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RESUMO
O
atendimento a
criança
é uma
temática
que
suscita o
interesse
de
toda
sociedade,
tendo
em
vista
o
sentimento
de
proteção
à
infância
presente
no
mundo
contemporâneo.
Novas
ciências
como
a
Psicologia,
Pediatria,
Serviço
Social
e a
própria
Pedagogia
dedicam-se ao
estudo
da
infância.
Nem
sempre
foi
assim.
A
civilização
da
Idade
Média
desconhecia a
infância,
como
uma
fase
específica,
em
cuidados
e
atenção.
Ao
eleger
a
história
da
criança
e do
sentimento
em
relação
à
infância
como
plataforma
propulsora
para
a
reflexão
da
política
educacional
implementada
em
nosso
país,
das interrogações
acerca
da
educação
infantil
e da
política
social
de atendimento, pretendemos
destacar
que
as raízes históricas auxiliam a
compreensão
da
atualidade,
aprimoram o
debate
e o encaminhamento da
problemática
presente.
Para
tanto,
tomamos o
trabalho
de Arriès, parafraseando-o:
pular
ao
passado
tem
como
ponto-de-partida uma
questão
colocada
pelo
presente.
A
reflexão
proposta
exigiu os aportes na
legislação
educacional
e
social,
bem
como
nas
ações
governamentais
de
proteção
social,
visto
que
levantamos a
hipótese
que
não
há uma
articulação
nas
políticas
de atendimento à
criança,
visando
enfim,
o
bem
comum
a
que
se
destina
e justifica
sua
formulação
e
implementação.
Pesquisas
na
área
da
política
educacional
e da
política
social
permitirão o aprofundamento da
questão,
a
integração
de
ações,
a
conseqüente
melhoria na
aplicação
de
recursos
orçamentários
e o
resgate
da
cidadania,
que
toda
criança
tem
por
direito
e a
sociedade
clama.
PALAVRAS
CHAVE:
Infância,
família,
estado,
política.
Sylvana
Torres
Rua
Henrique Martins
Rato,
nº 26,
Casa
01
Bairro
de Fátima,
Serra,
ES
CEP:
29160-812
Tel: (27)
33374524 - 99038897
e-mail:
syltorres@terra.com.br
A
desestruturação
familiar,
a
violência,
a
crise
econômica,
os
desastres
de
natureza
imprevisível,
atingem
especialmente
a
criança,
que
é o
grupo
social
mais
fortemente
atingido
por
crises
de
toda
ordem.
Assim,
torna-se
alvo
de
atenção
e
cuidados,
mobiliza as
pessoas
e a
sociedade
em
geral.
Faço
parte
deste
grupo,
sensibilizado e mobilizado
pela
criança,
em
especial
àquela
que
foi distanciada dos
benefícios
que
uma
sociedade
organizada pode
oferecer
aos
seus
cidadãos.
As
questões
sociais
da
criança
são
intrigantes,
desnudam
grandes
dificuldades
em
tornar
realidade
efetiva,
seus
direitos
socais consagrados
em
lei.:“Poder-se-iam
multiplicar
os
exemplos
de
contrastes
entre
as
declarações
solenes
e
sua
consecução,
entre
a
grandiosidade
das
promessas
e a
miséria
das
realizações”
(BOBBIO, 2000 , p. 63).
Assim,
recorri a
leitura
da
evolução
histórica
da
concepção
de
infância
e
seus
cuidados,
aos
aspectos
legais
da
questão,
às
discussões
no
campo
da
educação
e da
assistência
social,
para
refletir
como
estes
estudos
contribuíram
para
a
formulação
de
políticas
de
assistência
e
educação
destinadas a
este
grupo
da
sociedade
.
A
idéia
de
cuidados
e
atenção
especial
a essa
fase
da
vida,
assim
como
o atendimento
em
instituições
complementares
à
família
é
recente:
“ [...] a
Educação
Infantil,
como
nós
a conhecemos
hoje,
realizada de
forma
complementar
à
família,
é
muito
recente.
