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Introdução
É tempo de refletir e discutir sobre a educação para o novo milênio, em
que o desenvolvimento do processo educativo está sendo afetado pela
crise por que passa a sociedade como um todo: crise de valores,
re-interpretação de conceitos, questionamentos sobre normas de
comportamentos e atitudes, exacerbação do individualismo de um lado e
massificação do outro; crise ética, cultural, econômica e política.
Nesse quadro, a compreensão dos desafios da educação torna-se mais
complexa. Todos esses aspectos se refletem na escola de formas variadas,
clara ou velada. E muitas instituições e educadores ainda não tomaram
consciência do sentido, do significado e da importância das modificações
– sociais, políticas, econômicas, educativas, entre outras – pelas quais
a sociedade passa, nem da força com a qual essas mudanças estão
penetrando e afetando o processo educativo.
Toda essa discussão passa por processos como a globalização, as
transformações no mundo do trabalho e as mudanças sociais que
reconfiguram a realidade em todas as partes da sociedade e
conseqüentemente trazem desafios para a educação, provocando novas e
variadas formas de pensar, sentir e agir, na tentativa de explicar os
impasses vividos pelos sujeitos humanos na sua relação com o mundo.
Desse modo, a educação tem sido alvo de muitos debates com críticas e
descontentamentos à medida que apesar de várias reformas para se
conceber a melhoria da qualidade de ensino, se encontra ainda no meio
escolar paradigmas determinados pela reprodução e força do regime
capitalista, em que privilegia os interesses de grandes grupos
econômicos em detrimento de grandes contingentes da população que
permanecem marginalizados dos bens e serviços trazidos pelo
desenvolvimento e pela riqueza material, vivendo em condições de pobreza
e de privação no presente e de incerteza e de insegurança em relação ao
futuro.
Mas, apesar do discurso das políticas públicas e dos documentos oficiais
terem assumido termos tais como acesso, eqüidade e qualidade de ensino,
as lutas são constantes para superarem a reprovação, evasão e os altos
índices de analfabetismo presentes na educação. Pois, a qualidade da
educação está longe de ser alcançada, difícil de ser combatida, porém,
tem sido colocada em foco como processo de transformações
correspondentes às necessidades de reordenação do sistema educacional,
mas que não tem chegado às camadas populares, pois ainda está evidente
um quadro significativo de crianças que saem dos anos iniciais do ensino
fundamental sem ler e escrever.
Na
concepção dos organismos internacionais e nos documentos oficiais ao se
buscar qualidade para a educação, a prioridade é para a educação básica.
Segundo a opinião do Banco Mundial – BM, é estimulando os países a
concentrarem os recursos públicos nos gastos com a educação que vão
melhorar a qualidade de vida e o crescimento econômico e social da
população.
Dessa forma, o Banco Mundial tem elaborado diferentes documentos, entre
os quais destacam-se prioridades e estratégias para a Educação (Banco
Mundial, 1995). No primeiro desses documentos, o BM propõe as reformas
que devem ser feitas pelos países em desenvolvimento, a fim de que a
educação possa contribuir para o crescimento econômico e a diminuição da
pobreza; para tanto, as políticas educacionais devem estar assentadas no
tripé: eqüidade, qualidade e redução da distância entre reforma
educativa e reformas das estruturas econômicas.
Para BM (1995), a educação de base é defendida como sendo as
habilidades, as competências de base para que os alunos adquiram as
competências gerais relativas à linguagem, ciências, matemática,
comunicação, assim como apresentam a performance exigida pelo mercado
mundial.
De fato, neste início de século, o difícil caminho à qualidade educativa
impõe-nos a busca de novas possibilidades que possam amenizar o processo
educacional, em conformidade com o BM, ao declarar fatores determinantes
como necessários ao bom aprendizado, como principalmente o aumento do
tempo de instrução, ou seja, o acréscimo para 9 (nove) anos de
escolaridade no ensino fundamental, favorecendo, assim, um conhecimento
mais profundo nos conteúdos programáticos.
