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ISSN 1678-8419         última atualização em: quinta-feira, 06 de setembro de 2012 20:46:09                                               

 
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EDUCAÇÃO

A Educação Infantil e o Educar/Cuidar

   

Franciele Clair Moreira Leal[*]

publicado em 05/04/2010

 

 

 

A Educação infantil ao longo de sua história vem se tornando uma etapa significativa no panorama educacional do Brasil e do mundo, onde se constatou que a ela por muitas visões, entre elas a assistencialista e compensatória. Fica pontual neste estudo que é no período da infância que a criança necessita, sobretudo de brincar, explorar, descobrir e aprender sobre o meio no qual está inserida e, portanto, cabe ao professor a tarefa de cuidar e educar para que suas necessidades sejam atendidas e nesta missão de cuidar e educar acontece simultaneamente às trocas, as vivências e as aprendizagens.

Palavras Chave: Educação Infantil; cuidar; educar

 

La educación y el Educar y el Cuidar infantiles

La educación infantil a través de su historia viene si se convierte en una etapa significativa en el panorama educativo del Brasil y del mundo, adonde si evidenció que él para muchos visões, entre ellos el assistencialista compensatorio y. Es pronto en este estudio que sea en el período de la infancia que el niño necesita, sobre todos jugar, explorar, descubrir y aprender en la manera en la cual se inserta e, por lo tanto, cabe al profesor la tarea de tomar cuidado de y de educarlo para tomar sus necesidades cuidado de y en esta misión tomar cuidado de y educarlo suceda simultáneamente a los intercambios, a las experiencias y a los learnings.

Llave de las palabras  Educación infantil; para tomar cuidado de; para educar

 

UMA POUCO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A Educação Infantil ao longo de sua trajetória histórica passou por muitas transformações que fizeram com que esta etapa da educação básica se tornasse cada vez mais significativa no panorama educacional mundial e principalmente do Brasil. 

No decorrer da história da Educação Infantil, podemos perceber que ela passou por muitas visões como podemos destacar o assistencialismo, que esteve presente por muito tempo nas creches e escolas infantis e tinha como função principal dar a assistência necessária às crianças pobres tirando-as das ruas e oferecendo cuidados para que elas pudessem viver, principalmente em virtude do trabalho dos pais que não tinham onde deixar os seus filhos. Logo, a creche era o local mais apropriado para as crianças, pois ali estariam seguras durante o tempo em que os pais permaneciam longe. Na creche as crianças recebiam alimentação, podiam dormir, eram cuidadas para não caírem e nem se machucarem e, ainda, havia o cuidado com a sua higiene. A educação assistencialista era de baixa qualidade, pois preparava os pequenos para unicamente continuar no meio social onde estavam inseridos, ou seja, não oferecia nenhuma expectativa de melhoria de vida e de crescimento sociocultural.

No Brasil a Educação Infantil não surgiu diferentemente do que em outros países, pois as creches tinham como função cuidar das crianças das mães que trabalhavam na indústria e, também, como empregadas domésticas, portanto, a única preocupação era com a alimentação, higiene e os cuidados físicos, em que a criança não podia cair nem se machucar.

         Na década de 70, devido ao alto índice de evasão escolar e de reprovação dos alunos de classe baixa na educação básica, criou-se a Educação Pré-escolar, que abrangia a faixa etária de quatro a cinco anos, surgindo então a visão compensatória com o objetivo de  suprir as carências culturais das crianças, pois a famílias pobres não conseguiam ajudar os filhos a progredirem nos estudos e as crianças entravam na Educação Básica, com pouca informação e conhecimento cultural. Devido ao baixo nível de instrução dos pais, caberia à educação pré-escolar suprir essas carências nas crianças, isto é, compensar a falta de conhecimentos prévios e informações que deveriam ser transmitidos (as) pelos pais.

         Devido a esses fatores kramer (1992, p. 29) coloca que “[...] surgiram os programas compensatórios, em que a pré-escola era apontada como solução para os problemas da escola elementar: fator médico, nutricionistas, assistenciais, psicológicos, culturais e educacionais”. Além de suprir as carências culturais das crianças à educação compensatória tinha, também, como função oferecer atendimentos em outras áreas que as crianças necessitassem. Neste sentido, a pré-escola era vista como um dos meios de superar a miséria, a pobreza e a negligência das famílias, oferecendo atendimento médico e estimulação cognitiva, buscando compensar as deficiências das crianças.

