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ISSN 1678-8419         última atualização em: quinta-feira, 06 de setembro de 2012 20:46:12                                               

 
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EDUCAÇÃO
Paulo Freire: A Educação do Campo precisa de Você    

Sabrina Zientarski de Bragança[1]

publicado em 14/12/2010

Resumo

O trabalho trata sobre a importância de se utilizar a pedagogia freireana, seus princípios e concepções no desenvolvimento da educação do campo. As obras de Paulo Freire, resultado de sua história de vida e de seu trabalho, se aproximam do conjunto das lutas sociais e atendem a real necessidade da população camponesa, que se encontra em condições precárias e praticamente abandonada a sua própria sorte.

Palavras chave: educação do campo, educadores, pedagogia freireana.

 

Paulo Freire, la educación do Campo necessita de usted

Resumen


Este documento se centra en la importancia de utilizar la pedagogía de Freire, los principios y conceptos en el desarrollo de la educación rural. Las obras de Paulo Freire, el resultado de la historia de su vida y su obra son proximas de todas las luchas sociales y satisfacem las necesidades reales de la población rural, que está en males condiciones y en gran medida abandonados a su suerte.

Palabras clave: educación do campo, los educadores, la pedagogía de Freire.

 

 

Introdução

         O presente trabalho trata sobre a importância de se utilizar a pedagogia freireana, seus princípios e concepções na educação do campo, tendo em vista que a forma como está sendo realizada nas escolas da zona rural não atende às características, as necessidades e expectativas da população que vive no campo.   O que se tem constatado é que embora as leis tenham sido criadas para atender a educação rural, elas não dão conta e não atendem a real necessidade da população camponesa que se encontra em condições precárias e praticamente abandonada a sua própria sorte.

A Lei de Diretrizes e Bases Nacional, de 1996, estabelece que ao ofertar a educação básica para a população rural, os sistemas promovam as adaptações necessárias à sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região. Ocorre, que, de parte dos governos houve pouco investimento e em conseqüência, pouco progresso no sentido de estabelecer políticas e práticas efetivas para educação no meio rural brasileiro. Para realizar o trabalho apresento resultados parciais de pesquisa, com abordagem qualitativa, que está sendo desenvolvida com os assentados rurais (recentemente instalados), em Santa Margarida do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul

          A Educação do Campo que se realiza no conjunto das lutas, dos Movimentos sociais e organizações do povo, busca um ensino com conteúdos e metodologias específicas para a realidade do campo, definida coletivamente pelos próprios sujeitos envolvidos no processo educativo. A educação rural, que está sendo desenvolvida, tem ignorado às necessidades dos sujeitos sociais que vivem no campo, ao negar ou subordinar os aprendizados da experiência, da cultura e do trabalho. Estes sujeitos precisam de oportunidades de educação com qualidade, com currículo que problematize e não negligencie sua realidade e o seu trabalho e com educadores preparados para a realidade que se apresenta.

        Neste sentido, a proposta pedagógica freireana é indicada, pois, requer um educador problematizador. É uma pedagogia do diálogo, da pergunta, do educador politizado, uma vez que “[...] ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua produção ou sua construção”. (FREIRE, 2000, p. 52). Paulo Freire traz elementos provocadores e desafiadores reafirmando a educação do campo como possibilidade para desencadear um processo de construção do conhecimento, respeitando as peculiaridades e o compromisso da transformação social. Educadores comprometidos com esta proposta assumem um compromisso de luta com a comunidade na qual estão inseridos, buscando provocar inclusive grandes debates e movimentos que possam levar às alterações na própria legislação e nas políticas para a educação do campo.

 

As políticas para a educação do campo no momento atual

 

         Os sujeitos sociais excluídos precisam ser contemplados nas políticas públicas, pois, existe uma dívida histórica para com estas pessoas, e um dos direitos mais importantes, que lhes foi negado ao longo dos tempos é o direito à educação. Para isso, como assegura Damasceno (1993), há a necessidade de relacionar as políticas que foram adotadas para essa educação com a prática social mais ampla da sociedade brasileira, mais especificamente, com as formas adotadas pelo movimento do capital no campo (DAMASCENO 1993).  Nesta direção, os povos sociais do campo reafirmam suas reivindicações e lutam por espaços dentro das políticas públicas, nas quais sejam apontadas diretrizes que atendam aos seus anseios e aos seus propósitos de luta.

