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As pessoas vivem pela expectativa de conquistarem o seu possível através do uso
do impossível dos outros. Ainda hoje a frase “garantir a sobrevivência”, costuma
prevalecer, dentro do individualismo das próprias atitudes, em detrimento a
lógica do como seria solidário e cúmplice a pratica do conjunto, pela construção
e sustentabilidade dos projetos que atuamos ou que pretendemos criar.
Percebe-se ao longo da vida, pelas próprias mídias, que as associações, quando
ocorrem estão muito mais vinculadas aos interesses quantitativos, ilícitos ou
não, que em comum buscam pelo imediatismo das respostas. Raríssimos são os casos
aonde se observa batalhas que permanecem unidas quando naturalmente são expostas
a grandes dificuldades de conclusão, pois a matemática da moda oferta que os
investimentos são números que entram e saem baseados em parâmetros
essencialmente materiais.
De uma maneira ou de outra quando não se encontramos convictos do que queremos,
é porque estamos fracos pela exatidão da dimensão da clareza e riqueza do que
realmente queremos e pretendemos. Fazer a vida, construí-la, e vence-la sempre
será uma tradução simultânea da superação de barreiras, da união das pessoas,
que mesmo entre afinidades e diferenças, devem buscar pelo entendimento o que
pode realmente ser sustentável e sinérgico frente ao tempo e suas qualidades de
respostas.
Se observarmos frente a pesquisas, verificamos que a maioria dos que se dizem
estar bem carregam inconscientemente o “eu” do individualismo pela própria
ausência ou distanciamento da percepção do que realmente acontece com o seu
similar.

A resposta corretiva da unidade social seria a de uma velha frase religiosa:
“Como posso estar feliz se ao pobre meu irmão, eu fechei meu coração e meus
braços eu cruzei”. Estúpido não é ter dinheiro e poder, mas estar sempre
concentrando suas atenções para fins próprios, usando o marketing solidário, que
impacta, sempre distante do arregaçar e usar as próprias mãos.
Por enquanto somos nós os responsáveis pela corrupção, pela quebra dos
princípios éticos e sociais, pois ficamos passivos, se limitando a observações e
sensos críticos. O costume gera acomodação e conduz ao vicio por incorporar que
o certo é ser parte do que está acontecendo e ser um oportunista é mais
“rentável” e impune quando no mundo dos “expertos”.
Penso que uma nação deva criar oportunidades, valorizar o seu povo, oferecendo
de forma justa e homogênea, a parte do pão que representa as possibilidades para
que superem o básico das necessidades. A educação deve ser um fato relevante
além das obrigações estatísticas, transferindo o conhecimento, de forma objetiva
e focada na praticidade do uso. Todos querem vender, mas os valores das ofertas,
dependem do equilíbrio e crescimento das demandas. Somos frutos da qualidade das
famílias que criamos.
Posso ser um idiota, mas gostaria de sentir o sorriso das pessoas, pelo avanço
real das suas qualidades ainda em vida (antes do paraíso e da saudade), pelo
reflexo da construção competente dos resultados, e não pelo artifício dos
impactos quantitativos subsidiados, tão próximos da pinga, da depressão e
opostos a valorização pelo incentivo a utilidade, principio básico para o avanço
da pró-atividade, do prazer “do fazer parte” do meio, da utilidade, e das
transformações que valorizam e justificam a condição humana.
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