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ISSN 1678-8419         última atualização em: segunda-feira, 02 de agosto de 2010 20:21:56                                               

 
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EDUCAÇÃO

Discutindo sobre as emoções e suas influências no processo de aprendizagem e reconhecimento de sujeitos com altas habilidades/superdotação na escola

   

Karine Sefrin Speroni*[1]

publicado em 02/08/2010

 

 

 

RESUMO: O presente artigo propulsiona uma discussão a cerca da temática das altas habilidades/superdotação, sob prisma do não reconhecimento dos talentos e principalmente das influências e implicações das emoções para o desenvolvimento potencial desses sujeitos, sobretudo seu reconhecimento pelos educadores no contexto escolar. Pode-se evidenciar que atuação do educador é de suma importância para que proporcione a esses indivíduos um ambiente facilitador de aprendizagens reconhecendo as características específicas do comportamento desse alunado e das implicâncias da esfera emocional para desenvolvimento global dos mesmos. 

PALAVRAS-CHAVE: altas habilidades/superdotação; emoções, reconhecimento, aprendizagem, potencialidades. 

 

Resumen: Este trabajo se enciende un debate sobre el tema de la alta capacidad / niños superdotados, bajo el prisma de no reconocimiento de los talentos y sobre todo la influencia de las emociones y las consecuencias potenciales para el desarrollo de estos temas, en particular su reconocimiento por parte de los educadores en el contexto escolar. Se concluye que el papel del educador es importante que sudar para proporcionar a estos individuos de un entorno para facilitar el aprendizaje mediante el reconocimiento de las características de la conducta de estos estudiantes y de las implicaciones emocionales de desarrollo global para ellos. 

PALABRAS CLAVE: alta capacidad / talento, las emociones, el reconocimiento, el aprendizaje, el potencial de

 

 

Há alguns anos, o discurso na esfera educacional, principalmente relacionado às altas habilidades/superdotação vem tomado espaço frente ao contexto no ensino, primeiramente, sob prisma internacional e, nas últimas décadas, embora em processo “tímido” de constituição, em âmbito nacional. Dentro dessa área específica da educação especial, podemos destacar os estudos sobre inteligência e conceituação do fenômeno da superdotação. Conceitos que se entrelaçam e buscam caracterizar de uma forma particular o desenvolvimento do sujeito que possui altas habilidades/superdotação.

A referida temática, em nosso país, está em processo de construção: seja de novos discursos, da compreensão da importância da identificação, como também de uma pratica inclusiva que atenda as necessidades educacionais dos sujeitos que possuem altas habilidades/superdotação, isto é, para que sejam assistidos quanto seu desenvolvimento cognitivo, social e emocional. 

Os sujeitos que possuem altas habilidades/superdotação, apresentam características próprias de personalidade e ritmos de aprendizagem e, muitas vezes podem ser confundidos e rotulados por hiperativos, “alunos-problema”. Desse modo podemos referir que se a escola não lhes garante incentivo ao desenvolvimento potencial e sócio-emocional, esse aluno não permanecerá nesse ambiente por muito tempo ou não avançará potencialmente suas habilidades. Em encontro com essa afirmativa, podemos fazer referência às estatísticas de evasão escolar e ainda, do aumento de meios intelectuais a favor da criminalidade.

Segundo Renzulli (2004), existem dois tipos de superdotação: a superdotação escolar ou acadêmica e a superdotação produtivo-criativo. A primeira é facilmente identificada, pois pode ser mensurada por testes padronizados, podemos inferir que esse tipo de superdotação é mais valorizado nas situações de aprendizagem escolar, visto que a escola prioriza as habilidades dedutivas (habilidades analíticas) ao invés das indutivas (que se caracterizam pelo desenvolvimento de habilidades criativas e praticas).

A segunda, superdotação produtivo-criativo, caracteriza-se por aspectos do envolvimento humano onde há incentivo de idéias, originalidade, enfim na criação de produtos ou conceitos referentes à aprendizagem pratica. Assim, indivíduos com esse perfil caracterizam-se por serem criativos e originais em suas idéias. Por esse motivo são pouco valorizados pela escola, pois seus interesses estão além do que é proposto.

Ainda podemos ressaltar que os fatores decorrentes da não identificação desses alunos por parte dos professores, enfim da instituição Escola, em geral, ocasionam mitos em relação à aprendizagem desses sujeitos, tais como: são “super” em tudo que empreendem, há o pensamento de que são adultos em miniatura, decorrente da incompreensão de que habilidade acima da média nem sempre está correlacionada com maturidade emocional. Além de não serem valorizadas a diferentes nuances da inteligência, isto é, habilidades artísticas, cinestésico-corporais, musicais, naturalistas, enfim, áreas do conhecimento que o currículo escolar muitas vezes não contempla ou trabalha superficialmente. Isso pode fazer com que estes talentos sejam desperdiçados e não encorajados.

