De acordo com Aquino (1996), muitos distúrbios disciplinares
deixaram de ser um evento esporádico e particular no cotidiano
escolar para se tornarem, talvez, um dos maiores obstáculos
pedagógicos dos dias atuais. Nesse sentido, a maioria dos educadores
não sabe ao certo como interpretar e/ou administrar o ato
indisciplinado. Compreender ou reprimir? Encaminhar ou ignorar?
Outro dado significativo apontado pelo autor refere-se ao fato de a
indisciplina atravessar indistintamente as escolas públicas e
privadas:
Enganam-se
aqueles que a supõem mais ou menos presente apenas em determinado
contexto. Vale lembrar que, embora diferentes significados sejam
atribuídos à problemática e até mesmo os próprios objetivos
educacionais subjacentes a ambas possam ser distintos, elas parecem
sofrer o mesmo tipo de efeito. Não se trata, pois de uma espécie de
desprivilégio da escola pública; muito pelo contrário (p.40).
A partir desse contexto não temos a pretensão de fornecer um
receituário com possíveis soluções para o problema da indisciplina
na escola, pelo contrário, pretendemos refletir sobre algumas das
alternativas apontadas por estudiosos e pesquisadores na área,
principalmente apontadas por Vasconcellos (2004), para
compreendermos melhor suas dimensões e quem sabe intervir de maneira
mais significativa nessa realidade.
Segundo Vasconcellos (2004), as causas da indisciplina
podem ser encontradas em cinco grandes níveis: sociedade, família,
escola, professor e aluno. Devemos nesse sentido, investigar quais
são as causas da indisciplina na sala de aula, para então buscar
construir algumas alternativas para lidar com o problema.
Parrat-dayan (2008) menciona que o problema de indisciplina pode ser
provocado por problemas psicológicos, ou familiares, ou da
estruturação escolar, ou das circunstâncias sócio-históricas, ou,
então, que a indisciplina é causada pelo professor, pela sua
personalidade, pelo seu método pedagógico etc. Na realidade, a
indisciplina não apenas tem causas múltiplas, como se transforma,
uma vez que depende de todo um contexto sócio-cultural que lhe dá
sentido.
Devemos superar a concepção de que o problema da indisciplina está
no aluno, pois como afirma Franco (1986), o aluno tem sido a maior
vítima dessa todo esse contexto. Daí a necessidade de pensarmos em
algumas alternativas para amenizarmos esses problemas do cotidiano
escolar.
Para Vasconcellos (2004), um dos maiores culpados pelo
problema da indisciplina na escola são as relações sociais. Assim,
construir outra relação educacional entre a comunidade constitui-se
uma importante finalidade. Deixamos a mera participação alienada e
passiva, para construir uma participação consciente e interativa,
“o aspecto coletivo da participação deve ser visto não como um
processo despersonalizador, mas pelo contrário, como o principal
instrumento de construção da individualidade” (VASCONCELLOS, 2004,
p.53).
Vale destacar, que o professor também precisa se constituir
como um sujeito ativo no processo, estando atento às diferenças
entre os alunos, combinando-as e buscando que cada sujeito contribua
no processo de construção de conhecimentos de acordo com seus
limites e potencialidades. “A situação em sala de aula é
intricada, pois ali se encontram vários seres imersos em processos
de alienação. Cabe ao educador, como ser mais experiente e maduro,
tomar a iniciativa de buscar romper o círculo da alienação”
(VASCONCELLOS, 2004, p.54).
É importante também que o professor tenha autoridade, para conduzir
de forma mais proveitosa possível o processo de ensino-aprendizagem.
E essa autoridade, precisa ser exercida nos domínios: intelectual,
ético, profissional e humano. Sobre a questão da autoridade, Luna
(1991) enfatiza:
... o
professor com autoridade é também aquele que deixa transparecer as
razões pelas quais a exerce: não por prazer, não por capricho, nem
mesmo por interesses pessoais, mas por um compromisso genuíno com o
processo pedagógico, ou seja, com a construção de sujeitos que,
conhecendo a realidade, disponham-se a modificá-la em consonância
com um projeto comum (p.69).