Nem
sempre
ocorreu do
mesmo
modo,
tem,
portanto,
uma
história”
(BUJES,
1998, p. 9).
A
forma
de
pensar
a
criança
e o
cuidado
da
sociedade
em
relação
à
infância,
muda
com
e
como
a
própria
sociedade.
Para
entender
a
dinâmica
destas mudanças no
presente
é
preciso
olhar
o
passado.
Recorremos ao
estudo
de Philippe Arriés
que
revela a
criança
e a
família
através
de
estudos
icnográficos: “Até
por
volta
do
Século
XII, a
arte
medieval
desconhecia a
infância
ou
não
tentava representá-la”
(ARRIÉS,
1981, p. 50).
Quando
a
criança
passa
a
ser
representada ,aparece
como
uma
escala
reduzida dos
adultos,
sem
nenhuma
diferença
na
expressão
ou
traços.
Assim,
ao
contrário
da
civilização
grega,
que
reconhecia a
passagem
entre
o
mundo
da
criança
e dos
adultos,
a
idade
média
não
reconhecia essa
diferença
nas
etapas
de
vida.
Por
volta
do
Século
XIII, surge, na
iconografia
religiosa
da
infância,
um
tipo
de
criança
“[...]
um
pouco
mais
próxima
do
sentimento
moderno”
(ARRIÉS, 1981,
p. 52), representando
anjos
e
figuras
religiosas.
A
idade
das
crianças
não
era
claramente
definida.
Entretanto,
um
poema
do
Século
XIV, encontrado
em
Arriés (1981), demonstra
que
o
Calendário
das
Idades
já
ocupava
um
lugar
importante
no
conhecimento
do
homem
pelo
homem.
“Os
seis
primeiros
anos
que
o
homem
vive no
mundo,a
janeiro
com
razão
o comparamos,
pois
nesse
mês
nem
força
nem
virtude
abundam,não
mais
do
que
quando
uma
criança
tem
seis
anos”
( ARRIÉS,
1981, p. 37)
Assim,
a
noção
da
importância
da
idade
vai
exigir,
nos
séculos
que
se seguem,
maior
rigor
nos
registros
e se encontram
presentes
nas
narrativas
e
nos
retratos
de
família.
Os
Séculos
XV e XVI
são
marcados
por
representações
de
crianças
em
uma icnografia
leiga,
escultura
e
tapeçaria
e
com
o florescimento de
histórias
de
crianças
nas
lendas
e
contos
pios,
como
os dos Miracles Notre-Dame.
Esse
foco
na
criança
não
indicava uma
preocupação
específica
com
a
infância,
mas
apontava a
inserção
da
criança
na
vida
cotidiana
da
sociedade,
junto
ao
adulto,
e uma
preferência
dos
artistas
em
representar
aquele
ser
pitoresco
e engraçadinho. Nessa
fase
histórica,
a
infância
ainda
era
vista
“[...]
como
uma
fase
sem
importância”,
prevalecendo
muito
fortemente,
durante
muito
tempo
“[..]. o
sentimento
de
que
se faziam várias
crianças
para
conservar
apenas
alguma “ o
que
[...]
era
absolutamente
natural
nas
condições
demográficas da
época”
(ARRIÉS,
1981, p. 56)
Entretanto,
o
século
XVI é
precursor
de
um
novo
sentimento
em
relação
a
esses
seres
frágeis,
em
face
à
descoberta
que
a
alma
da
criança
também
era
imortal
e
digna
de
ser
retratada.
O
retrato
da
criança
morta,
no Séc XVI, é
um
registro
desse
sentimento.
Na
efígie
funerária
a
família
é representada
com
a
presença
da
criança;
as
crianças
mortas
por
vezes
eram representadas ao
lado
das
vivas,
diferenciando-as
com
detalhes,
como
segurar
nas
mãos
uma
cruz
ou
uma
caveira.