A partir então da constituição de 88 a Educação Infantil passa a ocupar um papel mais significativo dentro do panorama educacional brasileiro e a partir daí então começam a surgir preocupações e interesses acerca do desenvolvimento e da aprendizagem infantil, surge uma nova concepção de educação que destaca o cuidar e o educar como pontos fundamentais e imprescindíveis para o trabalho com as crianças durante a sua infância.

Afinal as crianças não freqüentam a Educação Infantil só para serem cuidadas, ou assistidas por uma pessoa mais velhas, mas ao contrário para serem cuidadas e educadas por profissionais capacitados que auxiliem no seu desenvolvimento, afinal essa  dicotomia vivida durante muitos anos entre cuidar e educar deve ser superada e o cuidar/educar devem ser trabalhados de forma conjunta, buscando o melhor para as crianças.

O CUIDAR E EDUCAR

         Segundo Ferreira (1989, p. 146) cuidar significa: “[...] imaginar, meditar, cogitar, julgar, supor. Aplicar atenção, o pensamento, a imaginação. Ter cuidado. Fazer os preparativos. Prevenir-se. Ter cuidado consigo mesmo”, ou seja, o cuidar busca através, da atenção e da prevenção, meios para que a pessoa sinta-se bem consigo mesma e com os outros. Apresenta, portanto, uma preocupação com os cuidados básicos e necessários a uma vida saudável.

Cuidar, no entanto, exige estarmos prevenidos para qualquer imprevisto que possa vir a acontecer com as crianças. Na Educação Infantil existe uma preocupação muito grande com os cuidados necessários ao desenvolvimento da criança, afinal ela precisa se alimentar, precisa adquirir hábitos de higiene e precisa de atenção para que não se machuque. A criança necessita ser bem tratada e atendida pelos profissionais, principalmente no que diz respeito aos cuidados indispensáveis para a sua vida, pois eles são fundamentais para o seu desenvolvimento.

Destacamos que de acordo com o RCN para a Educação Infantil (1998, p. 25):

O cuidado precisa considerar, principalmente, as necessidades das crianças, que quando observadas, ouvidas e respeitadas, podem dar pistas importantes sobre a qualidade do que estão recebendo. Os procedimentos de cuidado também precisam seguir os princípios de promoção à saúde. Para se atingir os objetivos dos cuidados com a preservação da vida e com o desenvolvimento das capacidades humanas, é necessário que atitudes e procedimentos estejam baseados em conhecimentos específicos sobre o desenvolvimento biológico, emocional, e intelectual das crianças, levando em consideração as diferentes realidades socioculturais.

 

Neste sentido, o cuidado apresenta-se de forma mais ampla onde as necessidades das crianças devem ser o eixo norteador do atendimento, pois é por meio da observação que o educador poderá ter uma visão da qualidade desses cuidados tão importantes à qualidade de vida na infância. Não podemos esquecer que os cuidados com os pequenos devem sempre buscar o melhor para a sua saúde e o melhor desenvolvimento de suas capacidades, porém para podemos oferecer as crianças os cuidados e a atenção necessária para que sua vida seja mais saudável, precisamos ter conhecimento sobre o seu desenvolvimento e sobre a sua realidade sociocultural.

As crianças são diferentes umas das outras, então nem sempre o que é bom para uma, é para a outra. Por isso, devemos estar sempre procurando informações sobre o seu meio social, seus conhecimentos, suas necessidades e suas dificuldades, para que possamos ajudar no seu fortalecimento como pessoa e como cidadão.

Com relação ao educar Ferreira (1988, p. 185), coloca que: “[...] educar é promover a educação (de alguém); ou a sua própria educação; instruir-se”, ou seja, educar trata-se de oferecer educação, promover aprendizagem, proporcionar conhecimentos necessários para a formação pessoal. Então, educar na Educação Infantil é promover o desenvolvimento infantil, a socialização, enfim proporcionar ações pedagógicas que sejam significativas às crianças.

De acordo com o RCN para a Educação Infantil (1998, p. 23):

Educar significa, portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser, e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito, confiança, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural.

O educar tem um papel fundamental na Educação Infantil, pois na maioria das vezes vemos as crianças como seres indefesos e inocentes e, até mesmos incapazes, mas isso são formas errôneas de se ver as crianças. Ao contrário do que pensamos, elas são surpreendentes e capazes de ações e atitudes inesperadas pelo adulto; é por meio das capacidades de pensar, agir, sentir das crianças que o educar deve ser fortalecido cada vez mais desde a creche.