Nessa perspectiva, o professor deve ser exigente, mas não com normas
rígidas, incoerentes, mas no qual exija que os educandos participem
de forma significativa da construção de seus conhecimentos.
Segundo Vasconcellos (2004), encontramos de forma geral duas formas
de conseguir a disciplina; sendo uma delas por coação, resultado de
uma educação autoritária ou por convicção, na linha de uma educação
dialética-libertadora. Ambas, apresentam aparentemente os mesmos
resultados, mas as marcas que são deixadas nos sujeitos são
completamente distintas. “A obtenção de disciplina por coação
está baseada no uso da punição como ameaça ou como prática efetiva.
Esta forma de disciplina leva, portanto, à heteronomia (ser
governado por outrem) ao invés de propiciar a autonomia (ser
governado por si próprio)” (VASCONCELLOS, 2004,p.58).
A disciplina conseguida por coação contribui para a formação de
indivíduos passivos, obedientes, dependentes, imaturos e que não
compreendem o contexto social no qual estão inseridos. Já a
disciplina construída por convicção, auxilia para formar sujeitos
ativos, autônomos, responsáveis e que tem no diálogo a base de seu
desenvolvimento. “Se queremos que as crianças desenvolvam a
autonomia moral, devemos reduzir nosso poder adulto, abstendo-nos de
usar recompensas e castigos e encorajando-as a construir por si
mesmas seus próprios valores morais” (KAMII, 1986, p.109).
Mas para conseguirmos construir uma disciplina por convicção,
devemos inicialmente investigar quais são as causas da indisciplina
na sala de aula. Precisamos conhecer a realidade na qual esses
sujeitos estão inseridos, bem como estabelecer um diálogo permanente
com os familiares e com a própria coordenação pedagógica da escola.
Isto significa superar o famoso “empurra-empurra”, como afirma
Vasconcellos (2004), “os professores dizem que os responsáveis
pela indisciplina em sala são os pais (que não dão limites), que
culpam os professores (que não são competentes) e a escola (que não
tem pulso firme), que culpa o sistema (que não dá condições), etc”
(p.66).
Nessa perspectiva, muitas vezes é construída uma concepção de que a
maior vítima dos problemas indisciplinares são os professores, mas
na verdade os alunos também são vítimas, já que não conseguem se
desenvolver, nas múltiplas dimensões: cognitiva, afetiva, social,
entre outras. “O aluno tem sido a maior vítima dessa situação
toda: de um lado, vítima da “engrenagem maior” que tem achatado os
salários de seus pais e, de outro, vítima de uma “engrenagem menor”,
ou seja, a escola (FRANCO, 1986, p.48).
Vale destacar que ao investigarmos assim as causas da indisciplina
na escola, devemos estar atentos também a nossa própria prática,
questionando: será que trabalho com conteúdos significativos a
formação do alunos? Apresento aos alunos os objetivos e importância
dessas aulas? Utilizo metodologias coerentes com os conteúdos
trabalhados? Valorizo os saberes das crianças? Entre várias outras
questões, que servem como instrumento de avaliação de nossa própria
prática. “A criança indisciplinada está tentando dizer alguma
coisa para a professora. É preciso saber ouvir e compreender a
mensagem que se esconde por trás do comportamento manifesto como
indisciplina” (ROSENBERG, 1986, p.50).
Sobre a questão da escola explicitar seu projeto de trabalho, ou
seja seu sentido, Vasconcellos (2004) enfatiza:
Um dos grandes
impasses que se coloca para a escola hoje é a definição de sua
efetiva função social. Diante da crise de identidade, é fundamental
que a comunidade educativa procure recuperar o sentido da escola, do
estudo, elaborando e explicitando sua proposta educacional (Projeto
Político-Pedagógico). O aluno (e antes dele, os educadores) deve ver
um sentido na escola. O homem é um ser teológico, precisa de um
objetivo para direcionar suas energias, seus esforços, para dar um
significado ao trabalho que tem que fazer (p.71).