Os
trajes
representados
são
peculiares
à
criança:
toucas,
roupas
de
renda
e
demais
acessórios.
Ao
final
do Séc XVI, devemos
destacar
a
representação
da criancinha nua, o putto, tornando
figura
decorativa, alcançando no Séc. XVII a
pintura
religiosa.
Um
marco
do Séc. XVII é a
criança
representada
sozinha,
separada de
sua
família,
tornando-se
um
modelo
preferido dos
grandes
pintores,
como
Rubens,
Van
Dyccy, Champaigne
dentre
outros.
Arriés, (
1981, p.65 ) demonstra-nos
assim,
a
importância
do
século
XVII na
evolução
dos
temas
da
infância:
“ A
descoberta
da
infância
começou no Séc. XIII [...]
mas
os
sinais
de
seu
desenvolvimento
tornaram-se
particularmente
numerosos
e
significativos
a
partir
do
fim
do Séc. XVI e
durante
o Séc. XVII”
O
vocabulário
da
criança
passa
a
ser
reconhecido e
termos
específicos
da
primeira
infância
continuam
vivos
até
hoje.
Também
a
evolução
do
sentimento
em
relação
à
infância
é acompanhada
pela
mudança
estrutural da
família
que,
no
século
XVIII, apresenta uma
nova
organização
doméstica,
com
vistas
a
proteção
da
criança.
Gradativamente,
as
amas
começam a
ser
substituídas pelas
escolas,
especialmente
para
as
famílias
mais
ricas, os
nobres
e a
burguesia:
“Ainda
no
Século
XIX, uma
grande
parte
da
população,a
mais
pobre
e
numerosa,
vivia
como
as
famílias
medievais,com
as
crianças
afastadas das
casas
dos
pais”
(ARRIÉS, 1981, p. 271)
As
grandes
mudanças, da
ordem
política,
social
e
econômica,
ocorridas no
século
XIX marcaram a
divisão
entre
o
público
e o
privado
e estabeleceram a
criança
cuidada
pela
família
conjugal.
Fora
deste
contexto,
ela
estará
sob
o
controle
de
instituições
do
Estado,
onde
é
possível
verificar
a
existência
de
projeto
político
público
de
assistência,
com
vistas
à
proteção
da
criança.
Para
REDIN, (2000, p. 18) “[...]
importância
dada
à
criança,
na
família,
é
fruto
de uma
nova
organização
sociocultural
muito
mais
que
uma
descoberta
da
criança”.
A
trajetória
da
concepção
de
infância,
aqui
brevemente
descrita, contextualizada na
dinâmica
da
história
do
homem,
acabou
por
exigir
do
Estado
a
formulação
de
políticas
de
proteção,
em
face
ao
cenário
socioeconômico,
instalado a
partir
da
era
industrial
: “[...] a
nova
forma
de
organização
social
e da
família
é
fruto
da
evolução
político-econômica da
época
moderna,
a
partir
da
evolução
burguesa do
Século
XIX”
(REDIN, 2000, p. 21)
Se
parte
das
crianças
se encontravam abrigadas no
seio
da
família
e educadas
em
espaço
escolar,
outras eram abandonadas
por
suas
famílias.
Esse
fato
é descrito
em
âmbito
historiográfico
geral
e caracteriza o atendimento
em
instituições
voltadas
para
a
criança
pequena
em
situação
de
abandono:
“[...]
este
tipo
de
abandono,
uma das
causas
primeiras da
necessidade
de institucionalização das
crianças
dessa
faixa
etária,
não
é
prerrogativa
das
grandes
cidades
,
nem
dos
tempos
modernos.
Há
registros
de
que
no
Século
terceiro
a. C.
já
existia a
questão
social
do
abandono
de
crianças
por
parte
de
suas
famílias”
(TOLEDO et alli, 2004, p. 91).