E ainda, segundo o BM (1995, p. 51) proporcionar livros didáticos,
vistos como a expressão operativa do currículo e contando com eles como
compensadores dos baixos níveis de formação docente e melhorar o
conhecimento dos professores (privilegiando a capacitação em serviço
sobre a formação inicial e estimulando as modalidades à distância),
todos esses fatores contribuem para o investimento de qualidade para a
educação.
Esses investimentos, ao serem tomados como fatores essenciais para uma
boa educação, alcançam resultados positivos na aprendizagem de todas as
crianças, jovens e adultos, de modo a garantir o acesso e permanência
nas escolas de ensino básico.
Neste aspecto, a escola deve ser vista como lugar onde se aprende a
pensar independentemente de classe social. Necessário se faz construir
projeto político-pedagógico, tendo como proposta uma educação para a
vida, voltada para o respeito ao outro, para o diálogo democrático, o
espírito investigativo, tornando aluno e professor pesquisadores, a
partir da diversidade de saberes, criando condições para a aquisição do
pensamento crítico, reflexivo no contexto social a qual estão inseridos.
Mas não se trata, apenas, do pensar crítico. Trata-se, fundamentalmente,
da capacidade de reflexão do educador, proporcionando condições
favoráveis para lutar por uma educação para todos e com qualidade.
Uma educação para ensinar tudo a todos já era proposta por Comenius no
séc. XVII, para ele, a educação é necessária para todos, independente
que seja “rico ou pobre, mas todos em igualdade, de estirpe nobre ou
comum, ricos e pobres, meninos e meninas, em todas as cidades, aldeias,
povoados, vilarejos”. (COMENIUS, 1997, p. 89). Na perspectiva Comeniana,
os processos educacionais devem estar vinculados à subjetividade, à
vida, aos valores, à dinâmica social, à cultura, à política, pois nenhum
processo pedagógico pode ser entendido apenas como aplicação de técnicas
e metodologias, mas sim, na construção de práticas educativas voltadas
para conteúdos científico-filosóficos que conduzam o homem para sua
formação como sujeito social e histórico na sociedade em que está
inserido.
Entendemos educação de qualidade e para todos como essencial na vida de
um país, pois seu objetivo é fazer o povo pensar para enfrentar os
dilemas encontrados em sua interação com o ambiente, não somente apenas
como ensino escolar e aquisição de conhecimentos acadêmicos, mas como
parte da própria vida.
Pensar uma educação para a vida, para todos, é repensar o espaço – a
escola – para que todos a concebam como lugar dialógico, que implica
necessariamente uma negociação entre professores, alunos, pais e toda
comunidade escolar.
Nossa intenção, neste texto, é refletir sobre o pensar criticamente,
reflexivo como prioridade nas práticas pedagógicas, a partir da escola,
passando pelo profissional que atua nesta escola, chegando ao aluno de
modo a conduzi-lo a re-significar seus saberes através da visão crítica
de mundo. Que a escola possa estruturar e sistematizar os seus
conhecimentos, partindo do seu contexto histórico, social e cultural
para a formação de cidadão crítico, por meio de práticas que
possibilitem o pensar sobre o mundo sócio-histórico e cultural.
Porém, de que maneira podemos contribuir para que a escola possa
tornar-se lugar prazeroso, criativo, crítico e reflexivo?
ESCOLA: lugar para se pensar
Ao longo da história, a educação vem se desenhando por espaços
pedagógicos, tendências teorica-metodológicas elaboradas, construídas
por teóricos, colocadas a serviço de modelos exigidos pelo contexto
histórico e econômico, cultural e social de cada época, pela qual passa
a sociedade no tempo e no espaço. Envolve a escola - instituição social
que atende a todos - quando se trata de educação para todos. Pois,
sabemos que essa realidade não é para todos, não chega às camadas
pobres. A escola está à luz de paradigmas sócio-políticos e se
transforma a cada momento, conforme o contexto social, econômico e
político que afeta a sociedade, mediante teorias e interesses políticos
que influenciam na área educativa.