Os educandos precisam então perceber os motivos pelos quais
freqüentam a escola, precisam perceber um sentido, precisam ter
consciência das relações nas quais estão inseridos. Parrat-dayan
(2008) afirma que o professor deve dar forma àquilo que não tem,
direcionar a disciplina para alguma coisa que faça sentido, para
algum objetivo, um projeto. Dessa forma, a indisciplina poderá se
transformar em disciplina intelectual e moral. Assim, “antes de
tudo, cada aluno deve estar convencido de que a disciplina é a
melhor forma para lograr o fim que persegue a coletividade
(FRANCO, 1986, p.25).
Nesse sentido, é necessário que o trabalho desenvolvido na escola
seja coletivo, no sentido de todos os profissionais seguirem uma
mesma linha de atuação, de estabelecerem objetivos comuns, de
estabelecerem parâmetros do que é considerado grave ou não, no que
diz respeito a disciplinas das crianças. O trabalho fragmentado
também precisa ser superado. O desenvolvimento de trabalhos
interdisciplinares ou transdiciplinares, também é uma alternativa
para romper com as barreiras entre as diversas áreas de
conhecimento.
Para amenizarmos o problema da indisciplina na escola, é importante
que os alunos participem ativamente da construção das regras da
sala, assumindo-as com o coletivo da escola. O interessante é que
essas regras fiquem em local visível da sala, para que sejam
retomadas e rediscutidas sempre que necessário.
Sobre o acompanhamento da coordenação pedagógica no cotidiano da
sala de aula, o mesmo deve acontecer no sentido de ajuda, de
orientação e não para que o coordenador, supervisor, diretor,
resolva os problemas de indisciplina para o professor.
Um trabalho de formação continuada na escola é essencial, na qual os
profissionais da instituição tenham espaço para o diálogo, a
reflexão e a própria avaliação de seus trabalhos, condutas e
práticas. Sobre a questão do trabalho conjunto entre coordenação
pedagógica e professor, Vasconcellos (2004) enfatiza:
Tem havido uma
certa confusão em relação ao trabalho do professor: como se
constatou que é muito complexo, começou-se a repartir com outros
profissionais, ao invés destes profissionais (orientadores,
supervisores etc) estarem trabalhando junto ao professor para melhor
capacitá-lo, já que ao nosso ver, é ele quem deve enfrentar os
conflitos e não cair no jogo dos “encaminhamentos”. O espaço da
reunião é privilegiado para esta interajuda entre os profissionais
(p.76).
Nesse perspectiva de interação, os professores terão muito mais
condições de planejar um trabalho contextualizado, construindo assim
de forma coletiva um currículo que contemple diferentes tipos de
atividades, entre eles excursões, jogos, festivais, exposições, no
qual o aluno deixa de ser concebido como um indivíduo passivo e é
percebido como um sujeito ativo no processo de construção de
conhecimentos.
O que o aluno
poderia estar tentando dizer ao professor com os constantes atos de
indisciplina? Possivelmente que a escola que aí está não lhe
proporciona alegria, satisfação e tampouco uma aprendizagem
consistente, estando dessa maneira, muito distante de suas
aspirações e necessidades (FRANCO, 1986, p.50).
Mas vale mencionar que o trabalho coletivo deve estimular também a
participação dos pais nesse processo. Sabemos que não é algo fácil,
mas necessário, para que os objetivos propostos pela escola sejam
atingidos. Muitas vezes reclamamos da não participação dos pais nas
reuniões, das falta de limites das crianças, mas não criamos espaços
na escola, para que esses familiares participem realmente por meio
do diálogo. No muito organizamos reuniões bimestrais, semestrais
para entrega de notas, como se isso fosse suficiente.