Esse
cenário,
que
descreve as
crianças
inseridas e abrigadas no
seio
familiar
e àquelas
em
situação
de
abandono,
aponta raízes
diferentes
no atendimento à
infância,
estabelece uma
dicotomia
entre
educar
e
cuidar,
que
se
encontra
presente
nas
polêmicas
de
nosso
tempo,
na
discussão
das
políticas
sociais
de
proteção
e atendimento à
criança.
O
Estado é o
depositário das
demandas da
sociedade e a
ele é atribuído, o
cuidado e
atenção à
criança. O
Estatuto da
Criança e do
Adolescente (ECA),
art 86
expressa: “A
política de atendimento
dos
direitos da
criança e do
adolescente far-se-á de
um
conjunto articulado de
ações
governamentais e
não
governamentais da
União, dos
Estados, do
Distrito
Federal e dos
Municípios”. A
Constituição
Federal de 1988, art. 6º assegura
como
direito
social, a
proteção à
infância. Os
artigos 203, da
assistência
social e 205, da
educação remetem a
responsabilidade
governamental
com a
criança.
Em
Vitória,
esse
público
alvo
foi focado
com
políticas
públicas
através
do
Programa
Rede
Criança
cujo
principal
desafio
era:
“[...]
fazer
do atendimento existente na
cidade
um
sistema
integrado, organizado
em
rede,
de
apoio
e
resgate
à
criança
e ao
adolescente
vulnerável
ou
em
situação
de
risco
social,
que
mobilize e articule
organizações
governamentais
e civis da
sociedade”
(BALANÇO
SOCIAL,
SEMAS/PMV, 2004, p 07).
O
mesmo
documento,
registra
a
interface
do
Programa
com
a
Secretaria
Municipal de
Educação,
no encaminhamento e acompanhamento
escolar.
Não
há,
entretanto,
indicações
de
ordem
metodológicas e de
resultados
efetivos.
Torna-se
imperativo
estudos
e
pesquisas
que
entendam as raízes históricas e
sociais
desta
relação,
o
que
conduz às
seguintes
questões:
·
Quais
são
as raízes históricas da
política
de
assistência
e da
política
educacional
para
a
educação
infantil?
Em
que
momento
histórico
deu-se
este
rompimento,
no
pensar
o atendimento à
criança
pequena?
·
Em
que
medida
o
educar
e
cuidar
estão articulados
ou
(des) articulados no atendimento à
criança,
através
de
políticas
públicas ?
·
Como
se articulam os
serviços
de
jornada
ampliada,
bolsa
escola,
acompanhamento de
medidas
socio-educativas, PETI,
que
em
tese
permeiam as
ações
da
educação
e
ação
social
?
·
Como
estão distribuídos os
recursos
de atendimento à
criança,
em
âmbito
municipal?
Educar,
instruir,
cuidar
são
verbos
conjugados
em
tempo
e
espaço
históricos.
É
possível
verificar
a
existência
de
material
de
pesquisa
e
estudos
na
área
educacional,
nas
propostas
governamentais
de
escolas
com
atendimento
integral
e na
área
da
ação
social,
com
projetos
de atendimento a
criança
em
espaços
socioeducativos ,
mas
como
integrar,
em
âmbito
governamental,
a
política
educacional
e
política
social
de atendimento à
criança,
como
vencer
o
desafio
de se
articular
a
dimensão
do
educar
e
cuidar
?
Uma
face...
a
educação
O
Ministério
da
Educação,
através
da
Secretária
de
Educação
Fundamental
distribuiu
por
toda
rede
de
ensino
infantil
o Referencial Curricular
Nacional
para
a
Educação
Infantil,
que
está
baseado
nos
princípios
de
respeito
aos
direitos
das
crianças,
às
diferenças
socioculturais e o “atendimento aos
cuidados
essenciais
associados
à
sobrevivência
e ao
desenvolvimento
de
sua
identidade”
(RCNEI, p.13)
Apesar
dos
princípios
e
objetivos
delineados, o
documento
vem sendo
alvo
de
críticas
por
parte
dos
educadores
e
pesquisadores
da
área
que
ainda
buscam “superar
a
dicotomia
da
educação/assistência
incentivando
estratégias
de
articulação
de
diversos
setores
ou
instituições”
(Faria,2003, p. 6).