A LDB - Lei de diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.°.394/96) estabelece o seguinte em relação à educação das pessoas que vivem na área rural; artigo 28: Na oferta de educação básica para a população rural, os sistemas de ensino proverão as adaptações necessárias a sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região, especialmente:

I- conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural;

II- organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar ás fases do ciclo agrícola e às condições climáticas;

III- adequação à natureza do trabalho na zona rural.

 

         O que se percebe com a LDB é que no formato no qual ela se apresenta a educação só acontece na escola, com isto não se respeita nem valoriza todas as demais formas de aprendizagem e educação desenvolvidas fora da escola regular. Saviani (2000, p.163), destaca que existem contradições entre o que aborda a LDB em seu Art. 28, que se refere exclusivamente à educação escolar, sem levar em conta a educação fora da escola, como, por exemplo, a educação que é desenvolvida nas realidades campesinas.

         As políticas públicas deveriam revelar a ação do Estado em torno dos interesses e das reivindicações dos sujeitos sociais e, ao criá-las, garantir, em seu processo, a transparência, o acesso e a participação coletiva. O que se verifica é exatamente o contrário, parece claro que se pretende excluir e impedir que a participação aconteça, desta forma o que se observa é a alienação, o afastamento, fazem com que os sujeitos “não cheguem a localizar o opressor concretamente, como também enquanto não cheguem a ser “consciência para si”, assumam atitudes fatalistas em face da situação concreta de opressão em que estão”. (FREIRE, 1987, p. 27).

No Estado do Rio Grande do Sul, esta prática se tornou evidente à medida que o Governo tem atendido às exigências dos organismos multilaterais, como, por exemplo, o Banco Mundial. Ao solicitar vultoso empréstimo passou a atender os objetivos e as políticas públicas são feitas a partir deste propósito, como ficou evidente ao elaborar as propostas para a educação no Estado, nas quais não há nenhuma referência específica à educação do campo.                                  

         O que se tem observado no Estado, especialmente nos últimos três anos (2007-2010) é o interesse do Governo em desmantelar a educação popular, contando para tanto com todo seu aparato de coerção e com a persuasão imposta por uma parcela da sociedade civil. Tenta gerar com isto um sentimento de autodesvalia como uma marca dos oprimidos. Este sentimento que é extremamente perigo para sujeitos em situação de vulnerabilidade social, resulta da introjeção que fazem eles da visão que deles têm os opressores (FREIRE, 1987, p.28).

        Além dos ataques coercitivos impostos à escola itinerante do MST (acabar com ela através do aparato do Estado – forças armadas, tribunais, legislação, polícia), são usados mecanismos persuasivos inerentes aos meios de comunicação de massa, às escolas “regulares”, aos grupos locais e outros componentes da sociedade civil, com o propósito de obter o consenso, seja através da submissão, no caso da força, ou através da “opção livre” das pessoas que se quer persuadir. Desta forma, pode-se constatar que a ação do Estado Capitalista busca atingir os assentados (sujeitos desta pesquisa) justamente em seu “tendão de Aquiles”, nos aspectos que os tornam mais vulneráveis, que são: os “assentadinhos”, filhos dos assentados, por serem crianças que em sua escola de origem (itinerante) estavam desenvolvendo a criticidade, a politização e a consciência de classe.

          Nesta perspectiva, acaba sendo negada a possibilidade do próprio grupo de assentados constituir- se, pois, ao mesmo tempo que não permite que a educação popular aconteça no assentamento ( não dialoga com o povo que reivindica a construção de escolas em seus assentamentos,caso específico de Santa Margarida do Sul onde a Prefeita  afirma que neste local não há necessidade de uma escola) impede que o conhecimento historicamente construído seja socializado por sujeitos sociais, tendo em vista que essa dimensão educativa, formadora das classes subalternas, pode ser captada no processo histórico de organização dos movimentos sociais populares.

          Diante de toda a pressão exercida pelo Estado e pelos grupos que lhe dão sustentação, que são beneficiados por ele, defendo a importância de fundamentar o trabalho pedagógico da educação do campo, que é educação popular, no pensamento de Paulo Freire, como uma ação contra-hegemônica, como um ato político. Freire (1982, p. 35) afirma que a educação “[...] como ato de conhecimento, como ato criador e como ato político é um esforço de leitura do mundo e da palavra”.