         Do mesmo modo a identificação destes sujeitos que possuem altas habilidades pode levantar dúvidas quanto a sua relevância. Dessa forma, a identificação não pode ser considerada como quesito parcial para estigmatização do sujeito que possui altas habilidades, mas sim como meio eficaz para possibilitar a esse sujeito um atendimento educacional especializado, como consta nos parâmetros legais da Política de Educação Inclusiva (2008). Isto é para que lhe seja oportunizado alternativas de enriquecimento, aprofundamento de conceitos e desenvolvimento de habilidades diversas.

Podemos ressaltar que há pouco interesse do professores em investigar e conhecer os alunos com altas habilidades/superdotação e, tem se pensado muito na inclusão educacional, e essa parcela que também é caracterizada por possuir necessidades especiais em seu processo de aprendizagem tem sido esquecida. Isso decorre pelo fato de que as discussões em “moda” no momento se dirigem aos sujeitos que possuem déficit cognitivo.

Esse o não “olhar” ao desenvolvimento desses indivíduos pode ocasionar o não encorajamento do potencial intelectual, social e emocional. Principalmente aspectos relacionados ao desenvolvimento psicossocial, desencadeando a reação de negação das habilidades, muitas vezes para que sejam aceitos no grupo social e familiar. Deste modo, emergem questionamentos tais como: “quais são implicâncias e/ou conseqüências da esfera emocional no processo de ensino-aprendizagem do sujeito que tem características de altas habilidades”?.

A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, MEC, 2008) descreve que os sujeitos que possuem altas habilidades/superdotação podem ser caracterizados como:

 

Alunos com altas habilidades/superdotação demonstram potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes. Também apresentam elevada criatividade, grande envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse. (MEC/SEESP, 2008, p.15)

 

         Além disso, os sujeitos que possuem altas habilidades/superdotação possuem características únicas em seu processo de ensino-aprendizagem, classificando-se em tipos, tais como: tipo intelectual, que se caracterizam por apresentar alto nível de abstração e raciocínio, criticidade, habilidade notória para memorização e resolução de problemas; tipo acadêmico, que se destaca por aptidão acadêmica específica, gosto e motivação por disciplinas, concentração, agilidade no raciocínio, capaz de avaliar, sintetizar e organizar os conhecimentos adquiridos; tipo criativo apresenta originalidade, imaginação, capacidade de resolução de problemas de forma alternativa e inovadora, além de auto-expressão fluência, flexibilidade; tipo social apresenta capacidade de liderança, cooperação e sentimento de sensibilização com o outro, alto poder de persuasão, enfim, capacidade inata para estabelecer relações sociais; tipo talento especial caracteriza-se por apresentar habilidades específicas nas seguintes áreas: artes plásticas, musicais, literatura e artes cênicas; tipo psicomotor, que apresenta grande habilidade e interesse por atividades psicomotoras, apresentando exímio desempenho quanto à velocidade, controle e coordenação motora, resistência física ((BRASIL, 1995, p. 17)).

Outro fator importantíssimo para a área são os estudos do autor  norte-americano Joseff Renzulli (2004), principalmente sobre a Teoria dos Três Anéis para caracterização do fenômeno das altas habilidades/superdotação bem como a descrição. Nessa teoria, a característica de altas habilidades/superdotação é conceituada através de um anagrama que entrelaça três anéis que correspondem a: capacidade acima da média; comprometimento com a tarefa e criatividade. Ainda, apresenta um mosaico (teia) que representaria as relações do sujeito com o ambiente e fatores de personalidade. Desse modo, a intersecção entre os três anéis (esses os aspectos descritos) caracterizaria o comportamento superdotado.

         Esses três traços podem ser elucidados da seguinte maneira:

a)     A capacidade acima da média: refere-se ao desempenho representativamente superior em qualquer área do desenvolvimento humano, ainda, pode ser subdividida em: habilidade geral que se trata da capacidade do processamento de informações e integração das experiências que resultem em respostas adequadas a novas situações implicando no pensamento abstrato, habilidades específicas, que versam nas habilidades de aquisição de conhecimento e destreza em uma ou mais áreas específicas.

b)     Envolvimento/comprometimento com a tarefa: caracteriza-se pelo expressivo envolvimento e interesse que o sujeito apresenta em relação a determinada que empreende, despertando aspetos referentes à  motivação, persistência e empenho pessoal para realização da tarefa.

c)     Criatividade: pode ser definida pela capacidade de associar diferentes informações para construção de novas soluções. Caracterizando-se pela fluência, flexibilidade, sensibilidade, originalidade, construção, elaboração e pensamento divergente (ABSD, 2000).