Muitas vezes,
a escola espera genericamente que a família “ajude” ou “não
atrapalhe”. Isto não é suficiente. A escola precisa intervir no
trabalho de formação e conscientização dos pais. Devemos esclarecer
aos pais a concepção de disciplina da escola, de forma a minimizar a
distância entre a disciplina domiciliar e escolar. Diante de toda
crise, as famílias estão desorientadas. Muitos educadores argumentam
que não seria tarefa da escola este trabalho com as famílias. De
fato, só que concretamente se não fizermos algo já, enquanto lutamos
por mudanças mais estruturais, nosso trabalho com as crianças ficará
muito mais difícil (VASCONCELLOS, 2004, p.79).
Essa discussão nos remete assim a pensar a função do professor no
processo educativo. Ele deixa de ser uma figura autoritária, que
define o que é certo e o que é errado em sala, para ser um mediador
do processo de ensino-aprendizagem. Deve então organizar situações
para que os alunos tenham a oportunidade de vivenciar o diálogo, de
refletir e de questionar o sistema no qual vivem. O professor deve
ter consciência que trabalha com alunos “reais” e não “ideais”. Que
precisa conhecer essa realidade para que em conjunto com a
comunidade escolar, que envolve coordenação pedagógica, familiares,
possa planejar e colocar em prática trabalhos diferenciados e
significativos com as crianças. Construindo assim uma proposta
adequada de trabalho, vinculada às reais necessidades das crianças.
“Se a metodologia de trabalho do professor é essencialmente
expositiva, a única disciplina admissível é o silêncio dos alunos
(VASCONCELLOS, 2004, p.96).
Vasconcellos (2004) menciona que o professor deve compreender que
sua função é legitimada socialmente, na medida que tem como função
formar as novas gerações. Paralelamente, deve buscar a legitimação
de sua autoridade pelo grupo de alunos, ou seja, as crianças
precisam reconhecer que o poder que o professor dispõe esta sendo
utilizado como um serviço, como um recurso para o bem do coletivo,
indo além da mera disciplina formal e autoritária.
Nessa perspectiva de trabalho, uma relação de respeito será
construída entre toda comunidade escolar, e esse clima de respeito
contribuirá para a construção da cidadania e do direito à diferença.
Assim, o clima de alienação muitas vezes presentes nas instituições
escolares, no qual nenhum envolvido (professor, aluno, familiar,
coordenador pedagógico) percebe sua função no contexto social, dará
lugar a uma educação consciente e convicta.
Ter respeito
para com os alunos é uma das necessidades da postura de um educador
consciente. Deve também exigir respeito dos alunos para com os
colegas e para consigo. O professor não pode exigir que o aluno
goste dele ou dos colegas, mas o respeito ele pode exigir. No caso
de ser desrespeitado, restabelecer os limites (não entrar no círculo
vicioso do desrespeito) (VASCONCELLOS, 2004, p. 93).
O ambiente da sala de aula deixará então de constituir-se como
espaço de preconceitos, de ausência de significados, de alienação,
de “rótulos”, onde encontravam-se os “bons” e o “ruins”, para
tornar-se um espaço de conflitos positivos, que propiciam o
desenvolvimento, o diálogo e o respeito às diferenças.
Enfrentar um
conflito é para os alunos, uma oportunidade de trocar pontos de
vista, de argumentar, de propor soluções, de dialogar, de procurar
uma solução em comum e construir a autonomia de cada um. Se o
professor resolve o conflito em vez de deixar que as crianças o
resolvam, está impedindo que elas se construam como pessoas e
aprendam (PARRAY-DAYAN, 2008, p.93).
Como destaca Vasconcellos (2004), a criança precisa ter espaço de
expressão, para sentir que a escola também é sua, que é sujeito.
Para isto, o professor como mediador deve garantir um clima de
comunicação, segurança, aceitação, encorajamento, confiança,
favorável a participação ativa dos alunos.
