e açúcar e evite o efeito sanfona (engorda e emagrece).

Para uma vida mais saudável é necessário, também, manter horários de rotina; evitar bebidas alcoólicas, frituras e beba muita água (dois litros por dia).

                    Vivendo mais

Dados divulgados no dia 1 de dezembro de 2004 pelo Instituto Brasileiro de Estatística (IBGE) mostram que, em 2003, a expectativa de vida dos brasileiros, de ambos os sexos, atingiu 71,3 anos. Um aumento de 0,8 anos em relação à taxa de 2000, que era de 70,5 anos.
Esse indicador poderia ser superior em 2 ou 3 anos, não fosse o efeito das mortes prematuras de jovens pela violência. As mortes por causas externas refreiam elevação da esperança de vida, principalmente entre os homens. Eles vivem, em média 7,6 anos menos que as mulheres, que tem uma expectativa de vida de 75,2 anos.
Segundo o IBGE, o Brasil só deve alcançar o patamar de 80 anos de esperança de vida por volta de 2040.
A Tábua Completa de Mortalidade de 2003 mostra ainda que a mortalidade infantil caiu 8,6% em relação 2000 e foi estimada em 27,5 óbitos de crianças menores de um ano por mil nascidos vivos. O número ainda é alto, mas representa um grande crescimento em relação a 1970, quando a taxa estava próxima de 100 por mil nascidos vivos. Entre 1980 e 2003 e entre 1991 e 2003 as quedas foram de, respectivamente, 60,2% e 39,0%.

O dever de educar segundo a lei 9.394/96
Por Vicente Martins
 

 Leia alguns artigos de Fátima de Teixeira:

Envelhecimento e qualidade de vida

"Não te cases com viúvo com filhos"

Envelhecer com qualidade

Laços que unem

Liberdade para voar

 




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