Os Parâmetros Nacionais de Qualidade para Educação infantil (2006) colocam a importância do trabalho com o cuidar e o educar de forma indissociável, valorizando as necessidades e os direitos que cada criança possui. Mas em um recente estudo feito nas creches brasileiras, foi diagnosticado que ainda predomina um atendimento voltado principalmente à alimentação, à higiene e ao controle das crianças.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96, coloca em seu Art.30 que a Educação Infantil será oferecida em: “I – Creches ou entidades equivalentes para crianças de até anos de idade; II – Pré-escolas para crianças de quatro a seis anos de idade”. Percebemos, então, que a Educação Infantil deve ser oferecida em duas etapas diferentes às creches e as pré-escolas. Apesar disso, não podemos confundir essas etapas da educação na infância com duas modalidades distintas, ou seja, cuidado de 0 a 3 anos e educação de 4 a 6 anos.

Muitas vezes, pensamos que na faixa etária de 0 a 6 anos as crianças são muito pequenas, inocentes, indefesas e o que elas mais precisam é de carinho e cuidados para não se machucarem e nem chorarem. Apesar de seu tamanho, as crianças da creche necessitam de estímulos e orientações para desenvolver-se; não podemos fazer do seu dia-a-dia na instituição apenas uma preocupação em alimentar, colocar para dormir, mas proporcionar que o seu tempo na escola seja produtivo e que se ofereça para atividades que estimulem o desenvolvimento de suas habilidades, atividades que auxiliem no aprimoramento de sua coordenação motora, de sua linguagem, afetividade.

Já a partir da fase da pré-escola (4 a 6 anos), o atendimento é mais voltado para o educar, pois as crianças já começam a aprender a escrever, contar, identificar letras, cores, entre outros aspectos cognitivos. Mas educar não se refere somente a esses aspectos, e o que os pais, a sociedade e os professores precisam compreender é que o ato educativo se realiza por meio das brincadeiras, jogos, troca de experiências, enfim, por meio de inúmeras atividades lúdicas e recreativas que são fundamentais para o desenvolvimento infantil, desde o nascimento.

O processo educativo das crianças é fator muito importante para a sua vida, e deve ser encarado com muita seriedade pela família, escola e professores.

É fato que o processo educativo é realizado de várias formas: na família, na rua, nos grupos sociais, e também na escola [...]. Educar, nessa primeira etapa da educação básica, não pode ser confundido com cuidar, ainda que as crianças necessitem de cuidados elementares. Por isso cuidar e educar são conceitos que devem estar associados ao tratamento dispensado a criança, já que além de receber cuidados básicos, a criança precisa desenvolver sua identidade pessoal e social. (VITÓRIA 2002, p.18).

Neste sentido, o processo educativo não se dá unicamente no espaço da escola, mas em todos os ambientes que a criança convive, ou seja, a criança adquire experiências em todos os meios em que ela passa e a família e o grupo social têm uma participação especial neste processo. É importante destacar que é na família que a criança estabelece os primeiros contatos com o meio e com as coisas a sua volta. O educar e o cuidar são a base do desenvolvimento das crianças e tem que serem bem trabalhados e explorados pelos professores e, também, pelas famílias das crianças.

Segundo Craidy e Kaercher (1998, p. 59):

Atividades que envolvam o cuidado e a saúde são realizadas diariamente nas instituições de educação infantil e não podem ser consideradas na dimensão escrita de cuidados físicos. A dicotomia, muitas vezes vividas entre cuidar e o educar deve começar a ser desmistificada. Todos os momentos podem ser pedagógicos e de cuidados no trabalho com crianças de 0 a 5 anos. Tudo dependerá da forma como se pensam e se procedem as ações. Ao promovê-las proporcionamos cuidados básicos ao mesmo tempo em que atentamos para a construção da autonomia, dos conceitos, das habilidades, do conhecimento físico e social.

Neste sentido, podemos compreender que a visão fragmentada de cuidar e de educar, nas instituições de Educação Infantil, deve ser superada, porque todas as ações realizadas devem ser pedagógicas. Os profissionais que trabalham nas instituições de educação Infantil, independente da faixa etária, devem fazer de todos os momentos de seu cotidiano, momentos nos quais as crianças possam estar interagindo e participando de forma dinâmica de seu cuidado e aprendendo-o como forma ativa de investimento em si mesma com qualidade de vida. Esse processo requer planejamento e rotina diária, pois educar para a vida significa, sobretudo, se estar cuidando e educando ao mesmo tempo.

Então, desmistifica-se aqui a visão de cuidar e educar como fatores separados, principalmente a idéia de que ao educar passamos, enquanto escola a administra apenas conteúdos, disciplinas, normas e regras na Educação Infantil.