Os alunos também aprendem a respeitar as normas, as regras, que
ajudaram a construir, os colegas, professores e demais profissionais
da escola. E essa aprendizagem do respeito pelas crianças em suas
múltiplas dimensões são essenciais para um bom andamento do trabalho
nas aulas.
Acreditamos que para atingirmos nossos objetivos não podemos também
desconsiderar a relação afetiva entre os envolvidos no processo
educacional. E isto não significa aceitar tudo o que os alunos faze
ou querem, é importante estabelecer conjuntamente limites para o bom
desenvolvimento das aulas. E caso esses limites não sejam
respeitados, é importante cumprir o que já havia sido combinado com
a turma. O professor, não deve recorrer ao condicionamento baseado
no prêmio-castigo, como afirma Vasconcellos (2004):
Os alunos que
apresentam problemas de disciplina precisam de uma ação educativa
apropriada: aproximação, diálogo, investigação das causas,
estabelecimento das causas, estabelecimento de contratos, abertura
de possibilidades de integração no grupo, etc. e no limite, se for
preciso, a sanção por reciprocidade, qual seja uma sanção que tenha
a ver com o comportamento que está tendo (p.116).
Vale destacar, que a família também precisa estabelecer limites,
acompanhar o trabalho do filho na escola e tomar atitudes quando
esses limites construídos conjuntamente não são respeitados.
Não temos a pretensão de esgotar um tema tão complexo como esse.
Para PARRAT-DAYAN (2008), este tema é complexo porque ele tem
múltiplas causas, uma vez que articula várias dimensões. Além
disso, assume formas diferentes em nossa sociedade atual, formas que
não existiam em outras sociedades e outros tempos. Nesse contexto,
não temos condições de oferecer uma receita de passos para serem
dados para acabarmos com o problema da indisciplina em nossas
escolas, mas apenas acreditamos ter contribuído para que essa
questão seja melhor refletida e discutida entre os envolvidos e
interessados no tema. Percebemos que com vontade da comunidade
escolar, e consciência política poderíamos solucionar alguns dos
problemas que se colocam para a escola e para a sociedade em geral.
Bibliografia:
AQUINO, Julio
Groppa. Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas.
São Paulo: Summus, 1996.
CAEIRO, José;
DELGADO, Pedro. Indisciplina em Contexto Escolar. Horizontes
Pedagógicos, 2005.
FRANCO, Luis
A. C. A Disciplina na Escola. In: Problemas de Educação Escolar.
São Paulo: CENAFOR, 1986.
Kamii,
Constance. A autonomia como finalidade da educação: implicações da
Teoria de Piaget. In: A criança e o número. Campinas, SP:
Papirus, 1986.
LAJONQUIÉRE,
Leandro de. A criança, “sua” (in) disciplina e a psicanálise. In:
AQUINO, Julio Groppa. Indisciplina na escola: alternativas
teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1996.
LUNA, S.;
DAVIS, C. A Questão da Autoridade na Educação. In: Caderno de
Pesquisa. São Paulo: Fundação Carlos Chagas, 1991.
PARRAT-DAYAN,
Silvia. Como enfrentar a indisciplina na escola. São Paulo:
Contexto, 2008.
REGO, Teresa
Cristina R. A indisciplina e o processo educativo: uma análise na
perspectiva vygotskyana. In: AQUINO, Julio Groppa. Indisciplina
na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus,
1996.
ROSENBERG, L.
Dsiciplina e democracia. In: FRANCO, Luis A. C. A Disciplina na
Escola. In: Problemas de Educação Escolar. São Paulo: CENAFOR,
1986.
SARTRE, J.P.
L’ être ET Le néant. Páris: Gallimard, 1943.
VASCONCELLOS,
Celso dos Santos. (In)Disciplina: construção da disciplina
consciente e interativa em sala de aula e na escola. São Paulo:
Libertad Editora, 2004.