 

A educação do campo e a pedagogia freireana

 

 

          O pensamento de Paulo Freire de que ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho e que os homens se libertam em comunhão revela a necessidade do trabalho coletivo, à necessidade do diálogo, do respeito às idéias, concepções e limitações do outro. Para Freire o diálogo crítico é libertador, e, por isto mesmo supõe a ação. Por esta razão deve ser feito com os “oprimidos, qualquer que seja o grau em que esteja a luta por sua libertação. Não um diálogo às escâncaras, que provoca a fúria e a repressão maior do opressor” (FREIRE, 1987, p. 29). Nesta perspectiva, o ato pedagógico, o trabalho docente tem um caráter politizador, em uma perspectiva emancipatória assim como afirma o autor:

A ação política junto aos oprimidos tem de ser, no fundo, "ação cultural” para a liberdade, por isto mesmo, ação com eles. A sua dependência emocional, fruto da situação concreta de dominação em que se acham e que gera também a sua visão inautêntica do mundo, não pode ser aproveitada a não ser pelo opressor, Este é que se serve desta dependência para criar mais dependência.

 

 O papel do educador não é de um expectador, ele exige ação e reação para a superação da contradição opressor-oprimidos, é preciso que eles se convençam de que o trabalho que executam exige deles, a partir do momento em que o assumem a sua responsabilidade total. Cabe aos educadores o desafio de cultivar uma postura dialógica e crítica diante do mundo, que os faça ter compromisso em assumir-se enquanto seres epistemologicamente curiosos diante dos fatos, realidades e fenômenos que constituem seu próprio mundo. Em relação à educação e ao conhecimento é preciso ter clareza para perceber que devem partir da construção coletiva mediada dialogicamente, que deve articular dialeticamente a experiência da vida prática com a sistematização rigorosa e crítica. O processo de construção do conhecimento implica uma relação dialógica (FREIRE, 1977).

         O processo educativo é dialógico, pois sem diálogo não há educação. A educação com este propósito torna-se um processo de conhecimento onde todos ensinam e todos aprendem, um processo criador e recriador. Isto implica em que o educador assuma compromissos éticos e políticos, de intervenção crítica no mundo. A pedagogia freireana é revolucionária constituindo-se na unidade dialética entre ação-reflexão-ação (práxis), que requer testemunho da ação (coerência). Este trabalho pedagógico conduz os sujeitos á libertação das amarras que o oprimem e da visão ingênua do mundo que o cerca. O ato educativo fundamentado no pensamento de Paulo Freire assume a tarefa de promover a superação da contradição, para que os homens possam reconhecer “o limite que a realidade opressora lhes impõe” (FREIRE, 1987, p. 19) e, com base neste processo de reconhecimento encontrem energias que conduzam a uma ação libertadora.         

         Realizada nesta perspectiva, a educação do campo representa um contraponto à educação rural, defendida pelas elites como a educação dos sujeitos do campo. Caldart (2004) destaca que mais que o direito da população ser educada no lugar onde vive, precisa ser respeitado o direito a uma educação pensada desde o seu lugar e com sua participação, vinculada a sua cultura e as suas necessidades humanas e sociais. O processo de valorização de sua cultura incentiva os sujeitos do campo a pensar e agir por si próprios, assumindo sua condição de sujeitos.

          Estariam então dispostos a interpretar, a compartilhar, a descobrir e a aprender. Os conflitos que surgissem não seriam temidos, pelo contrário, representariam a possibilidade da abertura, do questionamento, da busca das respostas e da superação da condição de oprimidos. Estariam dispostos a lutar por políticas e práticas emancipatórias, conscientes de que tem um papel social a cumprir e tem o compromisso de contribuir para que as políticas públicas tenham e cumpram uma função social.

 

Considerações finais

 

        Com as conquistas incorporadas na Constituição Federal de 1988, houve um processo de reconhecimento e valorização da educação desenvolvida em espaços formais e não formais, no entanto, é importante destacar que o momento vivido pela educação do campo nega estas conquistas.