Ao respeitarmos todo o processo de desenvolvimento infantil, já estamos cuidando e educando conjuntamente, pois toda a forma de educação que considere e estimule os tempos da criança aprender a engatinhar, caminhar, falar, pular, correr, entre outros aspectos são funções essenciais para o seu desenvolvimento. Então, não só quando a criança aprende a ler e a escreve é que ela está sendo educada e, na escola infantil, desde o momento em que ela adapta-se, interage, troca experiências, socializa-se e aprende a ser independente já está sendo cuidada e educada para uma vida de qualidade.

Didonet (2003, p. 9) coloca que:

[...] não há um conteúdo educativo na creche desvinculado dos gestos de cuidar. Não há um ensino, seja um conhecimento ou um hábito, que utilize uma via diferente da atenção afetuosa, alegre, disponível e promotora da progressiva autonomia das crianças. Os conteúdos educativos da proposta pedagógica, por sua vez, não são conteúdos abstratos de conhecimento, desvinculados de situações de vida, nem são elaborados pela criança pela via de transmissão oral, do ensino formal. Em vez disso, são interiorizados como construção da criança em um processo interativo com os outros em que entram em jogo a iniciativa, a ação, a reação, a pergunta e a dúvida, a busca de entendimento.

Portanto, na Educação Infantil todas as situações diárias são atos educativos, pois as brincadeiras, jogos, as atividades dirigidas, a escovação, a alimentação, enfim as rotinas diárias devem buscar a autonomia e a formação da identidade, a construção de hábitos saudáveis entre outros aspectos. Isso é cuidar e educar para a vida!

Além disso, não podemos tratar os conteúdos da Educação Infantil como únicos e abstratos, os quais o professor deve simplesmente transmitir aos alunos; ao contrário devemos trabalhar desde a Educação Infantil a partir dos conhecimentos que a criança possui, e por meio desses realizar mediações pedagógicas que possam auxiliar na [re] elaboração de conceitos por parte das crianças.

Dessa forma podemos perceber que o cuidar/educar tem um papel fundamental, nesta etapa da educação, pois é por meio de ações conjuntas entre esses dois eixos que a criança poderá de forma mais dinâmica e criativa ir estabelecendo relações e associações mais concertas co o meio e com os objetos e coisas que estão a sua volta. Pois, a concepção assistencialista já não serve mais para a nossa realidade, afinal, hoje as concepções de criança, de infância e de desenvolvimento também mudaram, e a partir dessas novas construções de conceitos que devemos estabelecer as metas e os objetivos para atender as nossas crianças.

A escola deve ser um ambiente prazeroso, dinâmico, estimulante, desafiador, e estas ações só serão alcançadas se as atividades proporcionadas estiverem ancoradas numa educação que vise acima de tudo o cuidar/educar, que hoje deve ser o eixo norteador do desenvolvimento infantil.

 

REFERÊNCIAS

BRASIL, Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil/Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria da Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação.Secretaria da Educação Básica. Política Nacional de Educação Infantil: pelo direito das crianças de zero a seis a educação.Brasília: MEC, SEB, 2006. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/eduinfpolit2006.pdf> Acesso em: 22 de abril de 2007.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Parâmetros Nacionais de Qualidade para Educação Infantil. Brasília DF, 2006. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/eduinfparqualvol1.pdf > Acesso em 22 de abril de 2007.

BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm#art32>Acesso em 23 de agosto de 2007.

CRAIDY, Carmem Maria; KAERCHER, Gladis P. da Silva (org). Educação Infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Estado do Rio Grande do Sul,1998.

DIDONET, Vidal. Não há educação sem cuidado. In: Revista Pátio de Educação Infantil. Abr/jul: Porto Alegre, 2003.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Minidicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1989

KRAMER, Sônia. A Política do Pré-Escolar no Brasil: a arte do disfarce: São Paulo: Cortes, 1992.

VITÓRIA, Maria Inês Corte. Educar e Cuidar: Práticas complementares essenciais à educação infantil. In: Revista do Professor. Jan/ março: Porto Alegre, 2002. 

 

 


 

[*] Pedagoga, Especializanda do curso de Gestão Educacional e Mestranda do Programa de Pós Graduação em Educação/CE/Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). E-mail: leal.franciele@yahoo.com.br 


 

Como ser citado:
LEAL, Franciele Clair Moreira. A Educação Infantil e o Educar/Cuidar. P@rtes.V.00 p.eletrônica. Maio 2010. Disponível em <www.partes.com.br/educacao/educarcuidar.asp>. Acesso em _/_/_.

 

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