Cesiara
(1998) analisou
pareceres
de
educadores
e
integrantes
do
grupo
de
trabalho
da ANPED
que
formularam uma
crítica
e discutiram
aspectos
importantes:
“a
educação
versus
ensino,
indissociabilidade
entre
a
educação
e
cuidado...”
A
polêmica
instalada parece
estar
longe
de
um
desfecho,
entretanto
pesquisadores
da
área
como
Rocha(1998),
Kulhman, (1999), (Cesiara (1999), Strenzel (1997), Saviani
(1997),
Curry
(2001), Shiroma (2000), Popkweitz (2001),
dentre
outros,
estão debruçados
sob
a
política
educacional,
com
a
perspectiva
da transversalidade.
Há
um
consenso
que
a
superação
dos
grandes
desafios
da
atualidade
dar-se-á
pela
conjugação
de várias
políticas
públicas,
em
um
campo
maior
de reformas. O
desafio
está
aí...
A
outra
face...
a
interface:
A
partir
da
década
de 80 a
questão
social
adquire
importância
no
debate
nacional,
embora
a
pobreza
e a desigualdade
já
integrassem há
muito
tempo,
cenário
político
brasileiro.
“ O
grau
de
pobreza
atingiu
seus
valores
máximos
durante
a
recessão
do
início
dos
anos
80,
quando
a
percentagem
de
pobres
em
1983 e 1984 ultrapassou a
barreira
dos 50%” (Barros,
2001, p. 3)
Esta
dramática
situação
exige do
Estado
e da
sociedade,
políticas
articuladas
para
o
enfrentamento
da
pobreza
e
indigência.
A
urgência
cria
as
premissas
que
instituíam a participação da
sociedade
civil
nas
decisões
governamentais
para
o
enfrentamento
da desigualdade
social
vigente,
concomitante
à
legislação
brasileira.
O
Ministério
do
Desenvolvimento
Social
amplia
discussão
de
redes
de
proteção
a
criança
e
busca
a
integração
programas
de
assistência
e
promoção
social
.
Os
municípios,
instância
de
poder
político
mais
próximo
do
cidadão
e
seus
problemas,
buscam
articular
programas
socais
integrais
e integradores
com
vistas
ao
enfrentamento
das
mazelas
sociais,
com
as
quais
nos
deparamos
cotidianamente.
Dessa,
revigoramos a
concepção
de
que
investigar
a
articulação
entre
as
vertentes
educacional
e de
assistência,
no atendimento à
criança
pequena,
dotada de especificidades de
ordem
biológica,
psíquica
e
social,
pode
contribuir
para
uma
reflexão
que
alinhe
política,
ação
e
resultado,
com
vistas
ao
bem
comum,
desejo
de
todo
cidadão
comprometido e desejoso de
um
mundo
mais
livre,
menos
desigual
e
mais
humano.
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Em
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Paulo, 2001
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Outra
cidade
é
possível:
alternativas
de
inclusão
social
em
São
Paulo.
São
Paulo,
Cortez, 2003.
Plano
Nacional
de
Educação
– PNE –
Lei
10.172/01
ROCHA,
E. A
educação
infantil
na
pesquisa
e as
pesquisas
sobre
educação
infantil;
a
trajetória
da ANPED.
Trabalho
encomendado do GT
Educação
da
Criança
de 0 a 6
anos,
na
reunião
anual
de 1998
ROMANELLI, Otaíza de
Oliveira.
História
da
Educação
Brasileira.
3 ed.
São
Paulo:
Moraes,
1981.
RIBEIRO,
Maria Luiza dos
Santos.
História
da
Educação
Brasileira.
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