O autor sem seus pressupostos infere que lastima não ter focado ao seu estudo as influências da personalidade ambientais, pois esse tipo de investigação poderia lhe ter conduzido a criação de um quarto anel que poderia refletir o grupamento de traços afetivos. Aspectos de suma importância para caracterização e identificação dos indivíduos que possuem superdotação (RENZULLI, 2004) principalmente para potencializar a atuação do educador junto a esse alunado.

Em encontro com essa afirmativa, alguns autores descrevem o desenvolvimento sócio-emocional, ressaltam que esse pode ter grande influência para e desempenho intelectual, desse modo, algumas estruturas intersubjetivas da psique do indivíduo que inviabilizam o potencial criativo. De acordo com Alencar (1995, apud MEC/SEESP,2007), tais barreiras podem gerar, no decorrer do medo, da crítica e da baixa expectativa com relação a si mesmos, preferências como, por exemplo, a de julgar idéias ao invés de gerá-las; do desconhecimento, por parte do indivíduo, de seus próprios recursos internos; medo de arriscar e de fracassar; a dificuldade de reformular um julgamento previamente formado a respeito de algo. Aspectos que dificultam a compreensão que o sujeito tem a de sim mesmo, isto é, das habilidades interiores e descoberta de novos potenciais.

Além das barreiras intrapsíquicas, ainda podem existir barreiras de natureza social, muitas vezes, desencadeadas na escola e na sociedade e que geram, nos indivíduo com altas habilidades, dificuldades significativas para expressarem seus talentos, desejos e inspirações. Entre os fatores sociais, Alencar (1995) exemplifica alguns, dentre eles: pressões sociais em relação ao indivíduo que diverge da norma; a aceitação pelo grupo como um dos valores mais cultivados; as expectativas com relação ao papel sexual, ou seja, há coisas que somente as pessoas do sexo masculino fazem, ou que somente as pessoas do sexo feminino podem fazer; ênfase na razão e na lógica, desvalorizando-se a intuição e os sentimentos.

Considerando diversos estudos realizados sobre a psique humana, pesquisadores enfatizam a importância dos fatores emocionais e sociais para a construção do potencial do indivíduo com altas habilidades. Sabe-se que o autoconceito refere-se a imagem subjetiva que cada pessoa tem a respeito de si, assim como a visão do outro sobre nós. Segundo Hater (1985, apud, MEC/SEESP, 2007, pág. 43), o autoconceito é composto por múltiplas dimensões entendido em termos de domínios de competência. Assim, a pessoa pode sentir-se competente e confiante em um aspecto e pode, entretanto, não ter o mesmo sentimento em outro, sejam eles referentes à competência escolar, aceitação social, competência atlética, aparência física, comportamento e percepção global que tem de si mesmo. Desta forma, de acordo com o modelo proposto, o auto conceito é composto de várias dimensões interdependentes umas das outras.

             Alencar e Virgolim (1993, apud MEC/SEESP, 2007 pág. 22) destacam que os anos escolares são de grande importância para formação da imagem que o indivíduo tem de si, em face das trocas culturais proporcionadas pelo espaço escolar. Além das experiências diversas, estes sujeitos podem atuar em suas próprias percepções e fortalecer atitudes e crenças, propiciando o auto-conhecimento. Muitas vezes, no ambiente escolar, os alunos com altas habilidades na tentativa de adaptar-se ao padrão de normalidade existente acabam por ignorar seu potencial criativo acima da média e, por conseguinte, suas emoções. Portanto gerando barreiras que inviabilizam a compreensão de suas habilidades e, podendo canalizá-la para fins escusos, como a criminalidade.

Quando apresentamos os fatores que influenciam no desenvolvimento psicossocial do indivíduo que tem altas habilidades precisamos ressaltar a importância que a família tem neste processo. Como um dos primeiros contextos de socialização dos indivíduos, a família, além promover o desenvolvimento primário da sobrevivência e da socialização da criança na transmissão de aspectos culturais transmite, também, os significados sociais agregados ao longo das gerações.

Em acordo com Winner (1998 apud MEC/SESSP,2007), a harmonia e apoio combinados com estimulação e altas expectativas é o ambiente propício para o desenvolvimento do talento. Sabe-se que os pais ao se tornarem amigos, orientam e promovem um clima de cordialidade e de confiança e de estímulo e auxílio aos filhos, o que influencia diretamente na auto-estima destes. Quando a auto-estima diminui, os filhos poderão apresentar um rendimento abaixo da sua capacidade. (Miller, 1986). Isto mostra, portanto, que algumas exigências sociais fazem com que o sujeito que tem altas habilidades se sinta frustrado com as expectativas exigidas do meio social.