No entanto, é nesse cenário divergente, contraditório, que a escola é o
lugar de construção de saberes, de ação pedagógica e é preciso um olhar
mais profundo a respeito da formação nesse espaço. Que lugar é esse, que
vem sendo mantido por muito tempo como tradicional, no meio escolar e
acadêmico, e, ainda hoje, presente em algumas práticas pedagógicas? Quem
são os seus componentes – professores e aluno – que formam classes
sociais diferentes, de culturas diversas, criam um sistema de
representações, ou seja, uma linguagem simbólica diversa, mas que
freqüentam, compartilham o mesmo espaço?
Aceitar as diferenças entre as culturas do aluno e do professor é
pertinente, pois cada ser humano é único, com características próprias
que os diferem no seu modo de pensar, mas que estão juntos para
decidirem, questionarem e compartilharem o conhecimento.
Nesse sentido, a escola deve ser o espaço interativo, coletivo,
apropriado para preparar o indivíduo a tomar suas decisões, ajudá-lo a
aprender a participar, a pesquisar, a trocar experiências, a se
interessar por diferentes assuntos, enfim, aumentar o seu grau de
compreensão.
A escola não deve ser lugar de reprodução da classe dominante, mas sim
de visão crítica como meio de igualdade social, de inclusão social, em
que os índices de repetências e evasão diminuam, comprovando assim a tão
esperada universalização do saber.
Sendo assim, podemos considerar a escola como instituição social e
política, onde valoriza os interesses e a cultura de cada cidadão. Cabe
a escola, neste início de século, projetar propostas que atendam às
exigências do capitalismo global, mas que atinja as suas necessidades,
priorizando não somente investimentos em recursos de informática e de
multimeios “para formar um HOMO Faber mais eficiente e útil no
atendimento às necessidades do mercado de trabalho dessa nova fase do
capitalismo” (GAMBOA, 2001, p. 87), não esquecendo que o espaço escolar
é o lugar de aprender a pensar, sentir e agir, pois, não adianta entrar
na era da informatização, se nossos alunos não conseguem sair dos anos
iniciais, com competências e habilidades no processo de alfabetização,
pois muitos deles apresentam déficit de aprendizagem em leitura e
escrita de acordo com os dados do Sistema Nacional de Avaliação Básica –
Saeb (2003) nos apresentando que mais de 20% concluem a 4ª série do
ensino fundamental sem qualquer habilidade de leitura.
É urgente reverte esse quadro. É preciso mudança no modo de ensinar e
aprender. Para isso, teremos que pensar em saída, poderíamos repensar
nas práticas pedagógicas numa concepção crítica-reflexiva, em que o
sujeito é ativo nas transformações sobre o meio e sobre si, construindo
seus conhecimentos através das interações sociais e das transformações
culturais, valorizando seus saberes (professor – aluno) não só em termos
de conteúdos escolares, mas de suas experiências, de modo que as ampliem
de forma crítica, tornando possível a compreensão de mundo e da
realidade em que vivem, construindo-se enquanto cidadãos cônscios dos
seus direitos e deveres.
Nesse sentido, a prática pedagógica se baseando num conjunto de saberes,
advindo das mais variadas experiências sociais, culturais e pedagógicas,
conduz a um processo de desenvolvimento e aprendizagem num movimento de
ação-reflexão-ação, de modo que seu desenvolvimento seja feito de forma
continuada, reflexiva e conectada à realidade educação/educando,
proporcionando a reconstrução das práticas pedagógicas.
Fazer parte desse processo é estarmos inserido nos desafios presentes na
transformação da prática educativa que diariamente exige competências,
habilidades e atitudes sobre o trabalho, tanto no âmbito individual
quanto no coletivo, que venham melhorar ou redimensionar a qualidade do
processo ensino-aprendizagem, contemplando não só conteúdos, mas também
competências, posturas, habilidades e comportamentos para favorecer o
raciocínio, a descoberta e a valorização do conhecimento, como também a
cooperação, o respeito e o compromisso de cada aluno para com a classe e
o professor.