        Em se tratando da educação no e do campo verifica-se uma situação muito difícil e que não é recente, pelo contrário, vem se arrastando ao longo dos tempos sem que haja uma ação efetiva do Estado para sua superação. O Estado formula políticas a fim de satisfazer às exigências dos organismos internacionais, sendo que uma das diretrizes consiste em assegurar à população o acesso à educação, no entanto, na prática o que se vive é a retirada de direitos dos direitos dos grupos sociais excluídos buscarem sua inclusão através da educação.

        Estes conflitos vividos, por exemplo, podem e devem ser utilizados pelos educadores do campo, pois, através da problematização, da inquietação indagadora, da busca por melhores condições, estimulam o desejo de conhecer, o desejo de buscar esclarecimento, superando assim o pensamento ingênuo, alienado/alienante. Ao recorrer aos estudiosos da pedagogia freireana poderia afirmar com Damke (1995, p. 82) que “segundo a teoria freireana a problematização é inseparável do ato cognoscente e, como ele, inseparável das situações concretas”.

        Diante disso, torna-se necessário o envolvimento e comprometimento com as causas populares, buscando alternativas e visualizando praticas libertadoras da exploração do capital. O envolvimento pressupõe, ainda que a educação tenha um caráter dialético, partindo da premissa de que todo ser humano é detentor de conhecimentos significativos, não importa idade, meio social, grau de escolaridade, posição político-econômica, ou outras diferenças reais.     

        Neste contexto, através de uma educação do campo fundamentada no pensamento freireano, os sujeitos envolvidos estariam, através de sua luta, caminhando em busca de sua libertação, tendo como princípio o que afirma Freire (1987, p.31):       

que esta luta não se justifica apenas em que passem a ter liberdade para comer, mas “liberdade para criar e construir, para admirar e aventurar-se”. Tal liberdade requer que o indivíduo seja ativo e responsável, não um escravo nem uma peça bem alimentada da máquina. Não basta que os homens não sejam escravos; se as condições sociais fomentam a existência de autômatos, o resultado não é o amor à vida, mas o amor à morte. Os oprimidos que se "formam” no amor à morte, que caracteriza o clima da opressão, devem encontrar, na sua luta, o caminho do amor à vida, que não está apenas no comer mais, se bem que implique também nele e dele não possa prescindir.

 

        Esta libertação dar-se-á através de uma luta conjunta em que educadores e educação manterão vivo o sonho dos trabalhadores de um mundo mais justo e humanitário, onde o povo camponês tenha sua realidade encarada como alicerce (ou pedra angular) de um outro mundo possível.

 

Referências

 

CALDART, Roseli. S. Escola é mais do que escola... Pedagogia do Movimento Sem Terra. Petrópolis. R.J. Vozes, 2000.

DAMASCENO, Maria Nobre. A construção do saber social pelo camponês na sua prática produtiva e política. THERRIEN, Jacques; DAMASCENO, Maria Nobre (orgs.). Educação e Escola no Campo. São Paulo: Papirus, 1993, p. 53 - 74.

DAMKE, Ilda Righi. O processo do conhecimento na pedagogia da libertação: as idéias de Freire, Fiori e Dussel. Petrópolis, Rio de Janeiro. Vozes, 1995.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.

_________ Educação e mudança. 23. ed. Rio de Janeiro; Paz e Terra, 1979.

_________ Política e Educação. 4. ed. São Paulo, Cortez, 2000.

_________ A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez, 1982.

LDB: 9394/96-BRASIL.  http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm consulta dia 12/ 10/2010.

SAVIANI, Dermeval. A Nova Lei da Educação: trajetórias, limites e perspectivas. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2000. 3. ed. 246p.


 

[1] Mestranda em Educação, UFSM, Técnica da área social COOPTEC ( Cooperativa Técnica de assistência Técnica dos Assentamentos Rio Grande do Sul), Assentada da Reforma Agrária. sabrina_educaomst@yahoo.com.br

 

 

 

Como citar
Bragança, Sabrina Zientarski de
, Aspectos históricos da formação profissional na educação física brasileira. P@rtes. Janeiro de 2011 Disponível em <www.partes.com.br/educacao/educacaodocampo.asp>.

 

 

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Sabrina Zientarski de Bragança é mestranda em Educação, UFSM, Técnica da área social COOPTEC (Cooperativa Técnica de assistência Técnica dos Assentamentos Rio Grande do Sul), Assentada da Reforma Agrária.
 
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