Em conseqüência crianças que são inseguras, muitas vezes, têm mães que sofreram situações parecidas, mas no papel oposto. Em outras palavras, se foram reprimidas e não encontraram afeto e compreensão reproduzindo, dessa forma, o que vivenciaram na relação com seus pais e reportando, por sua vez, à educação de seus filhos. Estes sentimentos podem acompanhá-las por longos anos e ocasionar, assim, doenças psicossomáticas e a negação de sua habilidade (Miller, 1986).

Há de se destacar que também pode ocorrer o fato contrário: a criança acreditar ter mais talentos do realmente possui, isto é, ela passa a supervalorizar seu talento, menosprezando as outras pessoas. Assim, ela necessita ser a melhor para sentir-se “bem”. Este “bem” nada mais é do que uma fuga de suas reais necessidades, desta maneira, as emoções serão sobrepostas pelo intelecto. Desse modo, quando a criança não é valorizada no seio familiar poderá desenvolver depressão, pois ela necessita ser vista como a melhor e não é reconhecida no âmbito familiar. E na escola esse comportamento tem drásticas repercussões. Um criança que nãos e sente feliz conseqüentemente pode apresentar dificuldades escolares que mascaram seu desenvolvimento potencial. Assim, em qualquer uma das situações a criança pode ocultar sua verdadeira face, isto é, parecer feliz diante da sociedade e contexto familiar, entretanto reprimir seus sentimentos, sendo que, na verdade, quando o instinto de grandiosidade falhar, poderão ser encontrados sentimentos de vazio e alienação.

Com objetivo de evitar situações como citadas anteriormente que o educador tem a função de reconhecer e compreender que sentimentos despertados pela fragilidade, medo, angústia podem ser fatores que influenciam o processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. Uma vez que a criança necessita desenvolver os esquemas de sua psique durante o transcorrer de sua vida e o educador vem, através de práticas metodológicas adequadas,ao compreender essa dinâmica, vem sem seu auxílio para que os alunos consigam desenvolver suas potencialidades cognitivas e, por conseguinte, aprender a não negar suas necessidades emocionais.

Neste contexto, os educadores que querem auxiliar os jovens a obterem êxito no mundo atual devem estimular certos aspectos da personalidade de seus alunos para que consigam expandir seus talentos e aplicá-los em algum campo do conhecimento e da cultura. Assim, o sucesso no mundo em que o jovem irá enfrentar no futuro depende diretamente da habilidade que ele tem em saber lidar com o desconhecido, utilizando seu potencial criativo e desenvolvendo as habilidades psicossociais. Portanto, considerar as diferentes faces das emoções e seus repercussões no processo de ensino-aprendizagem são imprescindíveis para atuação eficaz do educador no ambiente escolar de modo a potencializar aprendizagem em vez propiciar a desvalorização do potencial de seus alunos.

 

Referências

ABSD, Associação Brasileira para Superdotados. Seção RS. Altas habilidades/superdotação e talentos: manual de orientação para pais e professores. Porto Alegre/ RS, 2000.

BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Programa de capacitação de Recursos humanos do ensino fundamental: superdotação e talento. Brasília, DF, 1999. 2 v. (Série atualidades pedagógicas; 7).

BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial.  Altas Habilidades /superdotação: encorajando potenciais, Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação, 2007.

 

DEVALLE, A. J. & FREITAS, S. N.. O papel do professor junto ao aluno com altas habilidades. Cadernos da Educação Especial. Edição n° 25, 2005.

 

GARNER,H. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre. Artes Médicas, 1995.

 

MILLER, A. O drama da Criança bem dotada: Como os pais podem formar e (deformar) a vida emocional dos filhos.São Paulo: Summus,1986.

 

MOSQUEIRA, Juan José. M. Educação Especial: em direção à educação inclusiva. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003.Texto: PÈREZ, Susana, G. P. B. O aluno com altas habilidades/superdotação: uma criança que não é o que deve ser?(p.237 - 250).

 

RENZULLI, J. O Que é Esta Coisa Chamada Superdotação, e Como a Desenvolvemos? Uma retrospectiva de vinte e cinco anos. REVISTA DE EDUCAÇÃO ano XXVII, n. 1 (52), p. 75 – 131, Jan./Abr. Porto Alegre – RS, 2004.


 

[1] Graduada em Educação Especial/UFSM; Mestranda em Educação/UFSM; Especializanda em Gestão Educacional/UFSM; Graduanda em Letras - Habilitação Espanhol;Integrante do Grupo de Pesquisa em Educação especial: Interação e Inclusão Social/UFSM; e-mail: karinesperoni@gmail.com

 

Como ser citado:
SPERONI, K. S. Discutindo sobre as emoções e suas influências no processo de aprendizagem e reconhecimento de sujeitos com altas habilidades/superdotação na escola. P@rtes.V.00 p.eletrônica. Agostode 2010. Disponível em <www.partes.com.br/educacao/processodeaprendizagem.asp>. Acesso em _/_/_.

 

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