Projetar a escola para o pensar torna necessário perceber a figura do
professor, principalmente, na função de intelectual crítico. Para tanto,
é salutar repensar esse profissional, sua formação, quem é, o que faz e
o que pensa sobre o ato de educar.
Educar para a competência:
desafio do professor
Como já afirmamos, vivemos numa sociedade em que as mudanças são
constantes, enfrentando o fenômeno da globalização, que a cada aurora
exige indivíduos competentes para sobreviver às provocações da
modernidade, ou pós-modernidade.
É urgente reaver os fins da educação, de inventar, reinventar e encantar
a civilização sem violência. Para que isto aconteça, buscamos acreditar
na escola pública, que no momento atual clama por momentos de paz,
harmonia, esperança e aprendizado para nossas crianças e jovens, como
podemos citar Snyders (1998, 87-98): “a escola etimologicamente
significa ‘lazer’, ‘alegria’. O lugar ideal para se construir os saberes
elaborados”. Pensando nisso, devemos refletir sobre as dimensões
pedagógica e atitudinal dos educadores para que possam tomar consciência
do seu papel a ser exercido nesta nova postura de educar, em consonância
com educandos e família, enfim, com a comunidade escolar.
Assim, idealizamos profissionais com atitudes, habilidades e
competências para o fazer pedagógico, compreendendo a capacidade de
“fazer” e “saber fazer” e com consciência sobre as conseqüências desse
“fazer”, adotando uma didática renovada, reflexiva, como bem afirma
Schön (2000) “reflexão na ação, reflexão sobre a ação e reflexão para a
ação”.
Considerar um profissional com esse perfil é acreditar na mudança do ato
de ensinar, numa prática adequada à diversidade do contexto escolar, em
que o educador saiba conduzir os trabalhos pedagógicos com segurança no
fazer pedagógico, pois buscará ampliar seus conhecimentos a partir do
desejo, do interesse de modificar e transformar sua ação educativa com
competência.
Para Perrenoud (2000, p. 13), competente: “é aquele que julga, avalia e
pondera; acha a solução e decide, depois de examinar e discutir
determinada situação de forma conveniente e adequada”. O educador com
essas características manifesta na prática uma estrutura dinâmica
organizada do pensamento que permite analisar, avaliar, compreender o
contexto no qual o aluno age. Também permite decidir, modificar e
mobilizar os recursos disponíveis para resolver com êxito os problemas
reais da prática profissional.
Enfrentar os desafios do mundo competitivo, necessário se faz que o
educador seja capaz de modificar sua ação educativa, de reelaborar,
construir e estabelecer o conhecimento com o não conhecido, para o
saber-agir diante de situações reais do cotidiano.
Delors (2001) ao colaborar com os princípios dos quatro pilares para
educação considera que uma pessoa competente para enfrentar os problemas
do novo milênio deve ser capaz de “saber, saber-fazer e saber ser”.
Consequentemente, precisa mobilizar: “aprender a conhecer”, em que
oferece possibilidades do saber teórico, conhecimento científicos
através da pesquisa, “estimula o sentido crítico e permite compreender o
real, mediante a aquisição de autonomia na capacidade de discernir” para
o compreender, conhecer e descobrir.
O pilar “Aprender a fazer”, conduzirá no processo de ensino-aprendizagem
um conjunto de processos e estratégias que possibilitem uma resposta
adequada, mobiliza outras competências para adquirir qualificação
profissional, tornado a pessoa apta a enfrentar os desafios que a vida
oferece. Também favorece o crescimento e a evolução dos saberes
disciplinares, curriculares, práticos e científicos, de modo que haja
uma aprendizagem significativa no contexto sócio-cultural do aluno. O
“Aprender a viver juntos” é proposto para saber conviver em grupo,
respeitando o outro, saber gerir conflitos na diversidade e “Aprender a
ser”, não perdendo sua identidade dentro do grupo de trabalho, social,
cultural e histórico, sem perder a sua capacidade de autonomia,
discernimento, responsabilidades e compromisso. Enfim, os pilares da
educação, se bem acolhidos na escola, nas atitudes dos homens e na ação
pedagógica, com certeza proporcionará aos professores resultados
positivos e transformadores no ato de educar.
Mas não é fácil corresponder a esses princípios. Cabe ao educador
assumir essas competências como compromisso, responsabilidade, motivação
e vontade para adotar uma prática reflexiva, transformadora, que
dialogue com o alunado seus saberes, os conhecimentos que já possuem,
dando oportunidades para discutir, falar dos seus desejos, de suas
angústias, numa troca de experiência mútua.
Além de tudo isto, também estão presentes no âmbito educacional questões
tais como: salário, formação continuada, condições físicas das escolas,
gestão escolar, família e outros fatores que afetam a escola direta ou
indiretamente, dificultando assim, toda à ação para a realização do ato
de educar.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A discussão sobre a escola é extremamente ampla e controversa,
principalmente porque ela não se constitui de forma homogênea, haja
vista a ausência de compromisso política, consenso conceitual, posto que
seu termo aparece em diferentes momentos com diferentes significados.
No Brasil, entorpecida pelo perfume do modismo estrangeiro, já se
constitui panacéia para as propostas educativas desde sua história. Na
atualidade, para reconceituar a escola é preciso reconstruí-la, repensar
o processo ensino-aprendizagem com enfoque em uma educação renovada
voltada para a reflexão na prática pedagógica para a reconstrução social
na qual o professor seja um transformador, com claro compromisso
político e ético capaz de provocar no alunado a formação da consciência
enquanto cidadãos críticos, para compreenderem melhor a sociedade que
vivem.
Considerando esse movimento de reconstrução da prática pedagógica na
busca de uma educação de qualidade para todos, o momento é propício para
repensar o ato de educar, não somente nos bancos escolares da educação
básica, mas também ter um “olhar” sobre o ensino acadêmico, uma vez que
este está a serviço dos demais, dando-lhe suporte teórico-metodológico,
numa visão de totalidade, nas dimensões: política, filosófica,
epistemológica, pedagógica e de relações sociais e humanas.
É neste caminhar que acreditamos fazer uma educação que venha um dia ser
o sonho de todos que querem dignidade humana, por isso, queremos ser não
só um sonhador, mas um idealizador, um professor que concretize suas
ações através do pensar, sentir e agir, articulando ensino e pesquisa na
produção dos saberes de todo o processo de educação e que a escola seja
o lugar de mudança de comportamento e atitudes: esperança de dias
melhores por meio do diálogo, ou seja, o lugar onde se aprende a pensar.
REFERÊNCIAS
Banco Mundial.
Prioridades y Estratégias para
la
Educación:
Estúdio Setorial de Banco Mundial. Washongton, 1995.
CABRAL NETO, Antonio; CASTRO, Alda Maria Duarte Araújo. A formação de
professor no contexto das reformas educacionais. In: YAMAMOTO,
Oswaldo; CABRAL NETO, Antonio (org.). O psicólogo e a escola. Natal:
EDUFRN, 2000. (95-135)
COMENIUS. Didática Magna. Trad. Ivone Castilho Benedetti. São
Paulo: Martins Fontes, 1997.
DELORS, Jaques. Educação: um tesouro a descobrir. 6 ed. São
Paulo: Cortez. Brasília, DF: MEC: UNESCO, 2001.
PERRENOUD, P. Pedagogia Diferenciada. Das intenções à ação. Porto
alegre: ARTMED, 2000.
SHÖN,
Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para
o ensino e a aprendizagem. Trad. Roberto Cataldo Costa. Proto alegre:
Artes Médicas Sul, 2000.
SNYDERS, Georges. A Alegria na Escola. Trads. Bertha Halpern
Guzovitz. Maria Cristina Caponeiro. São Paulo: Editora Manole LTDA,
1988.
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